COLÔNIA, IMPÉRIO E REPUBLICA


Anibal de Almeida Fernandes, Junho, 2019, atualizado Janeiro 2021


 Minha intenção nesse trabalho é registrar a presença dos meus ancestrais nestas 3 fases do BRASIL


COLÔNIA:


1] meu 12ºavô Balthazar de Moraes, (*1537 +1600) o Patriarca, c.c. Brites Rodrigues Annes, 12ºs avós de Anibal, tiveram 4 filhos entre eles:


2.2) Balthazar de Moraes de Antas, o moço, c.c. Ignez Rodrigues, 11ºs avós de Anibal, pais de 9 filhos, entre eles, Accenço que segue abaixo (Tít. Moraes, Pág. 25 Vol. VII, Cap. 2, Silva Leme).


3.3) Accenço de Moraes d'Antas, (pg. 56 Vol. VII Cap. 2, SL), 10ºavô:


f.º do Cap. 2.º, faleceu em 1668 em S. Paulo com testamento, e foi casado com Maria de Siqueira Baruel f.ª de João Baruel e de Marianna de Siqueira. Tít. Jorges Velhos. A viúva Maria de Siqueira passou a 2.ªs núpcias com Antônio Rodrigues de Escudero f.º de Domingos Affonso de Escudero e de Maria Rodrigues. V. 5.º pág. 408.


Balthazar de Moraes chega ao Rio em 1556, depois, em Santo André, casa-se com Brites Rodrigues Annes antes de 1561. Em data ignorada Balthazar se estabeleceu em São Paulo, onde teve fazenda no Ipiranga em 1560.


Em 1572, Balthazar esteve num ajuntamento (= Reunião). Em 1578 foi eleito Juiz Ordinário, a 30/1/1579, toma posse como Juiz Ordinário da Vila de São Paulo e faz provas de sua filiação. Belchior de Moraes, irmão de Balthazar, já tinha tirado em 1577 um instrumento de Comprovação de Nobreza. Balthazar a 11/9/1579 apresenta em Mogadouro Petição para se fazer Certidão da prova de filiação para isso Balthazar apresentou testemunhas que disseram ser ele irmão inteiro de Belchior de Moraes Dantas, filhos ambos de Pedro de Moraes e Inês Navarra Dantas.



Com a comprovação de filiação e o instrumento de pureza de sangue obtido por ele em Mogadouro, Baltazar vai a Monxagate, pedir uma transcrição do instrumento de Belchior.


A seguir, cumpre uma série de reconhecimentos cartoriais, ainda entre Monxagate e Mogadouro. Isto feito Balthazar inicia sua volta ao Brasil, fazendo reconhecer os sinais em todas as vilas até o Porto, daí no Funchal e, finalmente na Bahia a 23/11/1580, obtém o reconhecimento dos sinais dos instrumentos de pureza de sangue e comprovação de nobreza por Cosme Rangel de Macedo, Ouvidor Geral de toda a costa do Brasil e São Vicente, provando que era Nobre e não era Cristão Novo, (documento registrado em Títulos 1530-1805, do Arquivo Heráldico e Genealógico, do Visconde Sanches de Baena). Alfredo Ellis Jr. informa que Balthasar de Moraes foi o único morador do Brasil a ter comprovação de nobreza de 1ª linha no séc. XVI. Esses documentos foram registrados na Câmara Municipal de São Paulo em 1670, por Francisco Velho de Moraes, neto de Balthazar.


2] meu 11ºavô o Bandeirantes Antonio Raposo Tavares:



nasceu em São Miguel do Pinheiro, concelho de Mértola e distrito de Beja1598 — e faleceu em São Paulo, [1659?] foi o bandeirante que mais expandiu as fronteiras brasileiras além da Linha de Tordesilhas. Chegou ao Brasil em 1618 com o pai, Fernão Vieira Tavares, KP43-155, antigo partidário de António Prior do Crato, [tesoureiro da Bula da Cruzada e moço da Câmara do Rei, designado capitão-mor governador da capitania de São Vicente em 1622]. Era assim preposto do conde de Monsanto, donatário da capitania de São Vicente


1] Antônio Raposo Tavares, "o Velho", 11º AVÔ DE ANIBAL, o Bandeirante que mais aumentou as fronteiras do Brasil, cc Beatriz Bicudo, pais de:


2] Maria Raposo Tavares, LRC9-SQJ cc Cel. Carlos de Moraes Navarro, G97Y-HXL, pais de:


3] Francisca de Macedo, cc Antonio Vieira Dourado, LV9T-Q2P, pais de:


4] Teresa Moraes, LWFP-8FZ,cc André do Valle Ribeiro, LRCM-RRM, pais de:


5] Antonio Ribeiro do Valle, LDSM-P1Y, cc Rosa Maria de Jesus, pais de:


6] Felisberto Ribeiro do Valle, LCQW-TR4, cc Ana Custódia de Paula, pais de:


7] Ignácio Ribeiro do Valle, LCRN-QM6, cc Ana Custódia da Conceição, pais de:


8] Ana Inácia, 1ª Baronesa Cajurú, cc 1º Barão Cajurú, 9FM1-2QX, 4ºs avós de Anibal,


 


pais de:


9] Ana Elisa da Conceição, cc Joaquim Carvalho de Arantes, pais de:


10] Ana Margarida Carvalho Arantes, cc João Antonio Avellar e Almeida, pais de:


11] Bernardina Carvalho de Arantes Avellar e Almeida, cc Joaquim Rodrigues d'Almeida, pais de:


12] Anna Arantes de Almeida cc Anibal de Barros Fernandes, pais de:


13] Anibal de Almeida Fernandes, cc Maria José Giordano Del Grande, pais de:


14] Ana Tereza Arantes da Almeida Alonso, cc Felipe Augusto Alonso, pais de:


15] Enrico Arantes de Almeida Alonso, *2010, 13º neto do bandeirante Raposo Tavares, *1598, em 412 anos de história em 15 gerações contínuas com 27,46 anos por geração.


Principais feitos de Raposo Tavares: e1628, participa enquanto imediato de sua primeira bandeira, chefiada por Manuel Preto, mas é Raposo Tavares quem toma a iniciativa da situação traçando planos e ordenando a bandeira com um efetivo de cem paulistas e 2 mil índios auxiliares. Esta expedição, dividida em quatro companhias rumou para a Província do Guaíra, situada na parte oeste do atual Estado do Paraná. Entre 1628 e 1629, destruiu 13 reduções jesuíticas, aprisionando cerca de 100 mil nativos, expulsando os jesuítas espanhóis da região (ver: Missões jesuíticas no oeste do Paraná), ampliando as fronteiras do Brasil e assegurando a posse dos territórios dos atuais estados do Paraná, de Santa Catarina e Mato Grosso do SulEm 1638 partiu em nova expedição, para expulsar os jesuítas espanhóis estabelecidos nas reduções da região do Tapes, hoje Rio Grande do Sul. Raposo Tavares estivera em Portugal em 1647, sendo "encarregado de uma missão em grande parte secreta". A sua última expedição foi chamada a Bandeira de Limites ou a grande bandeira aos "serranos", os limites do Peru: "Embrenhou-se com algumas dezenas de homens no território mato-grossense, atingindo, pelo Madeira, o Amazonas, remontado até às terras de Quito e depois descido até Belém do Pará." (Ensaios Paulistanos, p. 634.) Considerada a primeira viagem em torno do território brasileiro, partiu em maio de 1648 do porto de Pirapitingui, em São Paulo, descendo o rio Tietê rumo aos sertões do baixo Mato Grosso. Contava com brancos, mamelucos e mais de mil índios. Um de seus principais auxiliares foi Antônio Pereira de Azevedo, baiano. Oficialmente destinava-se à busca de minas, sobretudo as de prata. Afirma Jaime Cortesão em seu livro "Raposo Tavares e a formação territorial do Brasil" que a parte oficial era descobrir metais preciosos, mas a outra parte, secreta, seria conhecer melhor o Brasil para identificar os interesses de Portugal na região.



3] meu 5ºavô Capitão-Mor de Aiuruoca Antônio de Arantes Marques, que fundou em 1768 a fazenda Conquista de gado e cana em Aiuruoca, MG, até hoje pertencendo aos Arantes, primos em 5ºgrau de Anibal:


- uma fazenda de cultura denominada, digo, de cultura e criar denominada Conquista  15:200$000


Museu Regional de São João del Rei


Tipo de Documento: Inventário de Antônio de Arantes marques, 5ºavô de Anibal


Ano: 1816


Caixa: 05


fls. 45 -Escritura Compra e Venda


Data: 03-02-18(??)


Local: Vila da Campanha da Princesa, Minas e Comarca do Rio das Mortes


Vendedor: Alferes João de Arantes Marques


Comprador: Tenente Manoel Rufino de Arantes, 4ºavô de Anibal


Produto da Venda: terras de cultura e criar na Fazenda da Conquista na freguesia da Aiuruoca



Fazenda Conquista fundada em 1768, na freguesia de Nossa Sra. da Conceição de Ayuruoca, Comarca do Rio das Mortes, do Bispado de Mariana, fundada pelo, Capitão-Mor de Aiuruoca, Antônio de Arantes Marques, 5º avô de Aníbal, e sua mulher Ana da Cunha Carvalho, 6ªneta de Balthasar de Mores de Antas, 12º avô de Anibal, que veio para o Brasil em 1556, dono de terras no Ipiranga em 1560 e foi Juiz em São Paulo em 1579, teve sua documentação de Carta de Nobreza registrada na Câmara Municipal de São Paulo em 1670. O casal teve 11 filhos:


1) Francisco, 2) Thomaz Joaquim, 3) Antônio Joaquim, 4) Jerônimo,  5) Maria Magdalena, 6) Manoel Rufino (4º avô de Anibal), 7) Theodózio, 8) João,  9) Joaquim, 10) Veríssimo Plácido, 11) Raimundo Penaforte.


A fazenda Conquista era de criação de gado e cana de açúcar.


Capitão Antônio e Ana foram proprietários da Fazenda Conquista na Freguesia de Aiuruoca, então termo da vila de Campanha da Princesa, com casa assobradada, ermida própria sob orago de S. Antônio do Amparo, paiol, várias senzalas, engenho de cana etc. (projetocompartilhar)



IMPÉRIO:


1] Meu 4ºavô Manoel de Avellar e Almeida que fundou fazenda de café no fim do Sec. XVIII em Vassouras, RJ:




#Manoel de Avellar e Almeida era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro, conforme o Inventário de 1848, nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras informado no livro E o Vale era o escravo, do autor Ricardo Salles.




 


                                     BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA

  CONCEDIDO AO BARÃO DE AVELLAR E ALMEIDA


Este Brasão foi concedido e passado por Carta de Brasão a 22/11/1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11, ao Barão de Avellar e Almeida, Decreto de 7/1/1881, o título está registrado no Livro X pág. 70 Seção Histórica do Arquivo Nacional, foi um título concedido pelo Imperador Pedro 2º (Chefe da Casa Imperial do Brasil) ad personam sul cognome, isto é, dado a uma pessoa específica e apoiado sobre o nome da família do titulado. Esta forma de título só é usada quando o Imperador deseja prestar homenagem também à família, dignificando-lhe o nome.


O Brasão tem uma um pé de café e uma abelha como arma heráldica e pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, que são exclusivos do Barão e não são hereditários, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico: Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, págs.: 24/25/26.


Atenção: só o título sul cognome permite hoje em dia, caso haja Brasão registrado no Cartório da Nobreza, o uso deste Brasão pelos familiares conforme a opinião dos estudiosos do direito heráldico brasileiro.


2] meu 4ºavô João Gualberto de Carvalho, (1797-21/2/1869), 1º Barão de Cajuru, a 30/6/1860, 4º avô de Aníbal, e sua mulher Anna Inácia Ribeiro do Valle, (1804-11/1/1889), que comprou a Fazenda Das Bicas em 1830, que foi a maior fazenda de criação de muares (mulas para transporte) do Império.


A fazenda das Bicas está situada na Rodovia BR-267. Distante 140 Km de Juiz de Fora; 100 Km da cidade mística de São Thomé das Letras e 50 Km das cidades turísticas de Carrancas e Aiuruoca, MG.





1ºs Barões Cajurú


 


O casal teve 9 filhos, conforme o Testamento de Ana Inácia, 1ª Baronesa de Cajurú, registrado no Cartório do 1º Ofício, Livro 2, fls. 42v/45, Andrelândia, MG.:


1º) Ana Elisa da Conceição (3ª avó de Anibal), c.c. Joaquim Carvalho de Arantes,



REPÚBLICA


1] meu avô Joaquim Rodrigues d’Almeida que, em 1890, formou a fazenda Baguary de café em Araraquara, SP, situada no Distrito de Américo Brasiliense, na sesmaria do Rancho Fundo, em Araraquara, SP, e tinha cerca de 400 alqueires paulista. Foi preparada para a cultura do café pelo casal, Joaquim (1866-1937) e Bernardina (1869-1936) Arantes de Almeida, avós de Anibal, que vieram Rio de Janeiro, em 1890, após a queda da Monarquia e a total decadência do café fluminense com a exaustão das terras, que empobreceu as famílias de cafeicultores do Império. No auge da produção teve muitos milhares de pés de café (tia Esther disse que eram 300.000 pés) e ajudou a criar os 12 filhos do casal, entre eles 3 filhos que, após a morte, são nome de rua em Araraquara: Mário Arantes de Almeida (estudou em Liège, na Bélgica [1911-1914], advogado pelo Largo de São Francisco, Prefeito de Araraquara [1930-1931] e Vereador [1936]), Luiz Arantes de Almeida (médico) e Bernardino Arantes de Almeida (advogado). A Baguary foi vendida em 1938, (Formal de Partilha, Cartório do 2º Ofício, Araraquara, 7/8/1937), ainda com 90.000 pés de café, 9 grupos de casas de colonos, com 2 moradias cada grupo, 2 casas para camaradas, casa para administração, casa sede da fazenda, casa de máquina com tulha e máquina de beneficiar café, 120 cabeças de gado vacum, 26 cabeças de porcos, 3 cavalos, um caminhão Chevrolet, um caminhão Graham Brothers, 3 automóveis marca Ford, safra de 2.300 arrobas de café, barracão para veículos e pomar de 200 jabuticabeiras.



Foto de 1900 em Araraquara, SP: sentada Bernardina, com Alzira no colo, Mário dando a mão para Joaquim, Maria sentada ao lado de Luísa, em pé.



A foto acima mostra a queima do café da Fazenda Baguary, em 1938, assistida por membros da família Arantes de Almeida num nefasto ritual que se repetia desde o crash da Bolsa de Nova Iorque em 1929.


Na Frente estão sentadas: à esquerda a mãe de Aníbal: Anna, (1907-1987), a tia Alzira (1900-1984), de luto pela morte de vovô Joaquim e uma amiga. Lado Esquerdo em pé, de terno branco e gravata borboleta, tio Orlando (1914-1959). Lado Direito em pé, de calça branca, paletó e chapéu escuros, tio Joaquim (1905-1977) que está atrás de minha irmã Rachel (*1930+2013) e minha irmã Ana Maria (*1928+1999) sentadas ao lado de Raphael Luiz, (é filho de Washington Luís Pereira de Souza, 13º Presidente do Brasil), que era colega de tio Orlando no Largo São Francisco, que foi testemunha do nascimento em 1943, em Araraquara, de Washington Luís Pereira de Souza Neto, filho de Raphael Luiz.






Alguns Políticos Arantes na República


#Altino Arantes Marques, neto de Veríssimo, (10º filho de Antônio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca), advogado pelo Largo de São Francisco, Secretário do Interior em 2 períodos: 1911 e em 1912, Secretário da Fazenda e Agricultura, Presidente (Governador) do Estado de São Paulo, 1916 a 1920, Deputado Federal, 1921-1930. Foi o fundador e primeiro presidente do Banco do Estado de São Paulo, tornou-se membro e presidente da Academia Paulista de Letras (ABL) e membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. (Altino Arantes é primo-2º de Ana Margarida, bisavó de Anibal).


#Mário Arantes de Almeida, tio de Anibal, trineto de Manuel Rufino, (6º filho de Antônio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca),


Mário estudou engenharia em Liège, Bélgica (diploma 24/10/1913, voltou por conta da 1ª Guerra Mundial), formou-se advogado no Largo São Francisco (diploma 7/12/1923), foi presidente da OAB/Araraquara, foi Prefeito de Araraquara, SP, 1931-1932 e Vereador (a partir de 1936). Mário foi correligionário político de seu primo Altino Arantes Marques (ver acima), de Armando de Salles Oliveira (Interventor em São Paulo, 1933-35, Governador, 1935-37) e de Honório Monteiro (Presidente da Câmara de Deputados, 1946, Ministro do Trabalho Indústria Comércio até 1950). Mário é nome de rua em Araraquara, SP, onde faleceu, sem geração, em 1958, seu falecimento foi registrado na Câmara de São Paulo por solicitação do Vereador Scalamandré Sobrinho, pelo Requerimento de nº 486 de 20/7/1958






#José Arantes Junqueira, bisneto de Veríssimo, (10º filho de Antônio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca), deputado estadual por São Paulo.


#Roberto Arantes Lanhoso, trineto de Jerônimo, (4o filho de Antônio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca) Vereador e Prefeito de Itatiba, SP, por três períodos: 1969-1972, 1977-1982 e 1989-1992.


#Raul de Andrade Carvalho, tetraneto de Antônio Joaquim, (3º filho de Antônio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca), Prefeito de Andrelândia, MG, de 1959-1963.


#Israel Pinheiro da Silva, 4º neto de João Carlos Valentim, (5º filho de João de Arantes Marques, o Patriarca do Tronco Arantes-Formiga), Deputado federal e Governador de Minas Gerais (1966-1971).


 


 


 
















 
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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes