Enrico Arantes de Almeida Alonso (*15/10/2010)


 Saga Agrária do Enrico: Sec. XV até Sec. XXI


Portugal, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia


ANIBAL, 15/OUTUBRO/2013, atualizado Setembro/2017


Minha intenção é resgatar o conhecimento do papel de nossos avós, e sua relevância para a construção da nação, nos 3 períodos da história do Brasil: colonia, império e república.


Enrico, eu fiz essa resenha histórica de 8 glebas de terra e seus donos, que são seus avós para que no futuro, quando vc tiver seus filhos e netos, ela sirva para informá-los corretamente sobre a sua vinculação/ligação de mais de 5 séculos à terra, tanto em Portugal, como no Brasil, assim sendo, quando vc for à fazenda Santa Rita aproveite, numa manhã de sol e céu azul, para sentar-se no canto do terraço da casa grande e ficar algum tempo olhando a água da represa, as montanhas de Minas ao longe e o café plantado, e se perca em lembranças recuperando o tempo passado e, talvez, sua memória possa recriar o que sua mãe contava do pai dela, e essa resenha confirma, que seu avô Anibal, ou seu vovô Bal como vc me chamava quando era pequeno, gostava de sentar-se nessa mesma posição e ficar quieto sonhando com o passado longínquo, lembrando-se da longa sequencia de nossos avós donos de terra, que começa no século XV em Portugal, com seu 15ºavô João de ArantesCondestável do Rei em 1488, (Chefe militar), que comprou uma Quinta em 1495 em Carrazedo, Portugal,



e continua no Brasil a partir do seu 14ºavô Balthazar de Moraes de Antas, Juiz em São Paulo em 1579, dono de terras no Ipiranga cerca de 1560:


Genealogia Paulistana, de Luiz Gonzaga da Silva Leme, (*1852 - †1919)


Título Moraes: Volume VII: Pág. 03, Pg. 25 e 56


Volume VII pg 3 > Moraes: Esta família teve princípio em Balthazar de Moraes de Antas, 12º avô de Anibal, que de Portugal passou a S. Paulo onde casou com Brites Rodrigues Annes f.ª de Joanne Annes Sobrinho, que de Portugal tinha vindo a esta capitania trazendo solteiras três filhas, que todas casaram com pessoas de conhecida nobreza.


Pedro Taques, de quem copiamos esta notícia sobre os Antas Moraes e que por sua vez copiou-a do título dos Braganções na livraria de José Freire Monte Arroio Mascarenhas em 1757.





A Cidade Colonial: Nelson Omegna, pg 277



Continuando com seu 7ºavô Antonio de Arantes Marques, Capitão-Mor de Aiuruoca em 1772, que fundou em 1768 a fazenda Conquista de gado e cana em Aiuruoca, MG:



com seu 6ºavô Manoel de Avellar e Almeida que fundou fazenda de café no fim do Sec. XVIII em Vassouras, RJ:


O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 6ºs avós de Enrico era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. O casal tem o inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras, informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, do autor Ricardo Salles.



com seu 6ºavô João Gualberto de Carvalho, que foi um Barão do Império, que comprou em 1830 a fazenda Bicas em Andrelandia, MG, para criar muares (que foi a maior fazenda de criação dessas mulas de transporte do Império) e tinha uma fazenda em Conservatória, RJ, para plantar café: 


1º Barão de Cajurú, Decreto Registrado no Livro VIII, Pag. 54, Seção Histórica do Arquivo Nacional, com petição feita a 9/6/1860, pelo Visconde do Bonfim e pelo Visconde de Ipanema a Pedro II. Nasc. e bat. em 1797, São João d’El Rei, fal. 21/2/1869, S. Miguel do Cajurú, Ten-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem da Rosa em 1849 e da Ordem de Cristo.


com seu 3ºavô Joaquim Rodrigues d’Almeida que, em 1890, formou fazenda de café em Araraquara, SP. Sua mãe deve ter-lhe contado que seu avô Bal, teve um sonho assim que ela casou com o seu pai, em 2007, que era de família de fazendeiros de café, eu sonhava com sua mãe e seu pai, andando com vc pelo cafezal para inspecionar a floração e depois os grãos de café, e que eu dizia que vc tinha a terra brasileira no sangue, pois desde o Sec. XVI na época da Colônia, sua família tinha terras, e depois no Império, em Vassouras, RJ, plantou café até a queda da Monarquia e, logo em seguida, o café continuou sendo plantado na República, até 1938, por seu 3ºavô Joaquim Rodrigues d’Almeida, em Araraquara, SP, sem nenhuma quebra de linha, pois ele era casado com Bernardina, que era 3ªneta de seu 7ºavô Antonio de Arantes Marques e 2ºneta do seu 6ºavô Manoel de Avellar e Almeida, mantendo assim uma continuidade de sangue no café, desde o Séc. XVIII. Depois do casamento de sua mãe com seu pai, cujo avô Geraldo, seu 2ºavô, era dono de terra onde plantava café, sua saga agrária continuou no Brasil sem interrupção, numa linhagem contínua de 15 gerações, com 473 anos de história, desde o nascimento de seu 14ºavô, Balthazar em 1537, até seu nascimento em 2010, e chega até hoje. Na última colheita do café de 2013, seu pai mandou para seu avô Bal, 1 foto sua com menos de 3 anos de idade revolvendo os grãos de café para secar bem, no terreiro de café da Fazenda Santa Rita e seu avô Bal chorou de emoção quando viu essa foto, pois eram 233 anos (Sec. XVIII > Sec. XXI)contínuos de café, que se encerram em 2013. Pensando em vc, e nos seus filhos e netos, meus descendentes que eu não vou conhecer, seu avô Bal preparou cuidadosamente a história oficial dessas fazendas e da gente que nelas viveu, com provas documentais, fontes bibliográficas e fotos, para que vc jamais se esqueça de sua gente e de sua origem agrária e ame a terra, como seu avô Bal amou, e que vc sinta essa intensa necessidade de horizonte aberto, terra e verde que eu sentia, e passe todo esse encantamento com a terra para esses meus descendentes, até o fim dos tempos.


 


Enrico, na última colheita plena de café, Julho, 2013, fazenda Sta. Rita, Bragança, SP, completando 233 anos de café em sua família.


1] Quinta de Romay, Carrazedo, Portugal, Sec. XV até Sec. XVI


João de Arantes, o 1º Arantes15ºavô de Enrico, foi o Senhor da Quinta de Romay comprada em 1495 de Pedro Nogueira, tabelião e escudeiro de João Teixeira Chanceler-Mor do reino. (Prova documental: o Padre Marcelino Pereira, séc. XVIII cita o Livro do pão que se pagava ao Cabido de Braga para provar que os Anantes/Arantes eram senhores da Quinta de Romay).


Nota: Esta Quinta de Romay na freguesia de Carrazedo no Concelho de Amares, pertencera à Casa de Castro que, como diz o Marquês de Montebello, "era o solar de que todos os reis da Europa descendem". O nome Romay vem do Conde D. Romão, filho ilegítimo d’El Rey D. Fruella e neto d’El Rey D. Afonso, o Católico, Reis das Astúrias no século VIII. Nós ficamos sabendo pelas Notas do Marquês de Montebello ao Nobiliário do Conde D. Pedro, que a Quinta de Romay veio para a Casa dos Machados, pela mãe de Vasco Machado, Dona Mayor Mendes de Vasconcelos e que o aforamento do senhorio da Quinta de Romay a João de Arantes pode significar uma compensação pela transferência da Quinta de Nantes ao ramo primogênito.


João de Arantes, 15ºavô de Enricoo 1º Arantes, com registro histórico confirmado, era Senhor da Quinta de Romay e Morador da Casa Real, Condestável d’El Rei, D. João II, (13º Rei de Portugal, 1481-1495), Escudeiro Fidalgo de sangue e espada, casado com Genebra de San Payo, 15ªavó de Enrico, são pais de Diogo de Arantes, 14ºavô de Enrico, que se casou com Eulália Pires de Besteiros, do casal descendem os mais de 30.000 Arantes brasileiros.


João de Arantes que, no século XV, era João de Nantes, cujo sobrenome ficou assim até D. João IV, o Restaurador (1604-1656), 21º Rei de Portugal. Depois o sobrenome mudou para D’AnantesNa segunda metade do século XVII o sobrenome passa a d'Arantes, ou de Arantes, forma moderna sob a qual passará a ser escrito e o é, até hoje. O sobrenome acompanha a evolução do nome desse lugarejo do Conselho de Chaves, Vila que pertencia à Casa dos Duques de Bragança. Depois o sobrenome mudou para D’Anantes. Na segunda metade do século XVII o sobrenome passa a d'Arantes, ou de Arantes, forma moderna sob a qual passará a ser escrito e o é, até hoje.


Provas documentais: o trabalho, Nantes ou Anantes ou Danantes (que hoje he Arantes)de autoria do Padre Marcelino Pereira, Portugal, século XVIII, que identifica o primeiro Arantes encontrado no Nobiliário Coleção de Memórias Genealógicas, (2º volume)manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga, (ver a tradução editada abaixo), que também está registrado na pg. 1.024 do Livro da Família Arantes, 2ª Edição de Américo Arantes PereiraCarta de Ofício da Chancelaria de João II pertencente ao arquivo histórico de Portugal, que nomeia João de Arantes a 2/1/1488, Condestável dos Espingardeiros do Reino.




2] Terras no Ipiranga, São Paulo, Brasil, 1560


Balthazar de Moraes de Antas, 14º avô de Enrico (1537-1600), que veio para o Brasil em 1556, tinha Comprovação de Nobreza e de Pureza de sangue passada perante o Juiz de Mogadouro, Portugal, a 11/9/1579 e fez essa carta ser reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia, Cosme Rangel de Macedo a 23/11/1580, esses documentos também foram Registrados na Câmara da Vila de São Paulo em 1670. Balthazar de Moraes em data ignorada se estabeleceu em São Paulo, onde teve fazenda no Ipirangacerca de 1560. Em 1572, Balthazar esteve num ajuntamento (= Reunião) em São Paulo. Em 1578 Balthazar foi eleito Juiz Ordinário e a 30/1/1579, toma posse como Juiz Ordinário da Vila de São Paulo. Enrico descende de Balthazar através de Ana da Cunha de Carvalho, 7ªavó de Enrico, que é filha do Coronel Antonio da Cunha Carvalho e de Bernarda Dutra da Silveira, esta natural de Barbacena, filha de Florência Francisca das Neves,  9ªavó de Enrico, conforme as provas documentais abaixo discriminadas:


Fonte Documental: José Guimarães informa por carta, a 15/1/1987, para Aníbal, que Bernarda Dutra da Silveira, nascida em Barbacena, é filha legítima de Francisco Furtado Dutra e de sua mulher Florencia Francisca das Neves. Provas Documentais fornecidas por Marcos CamargoProcesso de casamento de Ana Teresa de Moraes e Joao Duarte Franca viuvo que ficou de Rita Maria da Conceicao (filha de Florencia) Pg. 1. (https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-14925-86?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254.


Prova Documental da Filiação de Isabel de Moraes, 9ªavó de Anibal, como filha de Accenço de Moraes, 12ºavô de Enrico. Tradução fornecida por Vinicius da Mata Oliveira, também, descendente de Isabel de Moraes, Dez, 2013.


 https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-14863-98570-53?cc=2177299&wc=M97B-RFZ:990736824


 Aos doze dias do mês de Maio da era de mil setecentos e trinta e nove anos ( ___ ) Isabel de Moraes ( ___ ) viúva que foi de Pedro da Fonte Garcia de qual matrimônio ( ___ ) filhos e depois foi casada com Manoel Fernandes Preto e ( ___ ) matrimônio vários filhos ( ___ ) dito marido ( ___ ) por dizer que teria oitenta anos pouco mais ou menos, filha de Ascenço de Moraes e de sua mulher Maria de Siqueira todos naturais da cidade de São Paulo. Fez testamento deixou ( ___ ) deixou por seus ( ___ ) a seu filho Marcelino de Moraes e Hermógenes de Moraes ( ___ ) assento.


Destacando: Pg 2 prova Documental da Filiação de Florência Francisca das Neves, 9ªavó de Enrico é filha de Manoel de Moraes de Antas, 10ºavô de Enrico, confirmando Silva Leme: Título MORAES: Volume VII – Pág. 25 Cap. 2 e Pg. 56


 https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-15499-25?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254



  Destaque da citação de Florencia, 9ªavó de Enrico como filha de Manoel de Moraes 10ºavô de Enrico, ampliada por Laís Gonçalves Faria.


  


3] Fazenda da Conquista, AiuruocaMG, Sec. XVIII até Sec. XXI.


A Fazenda Conquista, foi fundada em 1768, na freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Ayuruoca, Comarca do Rio das Mortes, do Bispado de Mariana, pelo Capitão-Mor de Aiuruoca, Antonio de Arantes Marques, (1738-1801), 7º avô de Enrico, e sua mulher Ana da Cunha Carvalho, 7ªavó do Enrico.


# Antonio de Arantes Marques, 7ºavô de Enrico, é 7ºneto de João de Arantes, o 1º Arantes, 15ºavô de Enrico.


A fazenda Conquista, fundada em 1768, até hoje pertence aos Arantes, pois o atual proprietário é o eng. João Batista Arantes morador no Rio de Janeiro que é 5º neto do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques pelo seu 2º filho Thomas Joaquim, que é seu 4º avô, e tio 6º avô de Enrico.


Provas Documentais: Batismo, 1738 e Certidão de Capitão-Mor 1792  


Prova Documental: Testamento Cap-Mor Antonio Arantes, 7ºavô Enrico


  


            Homenagem de Aiuruoca, MG, ao nascimento do Enrico, 2010.


                   


Capitão Antonio e Ana foram proprietários da Fazenda Conquista na Freguesia de Aiuruoca, então termo da vila de Campanha da Princesa, com casa assobradada, ermida própria sob orago de S. Antonio do Amparo, paiol, várias senzalas, engenho de cana etc. (Fonte documentalWWW.projetocompartilhar)


Cap-Mor Antonio e Ana tiveram 11 filhos, entre eles: Manoel Rufino de Arantes, 6ºavô de Enrico, (que herdou a fazenda Conquista), e 3 descendentes que foram Titulares do Império:


1º] Antonio, 1º Barão de Cabo Verde, é tio 6ºavô de EnricoDecreto de 1881, Registrado no Livro X, Pag. 77, Seção Histórica do Arquivo Nacional.


      


          


           


 Casa do 1º Barão de Cabo Verde, Andrelandia, MG, atualmente sede da Fundação Guairá


2º] Antonio, Visconde de Arantes, é tio 5ºavô de EnricoDecreto de 1888, Registrado no Livro X, Pag. 36, Seção Histórica do Arquivo Nacional.



 


                 


3º] Maria Cândida, é tia 5ªavó de Enrico2ª Baronesa de Cajurú, pelo marido: Decreto de 1889, Registrado no Livro XII, Pag. 110, Seção Histórica do Arquivo Nacional.


4] Fazenda Boa Vista do Mato Dentro, Vassouras, RJSec. XVIII até Sec. XIX: início da cultura do café no passado agrário de Enrico. Manoel de Avellar e Almeida, (1767-1848), o Patriarca da Família Avellar e Almeida, 6º avô de Enrico.


O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 6ºs avós de Enrico, era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. O casal tem o inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras, informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, do autor Ricardo Salles.   


 



  Nota documental: O scholar de Princeton, Stanley J. Stein, em seu livroVassouras, a Brazilian Coffee County, 1850-1900, editado pela Harvard Historical Studies, na pg. 121, informa que os grandes clãs familiares de Vassouras eram: Correa e Castro, Werneck, Ribeiro de Avellar, Paes Leme, Teixeira Leite eAvellar e Almeida.  


  



Manoel de Avellar e Almeida, filho do Alferes Manoel Coelho de Avellar e de Maria Rosa de Almeida; casou-se, cerca de 1792, com sua prima Susana Maria de Jesus, 6ª avó de Enrico, filha de Manoel Henriques e de Maria Coelho. Manoel e Susana Maria, tiveram 10 filhos e, entre seus descendentes, 7 titulares do Império. Prova Documental: Inventário feito em Vassouras a 7/6/1848, tendo por Inventariante o seu filho, o Barão do Ribeirão, e cuja cópia autenticada foi obtida no Tabelião José Maria da Costa de Vassouras, em Vassouras em 1977.


1º] José de Avellar e Almeida, Barão do Ribeirão, tio 5ºavô de Enrico. Decreto de 1867, Registrado no Livro VIII, Pag. 145, Seção Histórica do Arquivo NacionalAbaixo palacete do Barão do Ribeirão, na Praça da Matriz de Vassouras, que é considerado a mais bela construção neoclássica da cidade e foi erigido no terreno onde estava a casa do pai dele, Manoel de Avellar e Almeida, 6ºavô de Enrico. 


Brasão Barão Ribeirão 


Palacete Ribeirão-Cananéia, Vassouras, RJ.



2º] MarcelinoBarão de MassambaráDecreto de 1867, Registrado no Livro VIII, Pag. 155, Seção Histórica do Arquivo Nacional. Abaixo o palacete que foi do Barão de Massambará, hoje pertencente à Fundação Severino Sombra, Vassouras.



3º] Bernardino, Visconde de CananéiaDecreto de 1886, Registrado no Livro VI, Pag. 7, Seção Histórica do Arquivo Nacional.



Fazenda do Visconde Cananéia, localizada na Rodovia Lúcio Meira (BR-393) a 12,5km de Vassouras sobre o topo de um morro.


4º] Laurindo, Barão de Avellar e AlmeidaDecreto de 1881, Registrado no Livro X, Pag. 70, Seção Histórica do Arquivo Nacional. Prova Documental: seu Brasão, passado por Carta de Brasão a 22/11/1881, está registrado no Cartório Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11.



5º] Maria, 1ª mulher do Barão de Werneck, José Quirino da Rocha Werneck, Decreto de 1882, Registrado no Livro X, Pag. 125, Seção Histórica do Arquivo Nacional.


6º] Maria Salomé, tia 4ªavó de Enrico, 1ª Baronesa do Rio das Flores, pelo marido, Decreto de 1867, Registrado no Livro VIII, Pag. 129, Seção Histórica do Arquivo Nacional.


7º] Mizael, 2º Barão do Rio das FloresDecreto de 1886, Registrado no Livro XI, Pag. 96, Seção Histórica do Arquivo Nacional.


5] Fazenda das Bicas, Andrelandia, MG, Sec. XIX até Sec. XXI.


João Gualberto de Carvalho, (1797-1869), 6º avô de Enrico, 1º Barão de Cajurú a 30/6/1860 (Decreto Registrado de 1860, no Livro VIII, Pag. 54, Seção Histórica do Arquivo Nacional), comprou a fazenda das Bicas em 1830. Fatos:


a) João Gualberto nasceu em 1797, e foi batizado neste mesmo ano, na Paróquia de São João d’El Rei, MG, tendo por padrinhos o Reverendo Gonçalo Corrêa de Carvalho e sua tia-paterna, Ana Maria Duarte, (Também conhecida como Ana Maria de Carvalho ou Ana do Angaí).


b) João Gualberto, ainda moço, transferiu-se para a região de Aiuruoca, onde em 1821, foi eleito Mesário da Irmandade do Santíssimo Sacramento.


c) João Gualberto por volta de 1830 adquiriu a Fazenda das Bicas, no município do Turvo, para criação de muares, onde passou a residir e pertence até hoje (2013) a herdeiros do 1º Barão de Cajurú.


d) João Gualberto na Vila Bela do Turvo (atual Andrelândia, MG), construiu um imponente sobrado onde funcionou, mais tarde, o Grupo Escolar Raul Soares, posteriormente o sobrado foi demolido. Foi Tenente Coronel da Guarda Nacional do Turvo, teve destacada atuação na Revolução Liberal de 1842. Em maio de 1849 recebeu a mercê honorífica da Imperial Ordem da Rosa, prestando solene juramento como Comendador e era Juiz de Paz.


e) No ano de 1860 foi enviado ao Imperador Pedro II o seguinte atestado (sic):


“Nós, abaixo assinados, atestamos que o Comendador João Gualberto de Carvalho, natural da Província de Minas Gerais e residente no município de Aiuruoca, é um cidadão prestante, distinto por seu patriotismo e probidade, respeitável pai de numerosa família, rico negociante e capitalista, proprietário de muitos bens de raiz entre os quais, se inclui a importante Fazenda de cultura (café) denominada São Lourençosita na Província do Rio de Janeiro, que há pouco comprou e que, por estas razões, o consideramos muito merecedor de um Título, ou qualquer mercê honorífica que SM o Imperador se digne conferir-lhe. Rio de Janeiro, 09 de junho de 1860. (a.a.): Herculano Ferreira Penna, Visconde de Ipanema, Visconde do Bonfim e Jerônimo José de Mesquita".





f) Consta, ainda, que o 1º Barão de Cajurú foi herói da Guerra do Paraguai, poderoso criador de animais e valoroso companheiro de armas do eclético escritor, político, militar e jornalista o Visconde Alfredo D’Escragnolle Taunay, ao participar com ele das agruras da Retirada da Laguna. Era respeitado como o maior criador de muares/mulas em sua fazenda das Bicas e tinha nessa atividade muito lucrativa, posição tão privilegiada que a grande feira de Sorocaba, o mais importante centro de vendas e leilões de animais de então, não era oficialmente aberta enquanto o sisudo Barão de Cajurú não chegasse com sua enorme tropa. (Fonte DocumentalFlávio de Carvalho, o comedor de emoções" de J. Toledo).


Fazenda Santana, Quatis, Volta Redonda: Capela e Túmulo do 1º Barão Cajurú, 4ºavô de Anibal




O belíssimo anjo de mármore de Carrara, com 300 kg. de peso, que estava sobre o túmulo do 1º Barão Cajurú, agora está na igreja de São Joaquim em Quatis, RJ.


g) o 1º Barão de Cajurú faleceu a 21/2/1869 em São Miguel de Cajurú, em São João d’El Rei, MG. Seus ossos repousam no cemitério da fazenda Sant’Anna em Quatis, RJ, que era do Comendador Manoel Marques Ribeiro, sogro de seu filho João Pedro de Carvalho que enterrou seu pai, o 1º Barão de Cajurú, em túmulo que era ornado com um belo anjo de mármore de Carrara com 300 kg. de peso, que agora está na igreja de São Joaquim em Quatis. Na lápide do túmulo há a seguinte inscrição:


(sic) Aqui repousa os ossos do Barão de Cajurú. Grande dignitário do Império.


Fallecido a 21 de fevereiro de 1869.


Uma lágrima de saudade, respeito e Gratidão que vos consagra vosso filho


João Pedro de Carvalho.


João Gualberto e sua mulher Anna Inácia Ribeiro do Valle tiveram 9 filhos. Prova Documental: Testamento de Ana Inácia, 1ª Baronesa de Cajurú, registrado no Cartório do 1º Ofício, Livro 2, fls. 42v/45, da Comarca de Andrelândia, MG, entre eles, a 5ªavó de Enrico e 3 Titulares do Império:


1º) Ana Elisa da Conceição, 5ªavó de Enrico(tem o mesmo nome Ana, que a mãe Ana Ribeiro do Valle, a avó paterna Ana Maria Joaquina, a tia paterna Ana do Angaí, a avó materna Ana Custódia da Conceição, e as bisavós maternas Ana Custódia de Paula e Ana Maria da Conceição), 1º c.c. Joaquim Carvalho de Arantes, 5ºavô de Enrico.


 


Prova Documental: Ana Elisa da Conceição, consta do Livro de Batismos a 25/12/1855, pg. 21, da Paróquia de Sto. Antonio do Rio Bonito de Conservatória, RJ, no batismo de sua filha Ursulina, a 16/10/1855, onde Ursulina, filha de seu 2º casamento, está registrada como neta materna do, ainda, Comendador João Gualberto de Carvalho, pois o Título de Barão de Cajurú, só foi recebido a 30/6/1860.




2º) Militão Honório, 2º Barão de Cajurútio 5ºavô de EnricoDecreto de 1889, Registrado no Livro XII, Pag. 110, Seção Histórica do Arquivo Nacionalem 1853 c.c. sua prima-irmã Maria Cândida, filha do 1º Barão de Cabo Verde, tio 6º avô de Enrico;





3º) Libânia Jesuína Carolina, Viscondessa de Arantestia 5ªavó de Enrico, c.c. seu primo-irmão, Antonio Belfort de Arantes, Visconde de Arantes, Decreto de 1888, Registrado no Livro X, Pag. 36, Seção Histórica do Arquivo Nacionalque é filho do 1º Barão de Cabo Verde, tio 6º avô de Enrico, Decreto Registrado no Livro X, Pag. 103, Seção Histórica do Arquivo Nacional.





4º) Guilhermina, tia 5ªavó de EnricoBaronesa de São João d’El Rei, pelo marido, Decreto de 1871, Registrado no Livro IX, Pag. 42, Seção Histórica do Arquivo Nacional.





João Gualberto e a irmã, Ana Joaquina, (mulher de Manoel Rufino de Arantes, outro 6º avô de Enrico), são filhos de Caetano de Carvalho Duarte Filho e Ana Joaquina, são netos de Caetano de Carvalho Duarte e Catarina de São José, casal Tronco Carvalho Duarte-Cajurú, e são bisnetos de Antonia da Graça, 9ºavó de Enrico, que é uma das 3 Ilhoas de Minas Gerais, casada com Manoel Gonçalves da Fonseca, radicados em São João d’El Rei no 1º quartel do século XVIII.


Prova documental do Governo dos Açores



21.02.1687 – Antónia, filha de Manuel Gonçalves, o Burgão, e de sua mulher Maria Nunes; foram padrinhos o Capitão António Machado e Maria Roiz (Rodrigues) (Açores, Faial, Horta, Angústias, Batizados, 1666-1694, fl 64v); Inhttp://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/FAL-HT-ANGUSTIAS-B-1666-1694/FAL-HT-ANGUSTIAS-B-1666-1694_item1/P64.html


Fazenda das Bicas, ainda pertence aos descendentes do 1º Barão de Cajurú, pois é propriedade do casal Suely Arantes Junqueira Carvalho (5ª neta do 1º Barão de Cajurú, 6º avô de Enrico) e Antonio Márcio Silveira Carvalho, ambos descendentes do 1º Barão de Cajurú, pais de: Danielle Junqueira Carvalho (*6/11/1991) e Henrique Junqueira Carvalho (*12/7/1999). A fazenda das Bicas está situada na Rodovia BR-267. Distante 140 Km de Juiz de Fora; 100 Km da cidade mística de São Thomé das Letras e 50 Km das cidades turísticas de Carrancas e Aiuruoca, MG.


6] Fazenda Baguary, Araraquara, SP, Sec. XIX até Sec. XX, Joaquim Rodrigues d’Almeida, (1866-1937), 3ºavô de Enrico, adquire a Fazenda Baguary nos anos 90 do Sec. XIX:



Casa de Joaquim, 3ºavô de Enrico, em Araraquara, existe até hoje.


           


Foto de 1900 em Araraquara: Bernardina sentada com Alzira no colo, Mário dando a mão para Joaquim, Maria sentada ao lado de Luisa, em pé.


No fim da monarquia, a caminho de Araraquara, SP, por conta da devastadora decadência da região cafeeira de Vassouras, RJ, o casal Joaquim e Bernardina, 3ºsavós de Enricopassou pelo Rio de Janeiro, o casal foi ao Baile da Ilha Fiscal, junto com os Barões de Muritiba, pois a Baronesa era madrinha de crisma de Bernardina, que foi com um vestido amarelo de seda de Macau e com um colar de ouro e esmeraldas, pois as senhoras deviam estar vestidas com as cores do Império. (Fonte Primária: Mário, Esther e Alzira, tios 2ºs avós de Enrico). Em 1890, chegaram a Araraquara, depois compraram a fazenda Baguary, e a venda do colar de esmeraldas ajudou a compra, pois nessa época do Encilhamento provocado pelo Rui Barbosa a economia estava um caos completo. (Fonte Primária: Esther, tia 2ª avó de Enrico) e Joaquim voltou a plantar café, que é o que ele sabia e gostava de fazer. O casal Joaquim e Bernardina teve 12 filhos: 1891 (Luisa), 1893 (Mário), 1898 (Maria), 1900 (Alzira), 1902, 1905, 1906, 1907 (Anna 2ªavó de Enrico), 1910 (Esther), 1911, 1912, 1914, 6 homens (alguns estudavam no Colégio São Luiz em Itu) e 6 mulheres. Os 6 filhos estudaram em Universidades: Mário (que estudou na Universidade de Liège até 1914, foi Prefeito de Araraquara), Bernardino e Orlando se formaram em advocacia no Largo São Francisco (SP) e Luiz e José se formaram em Medicina na Praia Vermelha (RJ) e o filho Joaquim abandonou o curso de medicina e cuidou da casa comercial criada por Joaquim para ter fonte de renda alternativa. Mário, Luiz e Bernardino Arantes, tios 2ºs avós de Enrico são nome de rua em Araraquara.


Mário, tio 2ºavô de Enrico, Provas Documentais: Requerimento da Câmara, SP, 1958. Diploma Liège, 1913. Jornal O Imparcial, Araraquara, 1983. Diploma de Direito, USP, 1923.






Colegas de Liège-1912, Mário é o 2º da esquerda para a direita, sentado no sofá.



Luisa, a filha mais velha de Joaquim, morreu em Fevereiro de 1936, a 3ªavó de Enrico, Bernardina em Julho de 1936, com esses 2 terríveis golpes, quase simultâneos, e com a situação econômica muito deteriorada, Joaquim, 3ºavô de Enrico, desabou e, 1 ano após a morte da filha Luisa, Joaquim morreu de desgosto. Após a morte de Joaquim em Fevereiro de 1937, os 6 filhos homens muito abalados com a sucessão de fatos trágicos/graves na família se reuniram e chegaram à conclusão de que, com as terras sem valor e o café sem nenhuma recuperação previsível, não havia segurança financeira para que os cunhados continuassem com a fazenda Baguary e a venderam, porteira fechada, em 1938 para um árabe que pagou a compra com a madeira que mandou cortar das matas da fazenda, que hoje está em outras mãos e é fazenda de cana como quase toda essa região, antes produtora de café. O pomar de 200 jabuticabeiras ao redor da casa grande foi eliminado...


Fazenda Baguary estava situada no Distrito de Américo Brasiliense, sesmaria do Rancho Fundo, em Araraquara, SP, e tinha cerca de 400 alqueires paulista, ela foi preparada para a cultura do café pelo casal, Joaquim e Bernardina Arantes de Almeida, 3ºs avós de Enrico.


Prova documental: Formal de Partilha de 11/3/1937 registrado no Cartório do 2º Ofício da Comarca de Araraquara tinha 90.000 pés de café, 9 grupos de casas de colonos, com 2 moradias cada grupo, 2 casas para camaradas, casa para administração, casa sede da fazenda, casa de máquina com tulha e máquina de beneficiar café, 120 cabeças de gado vacum, 26 cabeças de porcos, 3 cavalos, um caminhão Chevrolet, um caminhão Graham Brothers, 3 automóveis marca Ford, safra de 2.300 arrobas de café e barracão para veículos.


Fonte Documental: A foto abaixo mostra a queima do café da Fazenda Baguary, em 1938, assistida por membros da família Arantes de Almeida num nefasto ritual que se repetia desde o crash da Bolsa de Nova Iorque em 1929, que solapou as bases financeiras da aristocracia cafeeira paulista mudando toda a hierarquia social de São Paulo e marcando o fim da época da sociedade agrária dos barões do café que dominava o cenário político desde o Império. Na Frente estão sentadas: à esquerda a bisavó de Enrico: Anna, (1907-1987), a tia 2ªavó de Enrico Alzira (1900-1984), de luto pela morte de Joaquim, 3ºavô de Enrico e uma amiga. Lado Esquerdo em pé, de terno branco e gravata borboleta, o tio 2ºavô de Enrico, Orlando (1914-1959). Lado Direito em pé, de calça branca, paletó e chapéu escuros, o tio 2ºavô de Enrico, Joaquim (1905-1977) que está atrás da tia avó de Enrico, Rachel (1930-2013) e da tia avó de Enrico, Ana Maria madrinha de Ana Tereza, (1928-1999) sentadas ao lado de Raphael Luíz, (é filho de Washington Luís Pereira de Souza, 13o Presidente do Brasil), que era colega de Orlando no Largo São Francisco, que foi testemunha do nascimento em 1943, em Araraquara, de Washington Luís Pereira de Souza Neto, filho de Raphael Luiz.



A saga cafeeira que começara no Sec. XVIII com os Avellar e Almeida, em Vassouras, RJ, terminou definitivamente para os Arantes de Almeida com a venda da fazenda Baguary em Araraquara, SP, em 1938 e, nenhum descendente de Joaquim, 3ºavô de Enrico, voltou a se relacionar com a cultura cafeeira, que esteve profundamente inserida na atividade dos vários ramos da família. Porém o casamento de Ana Tereza, bisneta de Joaquim, e mãe de Enrico, com Felipe Augusto Alonso, viabilizou a continuidade da saga cafeeira da família de Enrico, até 2013, quando acaba o café completando 233 contínuos de café na vida de Enrico, mas a saga agrária continua mantendo a terra brasileira no seu sangue, mas com outras atividades agrícolas. Do café na vida de Enrico só restará um Brasão com um pé de café como arma heráldica [nos 67 anos do Império foram concedidos apenas 239 brasões, (apenas 0,0017% da população)e entre eles apenas 5, com o pé de café]. Enrico, e seus filhos e netos, poderão usar esse brasão, por ser título sul cognome, isto é, o título tem o nome da Família, que assim é homenageada pelo Imperador Pedro II, liberando o uso do brasão pelos descendentes. (Fonte DocumentalMário de Méroe,Estudos sobre o Direito Nobiliário, pgs 24/25, Centauro Editora, São Paulo, 2000).



BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA


Carta de Brasão, registrada no Livro II, fls. 9/11, do Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil concedida a 22/11/1881. O Brasão pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico, um detalhe a ser destacado: o Brasão contém um pé de café e uma abelha como arma heráldica. (Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 25/26).


Descrição heráldica do Brasão do Enrico e seus descendentes.


A Banda diagonal vermelha com 3 estrelas de prata, postas em pala, representa trabalho árduo. A Abelha, à direita, simboliza a operosidade, confirmando o trabalho árduo. O Cafeeiro, à esquerda, mostra a atividade do Barão de Avellar e Almeida, Laurindo de Avellar e Almeida, que era fazendeiro de café como toda a família AVELLAR e ALMEIDA, em Vassouras, RJ. A divisa em latim Virtute et Honore significa Virtude e Honra, que é uma confirmação dos valores éticos e sociais da família Avellar e Almeida.


ADENDO


 


FAZENDA SÃO JUDAS EM MATÃO, SÃO PAULO DE LARANJA E GADO COMPRADA EM 1962 E VENDIDA EM 2010, PERTENCENTE A JOSÉ DEL GRANDE, 2ºAVÔ DE ENRICO E PAI DE MARIA JOSÉ, AVÓ DE ERICO



The Bee: Symbol of immortality and resurrection, the bee was chosen so as to link the new dynasty to the very origins of France. Golden bees (in fact, cicadas) were discovered in 1653 in Tournai in the tomb of Childeric I, founder in 457 of the Merovingian dynasty and father of Clovis. They were considered as the oldest emblem of the sovereigns of France.



7] Sec. XXI: a saga agrária de Enrico continua pela herança paterna, pois a família de seu pai, Felipe Augusto Alonso, é dona de 2 fazendas:


a) Fazenda Santa Rita em Bragança Paulista, SP, que era de café e agora é de milho e sorgo



b) Fazenda Barracatú em Curralinhos BA, à beira do Rio São Francisco e do Rio Grande, que está sendo preparada para o plantio de soja pelo pai de Enrico..


Rio Sao Francisco



Pista de pouso da fazenda: é o retângulo no meio da foto


 


Rio São Francisco



Pivô de 600m de raio para molhar a soja



PIVÔ: diametro 1.200m, rio São Francisco ao fundo (drone)



PIVÔ: detalhe do teste com capim


 





Casa da Fazenda


Pintura Rupreste a 15km da fazenda 40.000 anos



 


 


 
















 
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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes