ANIBAL [*1944], L1M4-BSC, É 11º NETO DE ANTONIO RAPOSO TAVARES [*1598], LHZ5-VRH, POR SUA 4ªAVÓ, A 1ª BARONESA DE CAJURÚ, EM 346 ANOS DE HISTÓRIA EM 13 GERAÇÕES CONTÍNUAS COM 26,61 ANOS POR GERAÇÃO, CONFORME OS DADOS DISPONIBILIZADOS EM FAMILYSEARCH.


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Anibal de Almeida Fernandes, Junho,2020.


Antônio Raposo Tavares, "o Velho", LHZ5-VRH, 11º AVÔ DE ANIBAL, nasceu em São Miguel do Pinheiro, concelho de Mértola e distrito de Beja, 1598 — e faleceu em São Paulo, [1659?] foi o bandeirante que mais expandiu as fronteiras brasileiras além da Linha de Tordesilhas. Chegou ao Brasil em 1618 com o pai, Fernão Vieira Tavares, KP43-155, antigo partidário de António Prior do Crato, [tesoureiro da Bula da Cruzada e moço da Câmara do Rei, designado capitão-mor governador da capitania de São Vicente em 1622]. Era assim preposto do conde de Monsanto, donatário da capitania de São Vicente. A mãe era Francisca Pinheiro da Costa Bravo. António Raposo, nunca perderia contacto com os interesses da Coroa. Aos 24 anos, se casou com Beatriz Bicudo, filha do também bandeirante Manuel Pires. O casal teve dois filhos, porém mais tarde sua esposa veio a falecer e depois de dez anos de viuvez, voltou a casar-se com uma viúva chamada Lucrécia Leme Borges de Cerqueira mãe de oito filhos. Dentro do segundo casamento teve uma filha.


1] Antônio Raposo Tavares, "o Velho", 11º AVÔ DE ANIBAL, o Bandeirante que mais aumentou as fronteiras do Brasil, cc Beatriz Bicudo, pais de:


2] Maria Raposo Tavares, LRC9-SQJ, cc Cel. Carlos de Moraes Navarro, G97Y-HXL, pais de:


3] Francisca de Macedo, cc Antonio Vieira Dourado, LV9T-Q2P, pais de:


4] Teresa Moraes, LWFP-8FZ,cc André do Valle Ribeiro, LRCM-RRM, pais de:


5] Antonio Ribeiro do Valle, LDSM-P1Y, cc Rosa Maria de Jesus, pais de:


6] Felisberto Ribeiro do Valle, LCQW-TR4, cc Ana Custódia de Paula, pais de:


7] Ignácio Ribeiro do Valle, LCRN-QM6, cc Ana Custódia da Conceição, pais de:


8] Ana Inácia, 1ª Baronesa Cajurú, cc 1º Barão Cajurú, 9FM1-2QX, 4ºsavós de Anibal,


 


pais de:


9] Ana Elisa da Conceição, cc Joaquim Carvalho de Arantes, pais de:


10] Ana Margarida Carvalho Arantes, cc João Antonio Avellar e Almeida, pais de:


11] Bernardina Carvalho de Arantes Avellar e Almeida, cc Joaquim Rodrigues d'Almeida, pais de:


12] Anna Arantes de Almeida cc Anibal de Barros Fernandes, pais de:


13] Anibal de Almeida Fernandes, cc Maria José Giordano Del Grande, pais de:


14] Ana Tereza Arantes da Almeida Alonso, cc Felipe Augusto Alonso, pais de:


15] Enrico Arantes de Almeida Alonso, *2010, 13º neto do bandeirante Raposo Tavares, *1598, em 412 anos de história em 15 gerações contínuas com 27,46 anos por geração.


PRINCIPAIS FEITOS DE RAPOSO TAVARES: Em 1628, participa enquanto imediato de sua primeira bandeira, chefiada por Manuel Preto, mas é Raposo Tavares quem toma a iniciativa da situação traçando planos e ordenando a bandeira com um efetivo de cem paulistas e 2 mil índios auxiliares. Esta expedição, dividida em quatro companhias rumou para a Província do Guaíra, situada na parte oeste do atual Estado do Paraná. Entre 1628 e 1629, destruiu 13 reduções jesuíticas, aprisionando cerca de 100 mil nativos, expulsando os jesuítas espanhóis da região (ver: Missões jesuíticas no oeste do Paraná), ampliando as fronteiras do Brasil e assegurando a posse dos territórios dos atuais estados do Paraná, de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Em 1638 partiu em nova expedição, para expulsar os jesuítas espanhóis estabelecidos nas reduções da região do Tapes, hoje Rio Grande do Sul. Raposo Tavares estivera em Portugal em 1647, sendo "encarregado de uma missão em grande parte secreta". A sua última expedição foi chamada a Bandeira de Limites ou a grande bandeira aos "serranos", os limites do Peru: "Embrenhou-se com algumas dezenas de homens no território mato-grossense, atingindo, pelo Madeira, o Amazonas, remontado até às terras de Quito e depois descido até Belém do Pará." (Ensaios Paulistanos, p. 634.) Considerada a primeira viagem em torno do território brasileiro, partiu em maio de 1648 do porto de Pirapitingui, em São Paulo, descendo o rio Tietê rumo aos sertões do baixo Mato Grosso. Contava com brancos, mamelucos e mais de mil índios. Um de seus principais auxiliares foi Antônio Pereira de Azevedo, baiano. Oficialmente destinava-se à busca de minas, sobretudo as de prata. Afirma Jaime Cortesão em seu livro "Raposo Tavares e a formação territorial do Brasil" que a parte oficial era descobrir metais preciosos mas a outra parte, secreta, seria conhecer melhor o Brasil para identificar os interesses de Portugal na região.

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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes