ASCENDÊNCIA  DE ANIBAL [*1944], L1M4-BSC, QUE É 11º NETO DE ANTONIO RAPOSO TAVARES [*1598], LHZ5-VRH, POR SUA 4ªAVÓ, A 1ª BARONESA DE CAJURÚ, 97TK-DTL, EM 346 ANOS DE HISTÓRIA EM 13 GERAÇÕES CONTÍNUAS COM 26,61 ANOS POR GERAÇÃO, QUE É 12ºAVÔ DE ANA TEREZA ARANTES DE ALMEIDA [ALONSO], L1MC-1S8, CONFORME OS DADOS DISPONIBILIZADOS EM FAMILYSEARCH.


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Anibal de Almeida Fernandes, Novembro,2021.




Antônio Raposo Tavares, "o Velho", LHZ5-VRH, 11º AVÔ DE ANIBAL, nasceu em São Miguel do Pinheiro, concelho de Mértola e distrito de Beja, 1598 — e faleceu em São Paulo, [1659?] foi o bandeirante que mais expandiu as fronteiras brasileiras além da Linha de Tordesilhas. Chegou ao Brasil em 1618 com o pai, Fernão Vieira Tavares, KP43-155, antigo partidário de António Prior do Crato, [tesoureiro da Bula da Cruzada e moço da Câmara do Rei, designado capitão-mor governador da capitania de São Vicente em 1622]. Era assim preposto do conde de Monsanto, donatário da capitania de São Vicente. A mãe era Francisca Pinheiro da Costa Bravo. António Raposo, nunca perderia contacto com os interesses da Coroa. Aos 24 anos, se casou com Beatriz Bicudo, [irmã de Isabel Bicudo, mãe de Isabel Bicudo c.c. Sebastião de Arruda Botelho, 1º a usar Arruda Botelho como sobrenome] que era filha do também bandeirante Manuel Pires. O casal teve dois filhos, porém mais tarde sua esposa veio a falecer e depois de dez anos de viuvez, voltou a casar-se com uma viúva chamada Lucrécia Leme Borges de Cerqueira mãe de oito filhos. Dentro do segundo casamento teve uma filha.


1] Antônio Raposo Tavares, "o Velho", 11º AVÔ DE ANIBAL, o Bandeirante que mais aumentou as fronteiras do Brasil, cc Beatriz Bicudo, pais de:


2] Maria Raposo Tavares, LRC9-SQJ, cc Cel. Carlos de Moraes Navarro, G97Y-HXL, pais de:


3] Francisca de Macedo, cc Antonio Vieira Dourado, LV9T-Q2P, pais de:


4] Teresa Moraes, LWFP-8FZ, cc André do Valle Ribeiro, LRCM-RRM, pais de:


5] Antonio Ribeiro do Valle, LDSM-P1Y, cc Rosa Maria de Jesus, pais de:


6] Felisberto Ribeiro do Valle, LCQW-TR4, cc Ana Custódia de Paula, pais de:


7] Ignácio Ribeiro do Valle, LCRN-QM6, cc Ana Custódia da Conceição, pais de:


8] Ana Inácia, 1ª Baronesa Cajurú, LTWK-Z85, cc 1º Barão Cajurú, 9FM1-2QX, 4ºs avós de Anibal e 5ºs avós de Ana Tereza,


 


pais de:


9] Ana Elisa da Conceição, cc Joaquim Carvalho de Arantes



pais de:


10] Ana Margarida, c.c. João Antonio de Avellar e Almeida e Silva, neto de Manoel de Avellar e Almeida, 5ºavô de Ana TerezaPatriarca da Famìlia Avellar e Almeida, Vassouras, RJ, pai do Barão do Ribeirão, avô dos Barões: de Massambará, de Avellar e Almeida, do Visconde de Cananéia, da 1º Baronesa do Rio das Flores, bisavô do 2º Barão do Rio das Flores.


O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 4ºs avós de Anibal, 5ºs avós de Ana Tereza, era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. O casal tem o inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras, informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, do autor Ricardo Salles.





BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA


 Este Brasão foi concedido por Carta de Brasão em 1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11, ao Barão de Avellar e Almeida, Decreto de 7/1/1881, cujo título está registrado no Livro X pág. 70 Seção Histórica do Arquivo Nacional. É um título concedido ad personam sul cognome, isto é, dado a uma pessoa específica e apoiado sobre o nome da família do titulado. Esta forma de título só é usada quando o Imperador deseja prestar homenagem também à família, dignificando-lhe o nome. O Brasão tem um pé de café e  uma abelha como arma heráldica e pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, que são exclusivos do Barão e não são hereditários, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico:  Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 25/26.


pais de:


11] Bernardina Carvalho de Arantes Avellar e Almeida, cc Joaquim Rodrigues d'Almeida, bisavós de Ana Tereza



 Foto de 1900: Bernardina e Joaquim, [bisavós de Ana Tereza], casal tronco do Ramo Arantes-Araraquara, SP. Da esquerda para a direita: Bernardina (1869-1936), no colo Alzira, (1900-1984). Em pé: Mário, (1893-1958), estudou engenharia na Bélgica (1911-1914) advogado (São Francisco, 1923), Vereador e Prefeito de Araraquara [1931-1932]. Joaquim (1866-1937). Na cadeira: Maria, (1898-1969). Em pé: Luisa, (1891-1936). No fim da monarquia, a caminho de Araraquara, SP, por conta da devastadora decadência da região cafeeira fluminense, passaram pelo Rio de Janeiro (foram ao Baile da Ilha Fiscal, junto com os Barões de Muritiba, pois a Baronesa era madrinha de crisma de Bernardina, avó de Anibal, que foi com um vestido amarelo de seda de Macau e com um colar de ouro e esmeraldas, pois as senhoras deviam estar vestidas com as cores do Império). Em 1890, chegaram em Araraquara, depois compraram a fazenda Baguary (a venda do colar de esmeraldas ajudou, pois nessa época do Encilhamento provocado pelo Rui Barbosa a economia estava um caos completo e os antigos Barões na miséria) e Joaquim voltou a plantar café, que é o que ele sabia e gostava de fazer. Tiveram 12 filhos: 1891, 1893, 1898, 1900, 1902, 1905, 1906, 1907, 1910, 1911, 1912, 1914, 6 homens (alguns estudavam no Colégio São Luiz em Itu) e 6 mulheres. Os 6 filhos estudaram em Universidades: Mário, Bernardino e Orlando se formaram em advocacia no Largo São Francisco (SP) e Luiz e José se formaram em Medicina na Praia Vermelha (RJ) e Joaquim abandonou o curso de medicina e cuidou da casa comercial criada por Joaquim para ter fonte de renda alternativa. Em 1936, morrem Luisa e Bernardina e, em 1937, amargurado com esses 2 terríveis golpes e desanimado/desiludido com o café por conta da crise de 1929, Joaquim morre. Em 1938 a Baguary é vendida, (Formal de Partilha, Cartório do 2º Ofício, Araraquara, 7/8/1937)Mário, Luiz e Bernardino Arantes de Almeida são nomes de ruas em Araraquara.



Bernardina e Joaquim são pais de:


12] Anna Arantes de Almeida cc Anibal de Barros Fernandes, pais de:


13] Anibal de Almeida Fernandes, c.c. Maria José Giordano Del Grandefilha de José Del Grande c.c. Thereza Spina Giordano, neta por parte de pai de Seraphim Del Grande e Judite Del Carlo, todos de Lucca, Itália, neta por parte de mãe de Domingos Giordano e Carmela Spina, bisneta de Vicente Giordano e Angela Maria Falci


Conforme o Testamento do Cavagliere Francesco Antonio Barra publicado no Estadão, [3/5/1889, coletado por Claudio di Giorgio] foram contemplados no testamento o casal Angela Maria Falci e Vincenzo Giordano. [Angela Maria Falci era filha de Domenico Falci e Camila Bifano Falci. Angela era viúva quando casou com Vicenzo Giordano que, por sua vez, também era viúvo, portanto o parentesco entre Giordano e Barra deu-se pelo fato de Camila ser irmã de Emília Bifano Barra que era esposa do Cavagliere Francesco Antonio Barra, pais de Nicolino, Barão Barra, primo irmão da 2ªavó de Maria José].



Maria José, filha de José Del Grande c.c. Thereza Giordano, neta paterna de Seraphim Del Grande c.c. Judite Del Carlo, Lucca, Itália, neta materna de Domingos Giordano, sócio fundador da Casa Bancária Giordano & Cia, de São Paulo, c.c. Carmela Spina, bisneta materna de Vicente Giordano c.c. Angela Maria Falci, nascidos em Torraca, Itália.


pais de:


14] Ana Tereza Arantes da Almeida Alonso, cc Felipe Augusto Alonso, pais de:


15] Enrico Arantes de Almeida Alonso, *2010, 13º neto do bandeirante Raposo Tavares, *1598, em 412 anos de história em 15 gerações contínuas com 27,46 anos por geração.


A Cidade e o Planalto, Tomo I, Gilberto Leite de Barros, 




PRINCIPAIS FEITOS DE RAPOSO TAVARES: Em 1628, participa enquanto imediato de sua primeira bandeira, chefiada por Manuel Preto, mas é Raposo Tavares quem toma a iniciativa da situação traçando planos e ordenando a bandeira com um efetivo de cem paulistas e 2 mil índios auxiliares. Esta expedição, dividida em quatro companhias rumou para a Província do Guaíra, situada na parte oeste do atual Estado do Paraná. Entre 1628 e 1629, destruiu 13 reduções jesuíticas, aprisionando cerca de 100 mil nativos, expulsando os jesuítas espanhóis da região (ver: Missões jesuíticas no oeste do Paraná), ampliando as fronteiras do Brasil e assegurando a posse dos territórios dos atuais estados do Paraná, de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Em 1638 partiu em nova expedição, para expulsar os jesuítas espanhóis estabelecidos nas reduções da região do Tapes, hoje Rio Grande do Sul. Raposo Tavares estivera em Portugal em 1647, sendo "encarregado de uma missão em grande parte secreta". A sua última expedição foi chamada a Bandeira de Limites ou a grande bandeira aos "serranos", os limites do Peru: "Embrenhou-se com algumas dezenas de homens no território mato-grossense, atingindo, pelo Madeira, o Amazonas, remontado até às terras de Quito e depois descido até Belém do Pará." (Ensaios Paulistanos, p. 634.) Considerada a primeira viagem em torno do território brasileiro, partiu em maio de 1648 do porto de Pirapitingui, em São Paulo, descendo o rio Tietê rumo aos sertões do baixo Mato Grosso. Contava com brancos, mamelucos e mais de mil índios. Um de seus principais auxiliares foi Antônio Pereira de Azevedo, baiano. Oficialmente destinava-se à busca de minas, sobretudo as de prata. Afirma Jaime Cortesão em seu livro "Raposo Tavares e a formação territorial do Brasil" que a parte oficial era descobrir metais preciosos mas a outra parte, secreta, seria conhecer melhor o Brasil para identificar os interesses de Portugal na região.



Explicação do Bandeirismo



 


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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes