Ascendência de Altino Arantes e Aníbal de Almeida Fernandes e Ana Tereza Arantes de Almeida [Alonso], desde João, o 1º Arantes registrado na história, numa linhagem contínua de 549 anos do Século XV (1460) até o Século XXI (2009).


Aníbal de Almeida Fernandes, Junho, 2010.

 

14o avô [Ana Tereza] João de Arantes, n. cerca de 1460, (é o 1º Arantes e está registrado no Nobiliário “Coleção de Memórias Genealógicas”, (2º volume), manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga, de autoria do Padre Marcelino Pereira que viveu no século XVIII). A 2/1/1488, foi nomeado Condestável* d’El Rey D. João II, (13º Rei de Portugal). Era Escudeiro Fidalgo de Sangue e Espada, Morador da Casa Real, Senhor da Quinta de Romay, c.c. Genebra de San Payo, o casal aparece oficialmente na história registrado no Arquivo Distrital de Braga, numa escritura feita a 16/2/1509 relativa ao aprazamento do casal de Remonte sito na freguesia de Arentim,


pais de:

13o avô Diogo de Arantes, Escudeiro Fidalgo de sangue dos Reis, D. Manoel (14o Rei) e D. João III (15o Rei), Morador da Casa Real e Senhor da Quinta de Romay, c.c. Maria (Eulália) Pires de San Payo de Besteiros, pais de:

12a avó Violante de Arantes, c.c. Simão Gonçalves, Senhor da Quinta da Espinheira, pais de:

11a avó Margarida de Arantes, a 14/8/1585, c.c. Gaspar Rodrigues, pais de:

10a avó Maria de Arantes, a 11/2/1624, c.c. Manoel Lopes, pais de:

9a avó Maria de Arantes, a 12/8/1646, c.c. Antonio Ferreira, pais de:

8o avô Francisco de Arantes bat. a 21/8/1659, Juiz em Braga Portugal, c.c. Úrsula Fernandes, pais de:

7o avô Domingos de Arantes n. a 30/7/1693, a 6/8/1719, c.c. Josefa Marques, Braga, Portugal, pais de:

6o avô [Ana Tereza] Capitão-Mor Antonio de Arantes MarquesPatriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca, MG, sec. XVIII. Fundador da fazenda Conquista (séc. XVIII), Aiuruoca, até hoje nas mãos de Arantes,


é c.c. Ana da Cunha Carvalho que e 6ª neta de Baltazar de Moraes de Antas, 13º avô de Ana Tereza, que veio para o Brasil em 1556, Juiz em São Paulo a partir de 1579, com carta de comprovação de nobreza e pureza de sangue oficialmente reconhecida pelo Ouvidor Geral da Colônia em Salvador, Bahia, a 23/11/1580 (Sanches de Baena).


O casal Antonio e Ana teve 11 filhos legítimos entre eles, os dois filhos:

Veríssimo (avô de Altino) e Manoel Rufino (4º avô de Aníbal)que seguem abaixo:

5o avô Veríssimo de Arantes, 10o filho pai de:

4o avô Francisco de Arantes, 2o c.c. Maria Carolina de Oliveira, pais de;

3o avô Altino Arantes, Governador de São Paulo 1º c.c. Maria Teodora de Andrade pais de:

2a Paulo Francisco c.c.Maria Paula Martins de Andrade, pais de:

1o André Francisco Andrade Arantes c.c. Maria Luiza Scarano pais de:

Maria Luiza Arantes c.c. Luciano Ciampollini Rocco pais de:

José Paulo e Jean Carlo (Arantes) Ciampolini Rocco

5o avô Manoel Rufino de Arantes, 6o filho, pai de:

4o avô Joaquim Carvalho de Arantes c.c. Ana, filha de João Gualberto de Carvalho, 1º Barão de Cajurú a 30/6/1860,, 5º avô de Ana Tereza


pais de:

3o avô Ana Margarida, c.c. João Antonio de Avellar e Almeida e Silva, neto de Manoel de Avellar e Almeida, 5ºavô de Ana TerezaPatriarca da Famìlia Avellar e Almeida, Vassouras, RJ, pai do Barão do Ribeirão, avô dos Barões: de Massambará, de Avellar e Almeida, do Visconde de Cananéia, da 1º Baronesa do Rio das Flores, bisavô do 2º Barão do Rio das Flores.

O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 4ºs avós de Anibal, 5ºs avós de Ana Tereza, era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. O casal tem o inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras, informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, do autor Ricardo Salles.





Brasão da Família Avellar e Almeida concedido, sul cognome, em 1881 ao Barão de Avellar e Almeida

Joaquim e Ana Elisa são pais de:

2a Bernardina de Arantes c.c. Joaquim Rodrigues d’Almeida, em Valença, RJ.



Foto de 1900: Bernardina e Joaquim, [bisavós de Ana Tereza], casal tronco do Ramo Arantes-Araraquara, SP. Da esquerda para a direita: Bernardina (1869-1936), no colo Alzira, (1900-1984). Em pé: Mário, (1893-1958), estudou engenharia na Bélgica (1911-1914) advogado (São Francisco, 1923), Vereador e Prefeito de Araraquara. Joaquim (1866-1937). Na cadeira: Maria, (1898-1969). Em pé: Luisa, (1891-1936). No fim da monarquia, a caminho de Araraquara, SP, por conta da devastadora decadência da região cafeeira fluminense, passaram pelo Rio de Janeiro (foram ao Baile da Ilha Fiscal, junto com os Barões de Muritiba, pois a Baronesa era madrinha de crisma de Bernardina, avó de Anibal, que foi com um vestido amarelo de seda de Macau e com um colar de ouro e esmeraldas, pois as senhoras deviam estar vestidas com as cores do Império). Em 1890, chegaram em Araraquara, depois compraram a fazenda Baguary (a venda do colar de esmeraldas ajudou, pois nessa época do Encilhamento provocado pelo Rui Barbosa a economia estava um caos completo e os antigos Barões na miséria) e Joaquim voltou a plantar café, que é o que ele sabia e gostava de fazer. Tiveram 12 filhos: 1891, 1893, 1898, 1900, 1902, 1905, 1906, 1907, 1910, 1911, 1912, 1914, 6 homens (alguns estudavam no Colégio São Luiz em Itu) e 6 mulheres. Os 6 filhos estudaram em Universidades: Mário, Bernardino e Orlando se formaram em advocacia no Largo São Francisco (SP) e Luiz e José se formaram em Medicina na Praia Vermelha (RJ) e Joaquim abandonou o curso de medicina e cuidou da casa comercial criada por Joaquim para ter fonte de renda alternativa. Em 1936, morrem Luisa e Bernardina e, em 1937, amargurado com esses 2 terríveis golpes e desanimado/desiludido com o café por conta da crise de 1929, Joaquim morre. Em 1938 a Baguary é vendida, (Formal de Partilha, Cartório do 2º Ofício, Araraquara, 7/8/1937)Mário, Luiz e Bernardino Arantes de Almeida são nomes de ruas em Araraquara.



1o Anna Arantes de Almeida c.c. Anibal de Barros Fernandes, Campinas/Agudos, SP, pais de:

Anibal de Almeida Fernandes c.c. Maria José Giordano Del Grande, pais de:

Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes a 24/8/07, c.c. Felipe Augusto Alonso, passou a assinar Ana Tereza Arantes de Almeida Alonso,

pais de: Enrico Arantes de Almeida Alonso *2010.

Altino Arantes Marquesfoi o décimo presidente do Estado de São Paulo (1916 até 1920). Nasc. 29/9/1876 em Batatais, fal. 5/7/1965 em São Paulo, neto de Veríssimo Plácido, (10º filho de Antonio de Arantes Marques). Natural da cidade de Batatais, interior de São Paulo, formado em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco, em 1895. Foi membro da direção do Partido Republicano Paulista (PRP) e também seu presidente. Antes de chegar à presidência do Estado de São Paulo foi deputado federal por dois mandatos: 1906/1908 e 1909/1911, tendo sido também Secretário de Estado do Interior (1911/1915). Em 1916 inicia seu mandato como Presidente do Estado. Em seu governo foi promovida a segunda valorização dos preços do café (a primeira foi em 1906, por força do Convênio de Taubaté). Com a geada de 1918 o café duplicou de preço, permitindo, a Altino Arantes, um governo cheio de realizações. Com a queda da produção foi possível colocar os excedentes no mercado internacional, permitindo ao governo, com o desafogo, retirar das mãos de um grupo norte-americano, o controle da Sorocabana. Entre 1921 e 1930 foi novamente deputado federal. Em 1946 foi deputado constituinte e, mais uma vez, deputado federal. Foi o primeiro presidente do Banco do Estado de São Paulo, tornou-se membro e presidente da Academia Paulista de Letras (ABL) e membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP).

 

Altino Arantes Marques foi casado 2 vezes com 4 filhos no total:

no 1º c.c. Maria Teodora de Andrade com 2 filhos:

Paulo Francisco c.c. Maria Paula Martins

Maria Stela c.c. Paulo Sebastião de Mendonça Uchoa;

no 2º c.c. Gabriela da Cunha Diniz Junqueira com 2 filhos:

Maria Bernadete c.c. Roberto de Rezende Junqueira

Joaquim fal. solteiro.

 

Altino foi correligionário político de Mário Arantes de Almeida(tio de Anibal),  estudante de engenharia em Liège, Bélgica, (diploma 24/10/1913), e formado em advocacia pelo Largo de São Francisco (diploma 7/12/1923), foi presidente da OAB/Araraquara, foi Prefeito de Araraquara, SP, na década de 30 e Vereador (a partir de 3/3/1936), Mário também foi correligionário político de Armando de Salles Oliveira e de Honório Monteiro. Mário é nome de rua em Araraquara, SP, onde faleceu em 1958, tendo a morte registrada na Câmara Municipal de São Paulo, pelo Requerimento de nº 486 de 20/7/1958 feito por Scalamandré Sobrinho. Faleceu sem geração.


 

*Condestável substituiu na hierarquia militar o alferes-mor e as suas funções aproximavam-se das que, modernamente, tem o chefe de Estado-Maior e, mais ainda, dos mestres-de-campo-generais dos séc. XVI e XVII (Verbo, Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, vol. IV, pg. 1279).

 

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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes