ASCENDÊNCIA DE ANIBAL [1944] ATÉ TEODORICO 1º [*391], 46º AVÔ DE ANIBAL, PELA 1ª Baronesa de Cajurú, 4ªavó DE ANIBAL, EM 48 GERAÇÕES CONTÍNUAS EM 1.553 ANOS DE HISTÓRIA COM 32,35 ANOS POR GERAÇÃO [dentro da média de 25 a 35 anos por geração]


Esse texto só foi possível graças à pesquisa feita por mim nas informações da árvore genealógica disponibilizada no site de FAMILYSEARCH pertencente à Igreja de Jesus Cristo das Santos dos Últimos Dias com 100.000.000 de usuários - DEZ-2019


Ana Inácia, 1ª Baronesa de Cajurú, 4ªavó de Anibal, é filha de Inácio Ribeiro do Valle (1783-1853) e de Ana Custódia da Conceição (b. em 1788 e f. a 13/12/1839, filha de José Alves Lima e Ana Maria da Conceição), neta de Felisberto Ribeiro do Valle radicado em Andrelândia c.c. Ana Custódia de Paula, f. em Andrelândia (filha de Domingos da Costa Guimarães, c.c. Rita de Souza), bisneta de Antonio Ribeiro do Valle, radicado em Andrelândia, trineta de André do Valle Ribeiro (8ºavô de Aníbal), nasceu a 24/5/1675, na Freguesia de Valongo, Bispado do Porto, Portugal, (filho de Domingos Francisco e de sua mulher Maria do Valle) e falecido em São João d’El Rei, em 1721, onde foi membro da Câmara em 1719, é o Patriarca da Família Ribeiro do Valle no Brasil cuja ascendência está descrita conforme a relação abaixo compilada no site FAMILYSEARCH da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias com 100 milhões de usuários:


1] Teodorico I (Visigodo), 9XXR-6W9, 46ºavô de Anibal, rei dos Visigodos, ca 391-451, c.c. PEDAUQUE [*463], KCWR-P9M


Teodorico I morreu em 451, na batalha dos Campos Cataláunicos, na qual a federação formada pelos RomanosVisigodosAlanosBurgúndios e Francos derrotaram os Hunos de Átila, sob o qual também combatiam os Ostrogodos, os Citas, os Hérulos, os Gépidas, os Sármatas e outras tribos germânicas menores;



pai de:


2] Eurico I (Visigodo), LH8H-BMJ, , Imperador de Hispania 426/-484


Eurico (ca. 420 — 484). Foi rei dos visigodos, depois de assassinar o seu irmão Teodorico II, entre 466 e 484. Era filho de Teodorico I e sucedeu-lhe o seu filho Alarico II. O reinado de Eurico coincidiu com a queda do Império Romano do Ocidente, quando o último imperador, Rómulo Augústulo, foi destronado em 476 pelo ostrogodo Odoacro. Em virtude do tratado de federação (foedus) firmado com Roma em 418, os Visigodos eram um povo admitido a viver no seio do Império, concretamente no sul das Gálias. Eurico denunciou o foedus e declarou o seu reino independente de Roma. Casou-se com Ragnagilda, aparentemente filha de Meroveu, rei dos Francos. Apoderou-se de muitos territórios nas Gálias e na Hispânia. Combateu os Saxões e os Francos, e fez do reino visigodo o mais influente e poderoso da sua época. Apesar de a corte se ter nominalmente deslocado para Arles, permanecia em Tolouse. Demonstrando grande capacidade política, mandou registar, metodicamente, os antigos costumes e práticas jurídicas dos Visigodos no Código de Eurico (Codex Euricianus), que vigoraram até que o rei Recesvinto os fundiu com o direito romano. Eurico foi também um ariano fanático.


3] Alarico II (Visigodo), LY6V-5N4, 44ºavô de Anibal Dinastia Balto, rei dos Visigodos, 458-507:


Alarico II foi o oitavo rei dos Visigodos. Sucedeu ao seu pai Eurico a 485 e reinou até 507. Casou-se com Teodegunda, filha do primeiro casamento do rei ostrogótico Teodorico, o Grande (r. 474–526). Em 486 Alarico II negou refúgio a Afrânio Siágrio, governante romano do chamado Domínio de Soissons (último reduto do Império Romano do Ocidente) derrotado por Clodoveu I. Alarmado pelas intimidações de Clodoveu, Alarico o remeteu ao nobre romano, que foi decapitado.


Morreu na batalha de Vouillé em 507, na qual os visigodos enfrentaram as tropas do rei franco Clodoveu I. A derrota dos visigodos nesta batalha marcou o desaparecimento do reino de Tolouse, pois suas possessões gaulesas, exceto a Gália Narbonense, se perderam. Sucedeu-lhe seu filho Gesaleico, o qual tentou a recuperação dos restos do reino de Tolouse até a Hispânia. Alarico II elaborou um Código de leis para seus súditos “romanos”, conhecido como Breviário de Alarico (506), fundado no velho direito romano. Este não se aplicava aos godos, que se regiam pelo direito consuetudinário do povo visigodo (recompilado no ano 475 pelo rei Eurico no Codex Euricianus (Código de Eurico), diferenciando-se assim os godos vencedores dos vencidos hispano-romanos; pai de:


4] GESALIC, LYPC-GP5


5] LEOVIGIL, LZ26-T6J


6] Sto HERMENEGILDO [565-586], L4Y4-V7L, 41º avô de ANIBAL, L1M4-BSC, cc Berswinde Merovingea, L1X3-6KF, que é bisneta de Clóvis, 1º Rei da França, LX7Z-CX9 e Sta Clotilde, LDS1-X2C


7] ATANAGILDO, LZ2N-46N


8] FLAVIO VISIGODO, LZPK-SGG


9] FLAVIO ERVIGIO, LK4T-VQX


10] FLAVIO COIMBRA, GS7W-YG5


11] THEUDO COIMBRA, LZFC-JGV


12] MENDO HERMENEGILDEZ, LX7G-PZJ


13] CONDE GUTERRE HERMENEGILDO, LK4T-T78


14] DUQUE HERMENEGILDO, LBJZ-6SS


15] CONDE PELAYO, L6H7-7LN, cc ALDONZA DE LEON, LVDH-TBY


16] GAUSFREDO, L64R-4RY


17] OSÓRIO IV GUTIERREZ, LB5Q-LCX


18] TRASTAMIRO HERMIGIO, L6DY-1KN


19] PELAIO GUTERREZ DA SILVA, LB7P-QD7


20] GUTERRE DA SILVA, LHZB-4ZL


21] PAIO GUTERREZ DA SILVA, KLTB-P14 


22] PEDRO SOARES DE BELMIR, L8RL-KM3


23] RODRIGO GARCEZ DE AZA, L5B1-NSD cc SANCHA DE BELMIR, L2JB-VGP


24] GONÇALO RODRIGUES DE MORAES, L5B1-VFN


25] MARTIM GONÇALVES DE MORAES, LVSM-2ZQ


26] ALCAIDE-MOR RUI DE MORAES, LVSM-2Z9


27] MENDO ESTEVES DE ANTAS, M3Q4-RMY, c.c. INES RODRIGUES DE MORAES, L8RJ-PX9


28] AFFONSO PIRES DE MORAES ANTAS, MSL3-QG1, cc ALDONÇA GONÇALVES


29] MENDO AFONSO DE MORAES ANTAS 1406-1468, KLXM-85Y, cc MARGARIDA DE VASCONCELOS


30] ESTEVÃO DE MORAES ANTAS 1435-1520 K238-921 cc MARIA DE MADUREIRA, KNJN-25T


31] VASCO RODRIGUES MORAES ANTAS II *1450, 2423-X9T, cc MICAELA ALBUQUERQUE


32] FRANCISCO RODRIGUES MORAES, GSHT-W2Z, cc ISABEL MENDES DE ANTAS, GSHR-TJR


33] PEDRO DE MORAES ANTAS 1490-1575, LC35-VX9, cc INES NAVARRO, LKNQ-HWB


34] BALTHAZAR DE MORAES DE ANTAS 1535-1600, L8RJ-VWM, cc BRITES RODRIGUES ANNES, LYFG-4ND, 13ºs avós de ANIBAL, L1M4-BSC


35] PEDRO DE MORAES DE ANTAS 1579-1644, G97Y-HS7, cc LEONOR PEDROSO DE ALVARENGA, LRC9-N2B


36] PEDRO MORAES DE MADUREIRA 1597-1647, LH18-L95,


37] CORONEL CARLOS DE MORAES NAVARRO 1633-1672, G97Y-HXL, cc MARIA RAPOSO TAVARES LRC9-SQJ


38] ANTONIO VIEIRA DOURADO LV9T-Q2P, cc FRANCISCA DE MACEDO 1670-1698, LCJ8-XYN


39] ANDRE DO VALLE RIBEIRO 1675-1721, LRCM-RRM, cc TERESA DE MORAES 1693-1727, LWFP-8FZ, 8ºs avós de Anibal


40] ANTONIO DO VALLE RIBEIRO 1713-1763, LDSM-P1Y, cc ROSA MARIA


41] FELISBERTO RIBEIRO DO VALLE 1753-1793, LCQW-TR4, cc ANA CUSTÓDIA DE PAULA


42] CAP. IGNACIO RIBEIRO DO VALLE 1782-1853, LCRN-QM6, cc ANA CUSTÓDIA


43] 1ª Baronesa de Cajurú, 9FSR-1T4, 4ªavó de Anibal cc 1º Barão de Cajuru, 9FM1-2QX, 4ºs avós de Anibal



Os 1ºs Barões de Cajurú são pais de:


44] Ana Elisa da Conceição, 3ª avó de Aníbal, em 1ªs núpcias c.c. Joaquim Carvalho de Arantes, 3ºavô de Anibal, bat. em Aiuruoca, 1816, MG, (6o filho de Manoel Rufino de Arantes c.c. Ana Joaquina de Carvalho, que é irmã do 1º Barão de Cajurú), Joaquim é 9º neto de João de Arantes 13ºavô de Anibal, Condestável d’El Rei João 2º


Ana Elisa da Conceição, registrada no Livro de Batismos de 2/12/1855, pg. 21, da Paróquia de Sto. Antonio do Rio Bonito de Conservatória, RJ, no batismo de sua filha Ursulina, a 16/10/1855, onde Ursulina, filha do seu 2º casamento, está registrada como neta materna do, ainda, Comendador João Gualberto de Carvalho, pois o Título de Barão de Cajurú, só foi recebido a 30/6/1860. Ana Elisa da Conceição, também aparece como herdeira no testamento de sua mãe, Ana Inácia da Conceição Ribeiro do Vale, 1ª Baronesa de Cajurú, lavrado na Cidade do Turvo, a dois de setembro de mil oitocentos e oitenta. Baronesa de Cajurú. No Livro 2º, fls. 42v/45 do Registro de Testamentos do Cartório do 1º Ofício da Comarca de Andrelândia, MG.



Ana Elisa da Conceição de Carvalho em seu 1º c.c. Joaquim Carvalho de Arantes, (*1816), são pais de:


45] Ana Margarida (2ª avó de Aníbal) c.c. João Antonio Avellar e Almeida e Silva, Valença, RJ,


João Antonio de Avellar e Almeida e Silva, neto paterno de Manoel de Avellar e Almeida, Patriarca dos Avellar e Almeida de Vassouras, 4º avô de Anibal, que tem entre seus descendentes 6 Titulares: Barão do Ribeirão, Barão de Massambará, Barão de Avellar e Almeida, Barão e Visconde de Cananéia, 1a Baronesa do Rio das Flores, 2o Barão do Rio das Flores, todos eles ligados à cultura cafeeira fluminense, iniciada em 1780. O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 4ºs avós de Anibal, era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro conforme o Inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, do autor Ricardo Salles.




                 BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA


Carta de Brasão, registrada no Livro II, fls. 9/11, do Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil concedida a 22/11/1881. O Brasão pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico, um detalhe a ser destacado: o Brasão contém um pé de café e uma abelha como arma heráldica. (Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 25/26).


Ana Margarida e João Antonio Avellar e Almeida e Silva, pais de:


46] Bernardina Avellar e Almeida Carvalho de Arantes c.c. Joaquim Rodrigues de Almeida, em 1890 vieram de Vassouras para Araraquara, SP, fazenda Baguary de café, pais de 12 filhos: Luisa (1891), Mário (1893), Maria (1898), Alzira (1900), Isaura (1902), Joaquim (1905), Luis (1906), Anna (1907, 3ªavó de Anibal que segue), Esther (1910), José (1911), Bernardino (1912), Orlando (1914).


47] Anna Arantes de Almeida, c.c. Anibal de Barros Fernandes, pais de:


[Anibal de Barros é filho de João Antonio Fernandes c.c. ANA JOAQUINA DE BARROS, Campinas/Agudos, SP. Anibal de Barros é neto por parte de pai de Antonio José Fernandes e Ana Joaquina Adão, Vila Real, Portugal. Anibal de Barros é neto por parte de mãe de André Gonçalves e MARIA FRANCISCA DE BARROS, 2ªavó de Anibal, Campinas SP, que é irmã de Adriano Júlio de Barros, n. em 1868, médico e presidente da Câmara Municipal de Campinas no séc. XIX, c.c. Altimira Alves Couto, pais de: Adriano, Argemiro, Antonio Carlos, Maria Amélia, Julieta e Lilia que é c.c. um filho de José Vicente de Azevedo, Conde Romano de Vicente de Azevedo (título da Santa Sé no século XX). MARIA FRANCISCA DE BARROS, (avó de Anibal de Barros e 2ªavó de Anibal de Almeida) e Adriano Júlio são filhos do Comendador JOSÉ JULIO DE BARROS e de Emerenciana Ferreira Zimbres de Queirós, (2ºs avós de Anibal de Barros e 3ºs avós de Anibal de Almeida), portugueses da freguesia de Gouvães do Ouro, Concelho de Sabrosa, Vila Real, que vieram para o Brasil na segunda metade do séc. XIX; Anibal de Barros é 3ºneto paterno de Bernardo Rodrigues Salgado e de JUSTINA DE BARROS, 4ºs avós de Aníbal de Almeida (de JUSTINA chegamos até DOMINGOS DE BARROS, nas. 1680, 8ºavô de ANIBAL). Anibal de Barros é 3ºneto materno de ZEFERINO DE QUEIROZ e de Maria Ferreira Zimbres, 4ºs avós de Anibal de Almeida (de ZEFERINO chegamos até MANOEL DE QUEIROZ ALVARES, nas. 1635, 9ºavô de ANIBAL)].


48] Anibal de Almeida Fernandes c.c. Maria José Giordano Del Grande, pais de:


49] Ana Tereza Arantes Almeida Fernandes c.c. Felipe Augusto Alonso, pais de:


50] Enrico Arantes de Almeida Alonso (*2010).


Ana Elisa 2º c.c. Joaquim Alves Gomes, (ou Gomes Alves, como registram alguns historiadores) era filho de Manoel Alves Gomes, dono da sesmaria de São Manoel, que houve por compra de Custódio Ferreira Leite, o Barão de Aiuruoca, irmão do Comendador Anastácio (4º avô de Flávio Mário Jr.). Nessa sesmaria foi fundada a Fazenda Mato Dentro, contígua à Fazenda Santa Bárbara. Pais de 7 filhos.


A 1ª Baronesa de Cajurú, Ana Inácia da Conceição Ribeiro do Vale de Carvalho, 4ªavó de Anibal, faleceu a 11/1/1889, e está enterrada em um jazigo no cemitério da cidade de Andrelândia, MG. O Testamento da 1ª Baronesa, feito na cidade do Turvo a 2/9/1880, está registrado no Livro 2º, fls. 42v/45 do Registro de Testamentos do Cartório do 1º Ofício da Comarca de Andrelândia, e tem bens arrolados no valor de 145:597$742 (cento e quarenta e cinco contos, quinhentos e noventa e sete mil e setecentos e quarenta e dois reis) correspondentes à sua terça parte, o que nos permite avaliar a fortuna do 1º Barão de Cajurú, considerando a terça parte da Baronesa mais os 2/3=legítima do Barão, temos um patrimônio total de 436:793$221. Em 1869 quando 1:000$000 (1 conto de réis) comprava 1 kg de ouro temos 436,793 kg. e, hoje em dia, considerando a gr. de ouro a R$ 197,19 (21/10/19), teríamos um patrimônio de R$ 86.131.212,00 milhões.


Flávio Mário Jr., primo de Anibal e, 3º neto, por varonia do 1º Barão de Cajurú, submeteu-se no Laboratório de Genética Dr. Sérgio Danilo Junho Pena, MG, ao exame do cromossomo Y de ancestralidade paterna (Carvalho) tendo como resultado que pertence ao haplogrupo R1b, que são os mais antigos europeus, tendo chegado na Europa há 40.000 anos atrás.


Fontes pesquisadas para estruturar este trabalho:


FAMILY SEARCH: QUE CONTEM DADOS DOS REGISTROS DA IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ULTIMOS DIAS [MÓRMONS] DISPONIBILIZADOS NA INTERNET


*Livro Terra de André do autor Marcos Paulo Souza Miranda e Flávio de Carvalho O Comedor de Emoções de J. Toledo e foi complementado, atualizando os dados sobre os filhos.


*Nota: Flávio Rezende de Carvalho, famoso modernista, n. a 10/8/1899 em Barra Mansa, era filho de Raul de Rezende de Carvalho e de Ophélia Crissiuma, neto de Custódio Ribeiro de Carvalho, bisneto do 1º Barão de Cajurú.


*Arquivo Público Mineiro: MP caixa 13, doc. 16 > Censo de 5/12/1831, Juiz de Paz Antonio Francisco de Azevedo, do Curato do Turvo, Freguesia de Aiuruoca, Termo de Baependi: informa que: no 18º quarteirão de moradias cujo Oficial era Joaquim José da Fonseca, está registrado


João Gualberto Carvalho (branco, 34 anos=1797): Ana (branca, 27 anos=1804) e 5 filhos: 1) Manoel (11 anos=*1820), 2) Maria (5 anos=*1826), Nicolau (3 anos=*1828), Ignácio (2 anos=*1829) e Martiniano (1 ano=*1830). Atenção: Nicolau e Martiniano não aparecem em nenhum outro registro, o que indica provável morte na infância, e é longo o espaço entre 1820 e 1826 sem nenhum filho. Nota: em outros registros este espaço é preenchido por Militão bat. 1823 (herdeiro da fazenda das Bicas e futuro 2º Barão de Cajurú) e minha 3ª avó, Ana, nasc. 1821 ou 24, que não aparecem no Censo do Turvo de 1831.


http://br.geocities.com/projetocompartilhar1/censo1831turvo


*Anuários Genealógicos Brasileiros Ano: I, II, III (fl. 397: data da morte do Barão de São João d’El Rei), IV, VI, VII, e IX, do Instituto Genealógico Brasileiro, São Paulo, SP.


*Efemérides de São João d’El Rei, de Sebastião Oliveira Cintra, 2ª Edição; informa a morte do 1º Barão de Cajurú em São Miguel de Cajurú, São João d’El Rei, MG.


*As Ilhoas, de José Guimarães, Revista Genealógica Latina, Vol XII, 1960.


*Os Morais de São Paulo, de José de Avellar Fernandes, Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1953.


*Texto gravado no Mausoléu do 1º Barão de Cajurú na fazenda Sant’Anna em Quatis (RJ), que pertencia a Manoel Marques Ribeiro, sogro do filho do Barão (João Pedro), foi fornecido por Roberto Guião de Souza Lima, pesquisador de Volta Redonda, RJ.


*Lúcio Corbolan, atual proprietário da Fazenda Sant’Anna: forneceu datas de nascimento e falecimento de João Pedro de Carvalho e sua mulher Maria Isabel Marques Ribeiro, retiradas dos túmulos existentes na fazenda.


*Flávio Mário de Carvalho Jr.: trineto do 1º Barão que forneceu importantes dados de pesquisas feitas in situ, em especial no Livro de Batismos de 1855, da Paróquia de Sto. Antonio do Rio Bonito de Conservatória, RJ, forneceu, inclusive, os locais onde estão enterrados os filhos do 1º Barão de Cajurú. Informou os 7 filhos e netos do 2º casamento de Ana Elisa, com as datas de nascimento de Getulio (*1854) e Ursulina (*1855).


*3 Ilhoas


A filiação das 3 Ilhoas segue os documentos oficiais dos Açores, abaixo elencados fornecidos por Helena Freitas da Silva, Mar-2015: .  http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/FAL-HT-ANGUSTIAS-C-1666-1716/FAL-HT-ANGUSTIAS-C-1666-1716_item1/P27.html



Casamento de Maria Nunes com Manuel Gonçalves, o Burgão, 8ºs avós de Anibal


22 Julho 1685 – Maria Nunes, filha de João Nunes e de sua mulher Madalena Jorge, fregueses desta freguesia (Angústias, Faial) com Manuel Gonçalves, filho de João Gonçalves e de sua mulher Inês Correia, fregueses do Espírito Santo da Feiteira. Foram presentes o Capitão António Machado e Bartolomeu Gaspar Godinho e outros. (Faial, Horta, Angústias, Casamentos, 1666-1716, fl 27v).


A filiação das 3 Ilhoas segue a documentação disponibilizada em


http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/FAL-HT-ANGUSTIAS-B-1666-1694/FAL-HT-ANGUSTIAS-B-1666-1694_item1/P64.html, abaixo mostrada, que comprova o nascimento, a filiação e a irmandade das 3 Ilhoas:


21.02.1687 – Antónia,


08.02.1707 - 7h pm – Júlia


15.01.1710 - 2h am – Elena


*Francisco Tadeu Fernandes, forneceu fotos da Tese de Custodio Ribeiro de Carvalho Jr., 2010.


*Família Carvalho Duarte Dicionário das Famílias Brasileiras, Cunha Bueno/Carlos Barata, Brasília, 2000.


*Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. 3º neto do 1º Barão de Cajurú, forneceu dados sobre Custodio Ribeiro de Carvalho Jr. 2011.


*Flávio Mário de Carvalho Jr. 3º neto do 1º Barão de Cajurú, forneceu dados sobre a 3ª avó de Anibal, Ana Elisa da Conceição, obtidos em sua pesquisa no Livro de Batismos de 1855, da Paróquia de Sto. Antonio do Rio Bonito de Conservatória, RJ.


*VASSOURAS a Brazilian Coffee County, 1850-1900 Stanley Stein, Harvard University, 1957:


retrata de maneira clara e objetiva o começo, formação e início da decadência de Vassouras, quando terminam as matas virgens para derrubar e plantar e a rotina míope dos vassourenses que não adubam ou cuidam de proteger a terra onde plantam; e eu nunca tinha lido sobre a confusão e decadência que causou a implantação da estrada de ferro (D. Pedro II) para as vendas e comércio da estrada de terra (Estrada da Polícia). Também me impressionou a mudança das tropas de mulas (cada uma com 9 arroubas) que custavam 33%!!!!!!!!! do que valia o café para transportá-lo até o Rio e quando chega o trem que facilita tudo e fica rei o carro de boi que carregava 100 arroubas até as estações e derruba o custo do transporte e a perda de café e mulas nos constantes acidentes anteriores e Vassouras fica riquíssima e muito sofisticada no seu modo de vida.


Genealogia Paulistana, de Luiz Gonzaga da Silva Leme, (*1852 - †1919)


Título Moraes: Volume VII: Pág. 03, Pg. 25 e 56


Volume VII pg 3 > Moraes: Esta família teve princípio em Balthazar de Moraes de Antas, 12º avô de Anibal, que de Portugal passou a S. Paulo onde casou com Brites Rodrigues Annes f.ª de Joanne Annes Sobrinho, que de Portugal tinha vindo a esta capitania trazendo solteiras três filhas, que todas casaram com pessoas de conhecida nobreza.


Pedro Taques, de quem copiamos esta notícia sobre os Antas Moraes e que por sua vez copiou-a do título dos Braganções na livraria de José Freire Monte Arroio Mascarenhas em 1757.



http:// geocities.yahoo.com.br/projetocompartilhar = Caetano de Carvalho Duarte.


http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoDomingosdaCostaGuimaraes.htm


Os Carvalho Duarte no Sul de Minas (atualizado em 06-Abril-2008)


As Três Ilhoas, vol 1º, fls. 326, 4-4, com 6 filhos.


Capitão José Alves Lima (atualizado em 11-Novembro-2007


http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=205649


Bem vindo à Fazenda das Bicas > Inaugurada pelo 1º Barão do Cajurú em 1863?, a Fazenda das Bicas, totalmente restaurada pelos atuais proprietários, conserva ainda seus traços > www.andrelandia.net/fazendabicas.htm


# The Bee: Symbol of immortality and resurrection, the bee was chosen so as to link the new dynasty to the very origins of France. Golden bees (in fact, cicadas) were discovered in 1653 in Tournai in the tomb of Childeric I, founder in 457 of the Merovingian dynasty and father of Clovis. They were considered as the oldest emblem of the sovereigns of France.



# Jean-Jacques Chifflet: On May 27, 1653 a mason, Adrien Quinquin, working on the reconstruction of the church of Saint-Brice in Tournai, discovered a Merovingian tomb containing various articles, including a leather purse containing gold coins, a gold bracelet, some pieces of iron, and numerous pieces of gold cloisonnéed with garnets, among these the 300 bees. One of the pieces was a ring with the inscription CHILDERIC REGIS, identifying the tomb as that of Childeric I, father of Clovis. The discovery excited great interest in Tournai and Brussels. Archduke Leopold William, Spanish governor of the Netherlands, put his personal physician, Jean-Jacques Chifflet, in charge of studying and publishing the finds. In 1655 he published his work, Anastasis Childerici I Francorum regis, sive thesaurus sepulchralis Tornaci Neviorum effossus et commentario illustratus. Leopold William took the treasure to Vienna when he left the Netherlands in 1656. On his death, the treasure became the property of the Emperor of Austria, Leopold I. In 1665 Leopold gave the treasure to Louis XIV as a gift in recognition of the help of the French against the Turks and against a revolt of Austrian subjects in Hungary.


www.genealogiahistoria.com.br


 

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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes