ANÍBAL > Cidades de Origem

 e respectivos Patriarcas de Família

Anibal de Almeida Fernandes

SÃO PAULO: sec. XVI

12º avô: Balthazar de Moraes de Antas, (*cerca de 1537), veio para o Brasil em 1556, em 1560 era dono de terras no Ipiranga, SP, tem carta de confirmação de nobreza e pureza de sangue reconhecida oficialmente a 23/11/1580, pelo Ouvidor Geral da Bahia, Cosme Rangel de Macedo, e registrada na Câmara Municipal de São Paulo em 1670 (também está registrada nos Títulos 1530-1805 do Arquivo Heráldico e Genealógico do Visconde Sanches de Baena e na Câmara Municipal de São Paulo em 1670) e Alfredo Ellis Jr informa que Balthasar foi o único brasileiro no séc. XVI a ter comprovação de nobreza de 1ª linha), a 30/1/1579, toma posse como Juiz Ordinário da Vila de São Paulo. Casado com Brites Rodrigues Annes, pais de 4 filhos, Patriarca dos Moraes e com enorme descendência em várias Famílias de São Paulo.



Genealogia Paulistana; Luiz Gonzaga da Silva Leme Vol. VII-Título Moraes, PG. 3


Cap. 1.º Pedro de Moraes d'Antas


Cap. 2.º Balthazar de Moraes d'Antas, o Moço, 11ºavô de Anibal.


Cap. 3.º Anna de Moraes d'Antas


Cap. 4.º Izabel de Moraes.



MINAS GERAIS: sec. XVIII

São João d’El Rei:

8º avô André do Valle Ribeiro, Patriarca da Família Ribeiro do Valle,nasceu a 24/5/1675, na Freguesia de Valongo, Bispado do Porto, Portugal, filho de Domingos Francisco e de sua mulher Maria do Valle; f. 1721, São João d’El Rei, Brasil, fez parte da Câmara de São João d’El Rei em 1719, c.c. Teresa de Morais, n. em São Paulo, pais de 7 filhos.

7ª avó: Antonia da Graça (*21/2/1687 = uma das 3 Ilhoas, é a avó de todos os Junqueira por ser avó de Helena Maria c.c. João Francisco, português da Freguesia de São Simão da Junqueira, que é o Patriarca dos Junqueira do Brasil) casada com Manuel Gonçalves da Fonseca, pais de 2 filhas.

São Miguel de Cajurú

6º avô: Caetano de Carvalho Duarte (*24/12/1702), Patriarca da Família Carvalho Duarte c.c. Catarina de São José, (filha de Antonia da Graça, 3 Ilhoas), pais de 13 filhos.

Aiuruoca

5º avô: Capitão-Mor de Aiuruoca Antonio de Arantes Marques (*17/7/1738 +17/5/1801) Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca,


c.c. Ana da Cunha Carvalho pais de 11 filhos. Fundador da Fazenda Conquista, em 1768, na freguesia de N. Sra. da Conceição de Ayuruoca, Comarca do Rio das Mortes, do Bispado de Mariana. A Fazenda Conquista foi inicialmente herdada por Manoel Rufino de ArantesMarques, 4º avô de Anibal(6º filho do Capitão-Mor de Aiuruoca), e sua mulher, Ana Joaquina de Carvalho, irmã do 1º Barão de Cajurú, (que também é 4º avô de Anibal). Pais de 10 filhos: Manoel Rufino Filho (2 casamentos), Francisca, Maria, Caetano, João, Joaquim, (3º avô de Anibal), Leonardo, Quintiliano, Bárbara. Esta fazenda Conquista, fundada em 1768, século XVIII, até hoje pertence aos Arantes, pois o atual proprietário é o eng. João Batista Arantes, primo em 5º grau de Anibal, morador no Rio de Janeiro e 5º neto do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques pelo seu 2º filho, Thomas Joaquim de Arantes Marques.

Destaque: a Ermida dedicada a Sto. Antonio, mandada erigir pelo Capitão-Mor Antônio, quando ele tinha 70 anos, teve seu Provimento de execução de Ermida solicitado 29 de Janeiro de 1800 e aprovado a 5 de Março de 1801 pelo vigário visitador Gabriel da Costa Rezende*, e tem suas ruínas preservadas até hoje em dia. Atualmente essas ruínas foram tombadas pela Secretaria de Cultura de Aiuruoca, graças à petição do atual proprietário João Batista de Arantes.

*Transcrição de Documentos do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro, obtidos por Joaquina Mühlhofer de Arantes a 31/5/1994.

Andrelandia

4º avô: João Gualberto de Carvalho (*1797 +1869), 1º Barão de Cajurú (a 30/6/1860, Livro VIII, pg. 54, do Arquivo Nacional, RJ), Comendador da Real Ordem de Cristo e, em 1849, da Imperial Ordem da Rosa, Tenente Coronel da Guarda Nacional e Juiz de Paz. Casou-se com Ana Inácia Conceição Ribeiro do Vale, pais de 9 filhos. Dono da Fazenda das Bicas.

RIO DE JANEIRO: sec. XVIII

Vassouras/Sacra Família do Tingá

avô: Manoel de Avellar e Almeida (*1767(?) +27/4/1848), Patriarca da Família Avellar e Almeida c.c. Susana Maria de Jesus, pais de 10 filhos.




Manoel de Avellar e Almeida era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. Ele era proprietário de 152 escravos conforme o Inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras informado no livro E o Vale era o escravo, onde o autor Ricardo Salles informa, à pg. 155, que eram considerados mega proprietários os fazendeiros com mais de 100 escravos.



Brazilian Coffee County, 1850-1900, editado pela Harvard Historical Studies, 1957, nas pgs. 16 e 121, informa que os grandes clãs familiares de Vassouras eram: Correa e Castro, Werneck, Ribeiro de Avellar, Paes Leme, Teixeira Leite e Avellar e Almeida.





 


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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes