Ascendência de Anibal [*1944-sec XX] até Carlos Magno [*742-sec VIII] seu 43ºavô em 1.202 anos com 45 gerações continuas com a média de 26,7 anos por geração [dentro da média técnica de 25 a 35 anos por geração] pelo seu 12ºavô Balthazar de Mores de Antas.


Abril, 2020


Esse texto só foi possível graças à pesquisa feita por meu primo, Vinicius da Mata Oliveira, que informa baseado na linha de ascendência da pesquisa disponível na base de dados genealógicos: http://roglo.eu/roglo.


 1] Carlos Magno, [742-814] Imperador do Ocidente


cc [708] Imiltrude,


2] Alpais [Carolingiens] [770-852]


3] Suzanne de Paris


4] Wulgrin, Conde d’Angouléme, [825-886]


5] Amuna d’Angouléme, [há inconsistência]


6] Guillaume Garcie, Conde de Fézensac [895-960]


7] Gersende de Fezensac


8] Ava Raymondez de Ribagorza


9] Sancho I Conde soberano de Castela [965-1017]


cc Elvira Garcez rainha de Leon


10] Munia Elvira Sanchez Condessa soberana de Castela [995-1066]


cc Alfonso V Rei de Leon [994-1028]


11] Fernando I Rei de Castela [1017-1065]


cc Sancha Alonso Rainha de Leon [1014-1067]


12] Alfonso, o Bravo, Rei de Castela [1039-1109]


13] Alfonso de Castela [1058]


14] Mendo Fernandes de Bragançãos, Senhor de Bragança [1073-1139]


15] Fernão Mendes de Bragançãos, Senhor de Bragança [1096-1161]


16] Pedro Fernandes de Bragançãos, Senhor de Bragança,[1120-1194]


17] Vasco Pires [Veiron] de Bragançãos, [1150-1205]


18] Estevão Vasques de Antas Senhor do Paço de Antas


19] Pedro Esteves de Antas [1222]


20] Vasco Pires [Veiron] de Antas [1245]


21] João Vasques de Antas [1268]


22] Estevão Anes de Antas [1293]


23] Mendo Esteves de Antas [1319]


24] Afonso Mendes de Antas [1345]


25] Mendo Afonso de Antas [1380]


26] Estevão Mendes de Antas Senhor de Vimioso [1420-1482]


27] Leonor Mendes de Antas [1448]


29] Mendo Afonso de Antas [1465-1495]


30] Isabel Mendes de Antas [1492]


31] Inez Navarro de Antas [1512-1580]


32] Baltazar de Moraes de Antas [1535-1600] sec. XVI, Portugal 12ºavô de Anibal, cc Brites Rodrigues Annes


[SILVA LEME: TÍTULO MORAES: Vol. VII – (Pág. 03, Pag 25 e Pags 56/57)]


tiveram 4 filhos:


*Pedro de Moraes de Antas, c.c. Leonor Pedroso, com 7 filhos.


33] *Balthazar de Moraes de Antas, o moço, c.c. Ignez Rodrigues, 11ºs avós de Anibal, pais de 9 filhos, entre eles, Accenço que segue abaixo (Pag 25 Vol VII Cap 2, Silva Leme).


*Anna de Morais de Antas, casou primeiro com Pantaleão Pedroso, (irmão de Leonor Pedroso), com 2 filhos. Segunda vez com Francisco Velho, português, com 5 filhos.


*Izabel de Moraes, fal. em 1654, c.c. Luiz Fernandes, o Velho.


34] Accenço de Moraes d'Antas, (pg. 56), 10ºavô de Anibal, f.º do Cap. 2.º, faleceu em 1668 em S. Paulo com testamento, e foi casado com Maria de Siqueira Baruel f.ª de João Baruel e de Marianna de Siqueira. Tit. Jorges Velhos. A viúva Maria de Siqueira passou a 2.ªs núpcias com Antonio Rodrigues de Escudero f.º de Domingos Affonso de Escudero e de Maria Rodrigues. V. 5.º pág. 408.


O casal Accenço e Maria Teve 3 f.ºs, entre eles Isabel que segue:


35] Isabel de Moraes, 9ªavó de Anibal, tinha 6 anos em 1668, e casou 1.º com Pedro de Fontes Garcia falecido em 1679, e 2.ª vez com Manoel Fernandes Preto; faleceu Isabel de Moraes em 12/5/1739 em Itu com 80 anos de idade e teve:


Do 1.º marido o f.º:


36] Manoel de Moraes, 8ºavô de Anibal, casado com Josepha da Costa f.ª de Paulo da Costa Agostim e de Cecilia da Costa. Teve q. d.: (Pág. 56 Vol VII = Silva Leme)


37] Florência Francisca das Neves, c.c. Francisco Furtado Dutra, da Ilha do Fayal, Açores, 7ºs avós de Anibal, é nascido por volta de 1700, pais de 8 filhos:


7.1-Rita Maria da Conceição casada com João Duarte França,


7.2-Isabel de Moraes de Antas (é a irmã apontada por José Guimarães em sua carta de Jan/1987),


7.3-Josefa Francisca das Neves,


7.4-Antonio,


7.5-Iria,


7.6-Teresa Maria Dutra,


7.7-Francisco da Silveira Dutra,


38] Bernarda Dutra da Silveira nascida em Barbacena, MG. Casou com Antonio da Cunha de Carvalho, 6ºs avós de Anibal e foram pais de 13 filhos. Eles se estabeleceram na fazenda dos Pilões em Serranos, Freguesia de Aiuruoca. Antonio era irmão do Tenente Coronel Francisco da Cunha de Carvalho (ASBRAP 9º pesquisa de Aguinaldo Ribeiro da Cunha Filho) e de Domingos Carvalho da Cunha, todos os três filhos de Antonio da Cunha e Teodósia Álvares (estudo “Os irmãos Cunha de Carvalho - Carvalho da Cunha” e inventário de José Pereira de Carvalho - 1814). Testamento de Bernarda: Eu Bernarda Dutra natural e batizada na Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo, hoje vila de Barbacena, filha legitima de Francisco Furtado Dutra e Florencia Francisca das Neves já defuntos e de presente assistente nesta Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Aiuruoca.


Ela declara os 13 filhos abaixo:


1)Bento, 2)Antonio, 3)Anna (viúva de Antonio de Arantes Marques, f. a 17/5/1801, 5º avô de Anibal), 4)Cristóvão, 5)José, 6)Thereza (viúva de João Ferreira Villarinho), 7)Theodósia (avó do 1º Barão do Rio das Flores), 8)Margarida (casada com Custódio José Vieira que aparece no testamento de seu cunhado Antonio de Arantes Marques como arrendatário por 12 anos, da fazenda Conquista em Aiuruoca, que é o berço do Tronco Arantes-Aiuruoca e até hoje pertence à família Arantes), 9)Maria, 10)João, 11)Francisco (fal.), 12)Isabel (fal.) e 13)Manoel (fal.).


Segue a descendência da 3ª filha Anna, 5ª avó de Anibal:


39] Anna c.c. Capitão-Mor de Aiuruoca Antonio de Arantes Marques, [5ºs avós de Anibal], Aiuruoca, Mg, fundador da fazenda Conquista em 1768, séc. XVIII, que existe até hoje na posse de Arantes. Foram pais de 11 filhos legítimos entre eles Manoel Rufino 4º avô de Anibal, que segue abaixo:


40] Manoel Rufino c.c. Ana Joaquina Carvalho, pais de:


41] Joaquim (*1816) c.c. Ana Elisa Ribeiro do Valle Carvalho (*1825) (tem o mesmo nome Ana, que a mãe Ana Ribeiro do Valle, a avó paterna Ana Maria Joaquina, a tia paterna Ana do Ingaí, a avó materna Ana Custódia da Conceição, e as bisavós maternas Ana Custódia de Paula e Ana Maria da Conceição) é filha do 1º Barão de Cajurú:


1º Barão Cajurú, 4ºavô de Anibal, Decreto Registrado no Livro VIII, Pag. 54, Seção Histórica do Arquivo Nacional, com petição feita a 9/6/1860, pelo Visconde do Bonfim e pelo Visconde de Ipanema a Pedro II. Nasc. e bat. em 1797, São João d’El Rei, fal. 21/2/1869, S. Miguel do Cajurú, Ten-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem da Rosa em 1849 e da Ordem de Cristo.


42] Ana Margarida (*1842) c.c. João Antonio de Avellar e Almeida e Silva (*1833), neto de Manoel de Avellar e Almeida, Patriarca da Família Avellar e Almeida de Vassouras,


João Antonio de Avellar e Almeida e Silva, 2º avô de Anibal, é neto materno de Manoel de Avellar e Almeida, Patriarca do Tronco Avellar e Almeida de Vassouras, RJ, 4ºavô de Anibal, que tem entre seus descendentes 6 titulares: 5 Barões: Ribeirão, Massambará, Avellar e Almeida, 2º Barão do Rio das Flores, 1ª Baronesa do Rio das Flores e o Visconde de Cananéia todos eles ligados à cultura cafeeira.


O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 4ºs avós de Anibal, era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro, conforme o Inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, do autor Ricardo Salles.




BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA


 




Este Brasão foi concedido por Carta de Brasão em 1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11, ao Barão de Avellar e Almeida, Decreto de 7/1/1881, cujo título está registrado no Livro X pág. 70 Seção Histórica do Arquivo Nacional. É um título concedido ad personam sul cognome, isto é, dado a uma pessoa específica e apoiado sobre o nome da família do titulado. Esta forma de título só é usada quando o Imperador deseja prestar homenagem também à família, dignificando-lhe o nome. O Brasão tem um pé de café e uma abelha como arma heráldica e pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, que são exclusivos do Barão e não são hereditários, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico: Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 25/26.


Ana Margarida e João Antonio, são pais de:


43] Bernardina (*1869) c.c. Joaquim Rodrigues d’Almeida (*1866) pais:


44] Ana (*1907) c.c. Aníbal de Barros Fernandes (*1904), pais de:


45] Aníbal de Almeida Fernandes (*1944)


c.c. Maria José Giordano Del Grande pais de:


46] Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, (*1977), c.c. Felipe Augusto Alonso, filho de Geraldo Alonso Filho e Ana Regina Alonso. Passa a assinar Ana Tereza Arantes de Almeida Alonso, pais de:


47] Enrico Arantes de Almeida Alonso


Fontes documentais:


Alfredo Ellis Jr. informa que Balthasar de Moraes foi o único morador do Brasil a ter comprovação de nobreza de 1ª linha no séc. XVI. Esses documentos foram registrados na Câmara Municipal de São Paulo em 1670, por Francisco Velho de Moraes, neto de Balthazar.


Registro Geral da Câmara, SP, 1670


Pedro Taques informa que, Brites Rodrigues Annes nasceu em Portugal e era filha de Johanne Annes Sobrinho c.c. Maria Gonçalves que, de Portugal, tinham vindo à capitania de São Vicente; trazendo três filhas solteiras, entre elas Brites (alguns pesquisadores questionam essa procedência portuguesa da mãe da mulher de Balthazar e dessas 3 filhas, supondo que seriam nativas do Brasil=índias).


Bibliografia e prova documental, pesquisada para estruturar esse trabalho:


# Regina Maria Moraes Junqueira, SP, 1999, suas pesquisas/informações são a espinha dorsal deste trabalho.


# Informação de José Guimarães, insígne genealogista de Ouro Fino, MG por carta para Anibal em Jan/1987, dando a ligação de Bernarda com Balthazar de Moraes de Antas.


# Informação de Marcos Camargo, de San Diego, Califórnia, por correspondência eletrônica com Anibal em Out/2013. Prova documental: Florencia Francisca das Neves filha de Manoel de Moraes de Antas.


# Vinicius da Mata Oliveira, 14ºneto Balthazar: Registro Câmara de São Paulo 1670 e valiosa pesquisa nos Anais do Museu Histórico Nacional, pasta Volume XIV-1953, imagem 178 (pg 217), informa sobre a ascendência de João Maciel e que seu 4ºneto Domingos Antunes Maciel, obteve justificação de nobreza e pureza de sangue.


# Alfredo Ellis Jr.: A cidade e o planalto, Tomo I, pgs. 93/95, Martins Editora.


Genealogia Paulistana de Luiz Gonzaga da Silva Leme Vol. VII-Título Moraes


 

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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes