Avellar e Almeida


Este Brasão foi requerido ao Imperador Pedro II, foi concedido e passado por Carta de Brasão a 22/11/1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11. O Brasão tem um pé de café e uma abelha como arma heráldica e pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, que são exclusivos do Barão e não são hereditários, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico: (Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 25/26).


The Bee: Symbol of immortality and resurrection, the bee was chosen so as to link the new dynasty to the very origins of France. Golden bees (in fact, cicadas) were discovered in 1653 in Tournai in the tomb of Childeric I, founder in 457 of the Merovingian dynasty and father of Clovis. They were considered as the oldest emblem of the sovereigns of France.



 Enrico Arantes de Almeida Alonso


 O nome próprio Enrico, deriva de Henrik, a raiz é antiga e teve origem nas brumas do tempo da velha Germânia como Heinrich palavra formada por HEIM que significa Casa ou Pátio e RIHHI que significa Poderoso Príncipe, ou seja, Senhor ou Príncipe da Casa é, em suma, O CHEFE. De Henrik passou a Henricus, em latim e, desta, às variações, Enrico, Henry, Henri, Henrique e outras mais.


 Nascido às 19,15h. de 15/10/2010, dia de Sta Tereza de Ávila


Pai: Felipe Augusto Alonso


Mãe: Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes


Avós Paternos: Geraldo Alonso Filho e Ana Regina d’Andretta


Avós Maternos: Aníbal de Almeida Fernandes e Maria José Giordano Del Grande


Bisavós Paternos: Geraldo Alonso e Elza Martorelli


Bisavós Maternos: Aníbal de Barros Fernandes e Anna Arantes de Almeida


# 6º neto de Manoel de Avellar e Almeida, RJ.



# 6º neto de João Gualberto, 1º Barão de Cajurú a 30/6/1860, MG.


Decreto Registrado no Livro VIII, Pag. 54, Seção Histórica do Arquivo Nacional, com petição feita a 9/6/1860, pelo Visconde do Bonfim e pelo Visconde de Ipanema a Pedro II. Nasc. e bat. em 1797, São João d’El Rei, fal. 21/2/1869, S. Miguel do Cajurú, Ten-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem da Rosa em 1849 e da Ordem de Cristo. O 1º Barão de Cajurú é pai da Viscondessa de Arantes, do 2º Barão de Cajurú e da Baronesa de São João d’El Rei.


# 7º neto do Capitão-Mor de Aiuruoca Antonio de Arantes Marques, MG.



# 8º neto de Caetano de Carvalho Duarte, MG.


# 9º neto de Antonia da Graça (3 Ilhoas), MG.




# 10º neto de André do Valle Ribeiro, MG.


# 14º neto de Balthazar Moraes Antas, *1537 em Portugal, 1556 estava no Brasil, a 30/1/1579 Juiz da Vila de São Paulo, SP, com Carta de Nobreza e Pureza de Sangue, reconhecida a 23/11/1580, por Cosme Rangel de Macedo, Ouvidor Geral de toda a costa do Brasil e São Vicente, e registrada na Câmara de São Paulo em 1670.



# 15º neto de João de Arantes, *1460, Morador da Casa Real, a 2/1/1488 Condestável d’El Rei João 2º, em 1495 é Senhor de Romay, Escudeiro Fidalgo, Portugal.



 # 29º neto de Afonso Henriques, 1º Rei de Portugal a 25/7/1139, em 31 gerações contínuas em 901 anos de história. Base de dados genealógicos: Roglo (http://roglo.eu/roglo?).



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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes