Família CARVALHO DUARTE, São Miguel de Cajurú, MG, e seus 11 Titulares no Império do Brasil descendentes de Caetano de Carvalho Duarte


1º Barão de Cajurú (4ºavô Anibal), 2º Barão de Cajurú (tio 3ºavô Anibal), Barão de São Tomé, Barão de Conceição da Barra (neto do Marquês de Valença), Viscondessa de Arantes (tia 3ªavó Anibal), Baronesa de São João d’El Rey (tia 3ªavó Anibal), Baronesa de Ponte Nova, (neta do Marquês de Valença), 1º Barão Entre Rios, Visconde Entre Rios, Visconde do Rio Novo e 2ª Condessa do Rio Novo.

 Pesquisado por Anibal de Almeida Fernandes, 6º neto de Caetano de Carvalho Duarte, com o objetivo principal de tornar mais clara a interdependência geográfica e familiar das famílias dos Titulares do Império no século XIX, não podemos ignorar que em 1823 havia cerca de 4 milhões de habitantes e em 1889 havia 14 milhões de habitantes no Brasil e ao longo desses 67 anos de Império apenas 986 pessoas receberam títulos, ou seja, apenas 0,0070% da população.

Adendas de Flávio Mário Jr, 3º neto do 1º Barão de Cajurú.

Atualizado, Novembro, 2016.

Esses Carvalho de São Miguel do Cajurú procedem de João de Carvalho, fal. 26/12/1735, 7ºavô de Anibal.

João é filho de Gonçalo Simões, bat. 7/11/1624, fal. 21/10/1704. Gonçalo, natural de Macieira é filho de Sebastião Simões (fal. 22/5/1661) e de Ana Vaz, casados em 14/11/1616. Gonçalo em abril de 1646 casou-se em Silvares, com Domingas Gaspar (bat. 29/12/1624, fal. 24/10/1662) filha de Belchior Gonçalves e Catarina Gaspar.


João de Carvalho, a 29/6/1687, em São Miguel de Silvares no Arcebispado de Braga, Portugal, c.c. Domingas Duarte, (bat. 8/6/1660, fal. 23/11/1726), filha de Inácio Manuel e Maria João: "Aos vinte de junho de 1650 re receberão nesta Igr.ja Inacio Manoel com Maria João do perrexil forão test.as An.tº G.lz do carreiro e G.lo André do Carvalho da fr.gª de Silvares. Velho", freguesia de Nevogilde, no mesmo Concelho de Lousada, distrito do Porto.



Domingas Duarte, é filha de Inácio Manoel c.c Maria João, é neta de Domingos Manoel, (+6/2/1665 aos 95 anos), morador na freguesia de Silvares, Concelho de Silvares, Porto, Portugal, c.c. Francisca Fernandes (+20/2/1644 aos 79 anos). 



João de Carvalho e Domingas Duarte, são pais de, pelo menos, 2 filhos: Manoel e Caetano que vieram para o Brasil em princípios do séc. XVIII constituindo-se numa antiga família de abastados proprietários rurais membros da chamada aristocracia rural cafeeira de São João d’El Rei, Minas Gerais, com ramificações em Andrelândia (MG) e Barra Mansa (RJ).

Nota: as informações aqui retratadas foram retiradas dos livros paroquiais das freguesias de Silvares e Macieira, ambas no Concelho de Lousada, distrito do Porto, por Vinicius da Mata Oliveira que mas forneceu em Set/2013.

João de Carvalho e Domingas Duarte, são pais de, pelo menos, 2 filhos: Manoel e Caetano que vieram para o Brasil em princípios do séc. XVIII constituindo-se numa antiga família de abastados proprietários rurais membros da chamada aristocracia rural cafeeira de São João d’El Rei, Minas Gerais, com ramificações em Andrelândia (MG) e Barra Mansa (RJ).

Suas descendências são descritas a seguir:

1) Descendência do Manoel, tio 6º avô de Anibal, bat. em Out/1692, em Silvares, Braga, Portugal, foi para Prados, c.c. Bárbara Ferreira Brandão, fal. 16/8/1792, nasc. em São Gonçalo, RJ, pais de 4 filhos:

1) Maria, 2) Manoel Carvalho Duarte (+27/12/1812) c.c. Leonor Maria da Assunção pais de 5 filhos, 3) João Ferreira de Carvalho e 4) Ana Felipa (+20/7/1828) c.c. Manoel da Costa Rezende pais de 5 filhos.

2) Descendência do Caetano, 6º avô de Anibal, bat 24/12/1702, em Silvares, Braga, Portugal, que se estabeleceu em São Miguel de Cajurú, MG, sendo o Patriarca do Tronco Carvalho Duarte-Cajurú. Caetano de Carvalho Duarte de seu casamento com Catarina de São José, filha de Antonia da Graça (3 Ilhoas) c.c. Manoel Gonçalves da Fonseca, (Manoel Gonçalves da Fonseca e sua mulher Antonia da Graça, são 7ºs avós de Anibal, eles vieram para o Rio de Janeiro da Ilha do Faial, Açores, cerca de 1723, trazendo 2 filhas, Maria Teresa e Catarina de São José, esta com 2 anos de idade. Foram conduzidos para São João d’El Rei pelo conterrâneo Diogo Garcia que já estava no Brasil há algum tempo. Antonia da Graça ainda vivia em São João d’El Rei em 1745 e sobreviveu ao marido).

Caetano e Catarina foram proprietários da Fazenda Cajurú, onde viveram, ele faleceu a 23/12/1784 ela a 30/7/1787, ambos sepultados dentro da Capela da Ordem Terceira de São Francisco.

Aos vinte e trez de Dezembro de mil setecentos e oitenta e quatro faleceo com todos os Sacramentos = Caetano de Carvalho Duarte casado com Catherina de São José = foi encomendado e acompanhado e sepultado dentro da ordem terceira de São Francisco desta villa: fez testamento. O Coadjor Joaquim Pinto da Silveira.

Aos trinta de Julho de mil setecentos e oitenta e sete faleceo com todos os Sacramentos= Catherina de São José viúva de Caetano de Carvalho Duarte foi encomendada e acompanhada e sepultada dentro da Venerável ordem terceira de São Francisco desta villa na forma de seu testamento. O Coadjor Joaquim Pinto da Silveira.

O testamento de Caetano não foi encontrado. O de Catarina, ditado em São Miguel do Cajuru aos 28-06-1787, foi transcrito no livro de testamentos de São João del Rei (neste site) e no livro de assentos paroquiais. Nele ela declarou sua naturalidade, filiação. Deixou legados para várias netas e nomeou os treze filhos:


A filiação das 3 Ilhoas segue os documentos oficiais dos Açores, abaixo elencados fornecidos por Helena Freitas da Silva, Mar-2015:  http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/FAL-HT-ANGUSTIAS-C-1666-1716/FAL-HT-ANGUSTIAS-C-1666-1716_item1/P27.html


 


Casamento de Maria Nunes com Manuel Gonçalves, o Burgão, 8ºs avós de Anibal


22 Julho 1685 – Maria Nunes, filha de João Nunes e de sua mulher Madalena Jorge, fregueses desta freguesia (Angústias, Faial) com Manuel Gonçalves, filho de João Gonçalves e de sua mulher Inês Correia, fregueses do Espírito Santo da Feiteira. Foram presentes o Capitão António Machado e Bartolomeu Gaspar Godinho e outros. (Faial, Horta, Angústias, Casamentos, 1666-1716, fl 27v).


A filiação das 3 Ilhoas segue a documentação disponibilizada em


http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/FAL-HT-ANGUSTIAS-B-1666-1694/FAL-HT-ANGUSTIAS-B-1666-1694_item1/P64.html, abaixo mostrada, que comprova o nascimento, a filiação e a irmandade das 3 Ilhoas:


21.02.1687 – Antónia,


08.02.1707 - 7h pm – Júlia


15.01.1710 - 2h am – Elena



Caetano de Carvalho Duarte e Catarina deixaram geração de 13 filhos:

1º) Antonio, bat. 12/3/1742 c.c. Mariana (filha de Francisco Pereira da Cunha) pais de 11 filhos.

2º) Florência a 23/6/1761 c.c. Antonio Gonçalves Penha com 7 filhos entre eles José que é pai do Francisco, barão de São Tomé, cujo filho José (*1846), c.c. Helena (neta de Gabriel Francisco Junqueira, que é o 1º barão de Alfenas).

3º) Tereza Maria bat. a 22/11/1745, c.c. Gonçalo Correia da Costa, pais de 11 filhos.

4º) Manoel fal. 13/4/1816, nunca se casou, mas reconheceu 3 filhos entre eles Manoel Correa de Carvalho (*1776).

5º) João, c.c. Escolástica Lopes de Siqueira, sem filhos.

6º) Francisco fal. 23/3/1850, c.c. Mariana viúva de seu irmão José, sem filhos.

7º) Caetano de Carvalho Duarte Filho, 5º avô de Anibal, casado a18/6/1783 na capela Sta. Ana do Barroso,com Ana Maria Joaquina (filha de Estácio da Costa e Felicia Tereza de Jesus, neta paterna de Estácio Dutra da Costa e Maria do Espírito Santo (ou da Assunção), neta materna de Thomas da Silva e Valentina de Mattos).

B7: Capela Sta. Ana do Barroso, aos 18-06-1783 Caetano de Carvalho Duarte, f.l. de Caetano de Carvalho Duarte e Catharina de S. José, n. e b. na capela do Cajurú, filial da matriz de São João del Rei; com Anna Maria Joaquina, f.l. de Estácio da Costa e Felicia Tereza, n. e b. na freguesia da Borda do Campo.

Caetano e sua mulher Ana Maria Joaquina foram proprietários da Fazenda Vão do Jacaré, Aplicação de São João Batista, no termo da Vila de São José, comprada a Manoel Mendes dos Santos. Caetano faleceu e teve seu inventário aberto por sua mulher aos 9/12/1825. Ana Maria Joaquina faleceu com testamento ditado aos 23/2/1834, assinado de próprio punho e aberto seis dias depois. Foi inventariada na Vila de São José a partir de 19/11/1834.

Caetano e Ana Maria Joaquina tiveram 8 filhos:

1) Maria Vicência,

2) Ana Joaquina c.c. Manoel Rufino de Arantes, 4ºs avós de Anibal,

Manoel Rufino Arantes, batizado em Serranos aos 1/11/1782, filho do Capitão Antonio de Arantes Marques e Ana da Cunha de Carvalho, np de Domingos de Arantes e Josepha Marques naturais da Freguesia de São Salvador do Souto Comarca de Vianna, Arcebispado Braga, neto paterno de Antonio da Cunha de Carvalho e Bernarda Dutra da Silveira

3) Felisbina Umbelina, 4) Joaquina Carlota, 5) Francisca Bernardina, 6) Felicia Felisbina, 7) Manoel,

8) João Gualberto (4º avô de Anibal, que segue).


Decreto Registrado no Livro VIII, Pag. 54, Seção Histórica do Arquivo Nacional, com petição feita a 9/6/1860, pelo Visconde do Bonfim e pelo Visconde de Ipanema a Pedro II. Nasc. e bat. em 1797, São João d’El Rei, fal. 21/2/1869, S. Miguel do Cajurú, Ten-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem da Rosa em 1849 e da Ordem de Cristo.

João Gualberto, [*1797 +21/2/1869, São Miguel do Cajurú], 4º avô de Anibal, foi agraciado com o título a 30/6/1860 de barão de Cajurú (1º do nome), Opulento criador de muares e proprietário da Fazenda das Bicas, no município de Andrelândia (MG), e da fazenda de café de São Lourenço, no Estado do Rio de Janeiro. O 1º barão de Cajurú do seu casamento com Ana Inácia da Conceição Ribeiro do Valle, (irmã de Maria Custódia de Paula Ribeiro do Valle, 1ª baronesa de Cabo Verde, ambas são filhas do Cap. Inácio Ribeiro do Valle, da importante família Ribeiro do Valle, de Minas Gerais);

João Gualberto c.c. Ana Inácia da Conceição Ribeiro do Valle, deixou geração de 9 filhos vivos:

1) Ana Elisa da Conceição, 3ª avó de Anibal (tem o mesmo nome Ana, que a mãe Ana Ribeiro do Valle, a avó paterna Ana Maria Joaquina, a tia paterna Ana do Angaí, a avó materna Ana Custódia da Conceição, e as bisavós maternas Ana Custódia de Paula e Ana Maria da Conceição).

*Flávio Mário de Carvalho Jr. 3º neto do 1º Barão de Cajurú, forneceu dados sobre a descendência da 3ª avó de Anibal, Ana Elisa da Conceição, REGISTRADA no Livro de Batismos de 25 de Dezembro de 1855, pg. 21, da Paróquia de Sto. Antonio do Rio Bonito de Conservatória, RJ, no batismo de sua filha Ursulina, a 16/10/1855, onde Ursulina, filha do seu 2º casamento, está registrada como neta materna do, ainda, Comendador João Gualberto de Carvalho, pois o Título de Barão de Cajurú, só foi recebido a 30/6/1860. Ana Elisa da Conceição também aparece como herdeira no testamento de sua mãe, Ana Inácia da Conceição Ribeiro do Vale, 1ª Baronesa de Cajurú, lavrado na Cidade do Turvo, a dois de setembro de mil oitocentos e oitenta. Baronesa de Cajurú. No Livro 2º, fls. 42v/45 do Registro de Testamentos do Cartório do 1º Ofício da Comarca de Andrelândia, MG.

Foto Ana Elisa da Conceição, 3ª avó de Anibal




Descendência de Ana Elisa da Conceição de Carvalho em seus 2 casamentos:

1º c.c. Joaquim Carvalho de Arantes, (*1816) é: 

neto do Cap-Mor de Aiuruoca Antonio de Arantes marques, 5ºavô de Anibal


9ºneto de João de Arantes Condestavel d'El Rei João 2º, 13ºavô de Anibal



pais de: Ana Margarida (2ª avó de Aníbal) c.c. João Antonio Avellar e Almeida e Silva, filho de Manuel Avellar e Almeida, 4ºavô de Anibal, Vassouras, RJ,, 


O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 4ºs avós de Anibal, era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. O casal era proprietário de 152 escravos conforme o Inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, onde o autor Ricardo Salles também informa, à pg. 155, que eram considerados mega proprietários os fazendeiros com mais de 100 escravos.







 BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA


Este Brasão foi concedido por Carta de Brasão em 1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11, ao Barão de Avellar e Almeida, Decreto de 7/1/1881, cujo título está registrado no Livro X pág. 70 Seção Histórica do Arquivo Nacional. É um título concedido ad personam sul cognome, isto é, dado a uma pessoa específica e apoiado sobre o nome da família do titulado. Esta forma de título só é usada quando o Imperador deseja prestar homenagem também à família, dignificando-lhe o nome. O Brasão tem um pé de café e uma abelha como arma heráldica e pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, que são exclusivos do Barão e não são hereditários, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico: Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 25/26.


Araraquara: Casa de Joaquim, avô de Anibal, (atualmente é Imobiliária) 




1.1-Bernardina Avellar e Almeida Carvalho de Arantes c.c. Joaquim Rodrigues de Almeida, em 1890 vieram de Vassouras para Araraquara, SP, fazenda Baguary de café, pais de 12 filhos: Luisa (1891), Mário (1893), Diploma Mário, Liège, 1913,


Requerimento Câmara São Paulo, 1958


 


Maria (1898), Alzira (1900), Isaura (1902), Joaquim (1905), Luis (1906), Anna (1907, que segue), Esther (1910), José (1911), Bernardino (1912), Orlando (1914).

Anna Arantes de Almeida, c.c. Anibal de Barros Fernandes, pais de:

Anibal de Almeida Fernandes c.c. Maria José Giordano Del Grande, pais de:

Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes c.c. Felipe Augusto Alonso. Pais de:

Enrico Arantes de Almeida Alonso (*2010).

Carta de Anna, mãe de Anibal, 14/8/1975


2º c.c. Joaquim Alves Gomes, (ou Gomes Alves, como registram alguns historiadores) era filho de Manoel Alves Gomes, dono da sesmaria de São Manoel, que houve por compra de Custódio Ferreira Leite, o Barão de Aiuruoca, irmão do Comendador Anastácio (4º avô de Flávio Mário Jr.). Nessa sesmaria foi fundada a Fazenda Mato Dentro, contígua à Fazenda Santa Bárbara. Pais de 7 filhos:

2.1-Adolfo de Carvalho Gomes, casou 3 vezes, com geração nos 3 casamentos:

1º c.c. Leopoldina Rubião, pais de 6 filhos:

1)Georgina Gomes, 2)Marieta Gomes, 3)Livia Gomes, 4)Jucelina Gomes, 5)Joaquim Gomes Alves Neto, 6)Adolpho Carvalho Gomes Junior.

2º c.c. Bárbara David, pais de: Palmira Gomes

3º c.c. Emília David, pais de 11 filhos:

1)Rodolfo David Gomes, 2)Judith Gomes, 3)Pedro Carvalho Gomes, 4)Anna David Gomes, 5)Olga Gomes, 6)Lúcia Gomes, 7)João Gualberto David Gomes, 8)Esther Gomes, 9)Ivo Batista David Gomes, 10)Bento David Gomes, 11)Rui Pio David Gomes.

2.2-Maria Eugenia Gomes c.c. Joaquim Cândido Guimarães Junior, pais de 3 filhos:

1)Aida Guimarães, 2)Alcides Guimarães, 3)Raul Gomes Guimarães.

2.3-Ursulina Gomes de Carvalho, (*16/10/1855) c.c. Joaquim Alfredo de Siqueira, pais de 4 filhos:

1)Evangelina de Siqueira, 2)Alfredo Joaquim de Siqueira, 3)Maria Gomes de Siqueira, 4)Leonor de Siqueira.

2.4-Carmelina Gomes de Carvalho c.c. Francisco Leite Ribeiro, pais de 7 filhos:

1)Carlos Leite Ribeiro, 2)Pedro Leite Ribeiro, 3)Francisco Leite Ribeiro, 4)Maria Leite Ribeiro, (Lili), 5)Ana Leite Ribeiro, 6)Cândida Leite Ribeiro, (Doquinha), 7)Paulo Leite Ribeiro.

2.5-Alfredo de Carvalho Gomes c.c. Virginia Ramos, pais de 7 filhos:

1)Lila Gomes, 2)Ari de Carvalho Gomes, 3)Pedro de Carvalho Gomes, 4)José de Carvalho Gomes, 5)Ana Elisa de Carvalho Gomes, 6)Marcos de Carvalho Gomes, 7)Adolfo de Carvalho Gomes.

2.6-Estela c.c. José Augusto Godoi e Vasconcelos.

2.7-Getulio, (*23/7/1854).

Foto 2º Barão Cajurú, tio 3º avô de Anibal


2) Militão Honório (2º barão de Cajurú), 3) Maria Brasilina, 4) Libania (viscondessa de Arantes), 5) Inácio Caetano, 6) João Pedro, 7) Guilhermina (baronesa de São João d’El Rei), 8) Custódio e 9) José, 2º avô de Flavio Mário Jr.

Foto Baronesa de São João d’El Rei, tia 3ª avó de Anibal


Foto Viscondessa de Arantes tia 3ªavó de Anibal


Foto José Ribeiro de Carvalho, tio 3ºavô de Anibal


Solar do Barão de São João d’El Rei em São João d’El Rei


8º) José de Carvalho Duarte [*c.1760 +26/4/1814, Fazenda Engenho dos Carvalhos do Cajurú, São João d’El Rei, MG], que deixou 18 filhos de seu cas., a 26/6/1784, na Matriz de Nossa Senhora do Pilar, São João d’El Rei, com Mariana Antônia de Jesus, nascida em São João d’El Rei, filha de Manuel Antônio de Souza e de Escolástica Maria Lopes. Mariana ao ficar viúva c.c. com Francisco, irmão de seu marido José, sem filhos. Entre os vários filhos do casal José e Mariana Antonia temos:

Iria (filha do 1º casamento) c.c. Manoel Joaquim Nogueira, pais de Idalina c.c. Modesto Alves de Carvalho, pais de Godofredo Nogueira de Carvalho c.c. Rosa Camargo, pais de Jorge Nogueira de Carvalho c.c. Maria Gilberta Gelain, pais de Godofredo Antonio Nogueira de Carvalho c.c. Esther Brito, pais de Roberto Aparecido Nogueira de Carvalho c.c. Beatriz Helena de Sousa, pais de:

Paulo Roberto Nogueira de Carvalho.

9º) Maria, c.c. José Rabelo de Macedo (+5/1/1803), viveram na fazenda Ribeirão dos Cavalos, que recebeu o nome do ribeirão próximo, fica situada ao sul de São João d’El Rey e ao norte de Andrelandia, em N.S. da Piedade do Rio Grande, no Campo das Vertentes em Minas Gerais, foram pais de 11 filhos, entre eles: Mariana Jacinta c.c. capitão Antonio Barroso Pereira, que vieram para Sebolas, Paraíba, RJ, pais de vários filhos entre eles destacamos a filha:

Mariana Jacinta de Macedo (bat. 1770) 1º c.c. Antonio Barroso Pereira pais de 2 filhos:

1) Antonio Barroso Pereira, (*1792 +12/12/1862) barão de Entre Rios a 15/12/1852. Título de origem toponímica, tomado do município de Entre Rios (hoje Três Rios), RJ, ao morrer deixou enorme fortuna constituída por várias fazendas e inúmeros imóveis em Paraíba do Sul, 3 Rios, Rio de Janeiro e São João d’El Rey e um belo palacete em Petrópolis, tudo avaliado em 1:569:303$468. Em 1862 quando 1:000$000 (1 conto de réis) comprava 1 kg de ouro, este patrimônio equivale 1.569,304 kg. de ouro e hoje em dia, considerando a gr. de ouro a R$ 90,00, teríamos um patrimônio equivalente a R$ 141,237 milhões em 2011.

B7: SJDRei, aos 03-06-1811 matriz, Antonio Barrozo Pereira, f.l. Cap. Antonio Barrozo Pereira e Mariana Jacinta de Mace--; = cc. D. Claudina Vicencia de Jesus, f.l. Cap. Manoel de Jesus Serqueira. Nts/bts nesta freguesia.

O barão de Entre Rios c.c. Claudina Vicencia de Jesus.

Antonio Barroso Pereira aos 03-06-1811 casou com Claudina Vicencia de Jesus, filha do Capitão Manoel de Jesus Serqueira natural da freguesia de São Paulo Patriarcado de Lisboa, filho de Rodrigo José de Serqueira e Jerônima de São José, c.c. Mariana Eufrásia de Magalhães Paiva (Projetocompartilhar, Família “Joaquim Pinto de Magalhães” § 2º, 10-2)

Capitão Manoel faleceu em abril de 1814 e Mariana em 09-02-1829 com testamento. Tiveram segundo seus inventários sete filhos, entre eles:

Claudina Vicência de Jesus, com 19 anos em 1814. Aos 03-06-1811 casou com Antonio Barroso Pereira, filho do Capitão Antonio Barroso Pereira e Mariana Jacinta. Família “Os Carvalho Duarte” Cap. 9º, § 6º, 1. Em 1834 o casal era morador na Paraíba do Sul e Antonio era Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro e Sargento Mor reformado da segunda Linha de Cavalaria.

O barão de Entre Rios e Claudina Vicencia de Jesus, foram pais de 2 filhos:

1: Antônio Barroso Pereira, 2º Barão de Entre Rios (28/8/1877); visconde de Entre Rios (17/2/1883). Homônimo do avô e do pai nasceu cerca de 1820 em Sebolas, município de Paraíba do sul e faleceu em sua Fazenda de São Lourenço, hoje situada no município de Três Rios, em 27/1/1905, sendo sepultado na Capela de Nossa Senhora da Piedade, no mesmo município. Casou com Maria Cândida Pereira Belo, prima-irmã do duque de Caxias, pelo lado paterno, e sobrinha do barão do Piabanha pelo lado materno. Era filha do coronel José Ricardo de Oliveira Belo e de Mariana de Andrade Belo, tendo falecido em 1876, antes de o marido ser titular, sendo sepultada no jazigo da Capela de Nossa Senhora da Piedade.

2: Mariana Claudina Barroso Pereira de Carvalho, a 16/10/1880,  condessa do Rio Novo c.c. seu primo-irmão José Antonio Barroso de Carvalho visconde do Rio Novo. Ela recebe o título de condessa ao ficar viúva do visconde do Rio Novo. Morreu em Londres a 5/6/1882 e o casal não teve geração, deixou a fortuna para casa de caridade Ordem da Piedade na fazenda Cantagalo, em Paraíba do Sul e Três Rios, RJ, ver a relação dos bens na Bibliografia no final do texto. Foto da Condessa do Rio Novo, fornecida por Sergio Freitas: vestida conforme o luto que ela manteve o resto da vida. O visconde morreu em 1869, quando cumpria seu segundo mandato na presidência da câmara de Petrópolis. Titulares do Império: pgs: 28 e 49.

Foto 2ª Condessa do Rio Novo


2) Magdalena Maria c.c. Damaso José de Carvalho, pais de 6 filhos:

1: José Antonio Barroso de Carvalho, visconde do Rio Novo a 23/7/1867. Era Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da Imperial Ordem de Cristo. Casado com Mariana Claudina, (filha do 1° barão de Entre Rios e irmã do visconde de Entre Rios), sua prima-irmã que recebe o título de condessa do Rio Novo a 16/10/1880, ao ficar viúva do visconde do Rio Novo, Que foi um homem extraordinário, sempre, preocupado com os enfermos e desvalidos. Muito fez pelo hospital de Petrópolis, alem do fato de ter fundado a Santa Casa da Misericórdia de São João d’El Rey. Foi com o tio e sogro, um dos principais edificadores da igreja da Ordem do Carmo de São João d’El Rey, pois a família Barroso Pereira, tem forte tradição Carmelita que remonta aos antepassados de Salto, em terras de Barroso, PT. Os viscondes de Rio Novo não tiveram filhos e a Condessa do Rio Novo deixou a fortuna para instituições de caridade, ver a relação dos bens na Bibliografia, no fim do texto.

2: Carolina c.c. Francisco Inácio Pinto.

3: Mariano José Barroso de Carvalho, casou com Isabel Leopoldina dos Santos Werneck, foram pais de 2 filhos:

1: José Antonio Werneck de Carvalho c.c. a prima Carolina de Miranda Carvalho. Sem geração.

2: Antonio José Werneck de Carvalho c.c. Isabel Vieira Werneck (ela era descendente de Antonio Vieira Machado, o avô materno de Isabel Leopoldina). Pais de 3 filhos:

1: Arlinda c.c. o primo-irmão José Augusto dos Santos Werneck. Sem geração.

2: Evangelina c.c. Olyntho Meirelles (descendente da 1ª Ilhôa), pais de 6 filhos:

1: Thales de Carvalho Meirelles c.c. Maria Isabel Mello Lima.

2: Nair c.c. José Ribeiro de Miranda, foram pais de 11 filhos:

Décio, Paulo, Fernando, Roberto, Olyntho, Flavio, Aloysio, Maria José, Helena, Isabel e Nair.

3: Nadir c.c. Custódio Ribeiro de Miranda.

4: Arthur de Carvalho Meirelles c.c. Gilmar Martins Meirelles.

5: Adir c.c. Paulo de Sousa Lima.

6: Helio de Carvalho Meirelles.

3: Celso Vieira Werneck de Carvalho c.c. Francisca Albuquerque Werneck, foram pais de 6 filhos:

1: Antonio Albuquerque Werneck c.c Hilda Werneck.

2: Dulce Albuquerque Werneck c.c. Vital Ottoni.

3: Celina c.c. José G. Moreira.

4: Nicia c.c. Adelmo Nunes Muniz.

5: Sylvio Werneck de Carvalho c.c.

5: Hilda

6: Maria Helena

7: Celso José Werneck de Carvalho c.c. Maria Luisa Lopes.

4: Maria José Barroso de Carvalho, faleceu menina.

5: Antonio José Barroso de Carvalho 2º c.c. Isabel Leopoldina dos Santos Werneck, pais de 7 filhos:

1= Deolinda c.c. José Evaristo da Costa Cabral.

2= Magdalena c.c. Nicolau Antonio dos Passos.

3= Anna c.c. Joaquim Antonio dos Passos Filho.

4= Damaso José Werneck de Carvalho c.c Francisca Augusta Rangel da Silveira e foram pais de 5 filhos:

1: Elazir Silveira Werneck de Carvalho c.c. Aristides dos Santos Werneck, foram pais de 7 filhos:

Décio, Lucia, Flavio, Aristides, Eládio, Plínio e Ivo.

2: Octaline Silveira Werneck de Carvalho c.c. Edgard Silveira de Sousa, pais de 3 filhos:

Maria Helena, Newton e Heloisa.

3: Alynthor Silveira Werneck de Carvalho c.c. Maria Helena Werneck, pais de 4 filhos:

Helio, Maria Angélica, João e Geraldo José.

4: Irisval Silveira Werneck de Carvalho c.c. Paulo Venâncio da Rocha Vianna, foram pais de 6 filhos:

1: Losir Werneck de Carvalho Vianna c.c. Florence Eleanor Irvin, pais de 4 filhos:

Sylvia Maria, Florence Ann, Paul Reen e Mary.

2: Aloisio Werneck de Carvalho Vianna c.c. Neusa Alvim Braga, pais de 2 filhos:

Roberto e Gilda.

3: Laïta Werneck de Carvalho Vianna c.c. Rodolpho Born Junior, pais de 8 filhos:

1) Henrique, 2) Alexandre,

3) Pedro Vianna Born, 1º c.c. Lucilla Vasconcellos Diniz, pais de 3 filhos:

Luciana Diniz Vianna Born, Guilherme Diniz Vianna Born, Eduardo Diniz Vianna Born.

3) Pedro 2º c.c. Nancy Jean Gjörup, sem geração.

4) Elisabeth, 5) Oswaldo, 6) Myriam, 7) Aloysio e 8) Íris.

4: Cláudio Werneck de Carvalho Vianna c.c Edith Camile Werneck, pais de 5 filhos:

Regina Maria, Maria Cecília, Mauricio, Lucia e Fernanda.

5: Dila Werneck de Carvalho Vianna c.c. Ferdinand Lauer, pais de 4 filhos:

Fernando, Maria Isabel, Francisco e Maria Inês.

6: Amílcar Werneck de Carvalho Vianna c.c. Marisa Feres, pais de 3 filhos:

Renato, Amílcar e Marina.

5: Ulzimar Silveira Werneck de Carvalho, faleceu solteira.

5= Guilherme José Werneck de Carvalho c.c. Urcilia Cabral de Carvalho, pais de 3 filhos:

1: Ernesto Werneck de Carvalho c.c. Maria Carmem de Oliveira, foram pais de 5 filhos:

Guilherme José, Antonio José, Mariano José, Wanda e Ilka.

2: Jarbas Werneck de Carvalho c.c. Olga Braga.

3: Dinorah Werneck de Carvalho c.c. Elias Escobar Gavião.

6= Josino Antonio Werneck de Carvalho, 1º c.c. Mariana Passos Werneck, pais de 4 filhos:

1: Wagner Passos Werneck de Carvalho c.c. Alice Medina Teixeira de Mello.

2: Walter Passos Werneck de Carvalho.

3: José Bastos Werneck de Carvalho.

4: Elzira 1º c.c. Elpidio do Valle.

4: Elzira 2º c.c. Passos Werneck, pais de:

1: Dina c.c. Corinto Nogueira da Gama

2: Homero Werneck de Carvalho c.c. Clotilde Prel

3: Jandyra Werneck de Carvalho c.c. Amarilio Lamas Silva

4: Carmem Werneck de Carvalho c.c. Mario Gelli.

7= Virgínia Werneck de Carvalho c.c. Manoel Duarte da Silva Macieira.

6: Damaso José Barroso de Carvalho Junior c.c. Adelaide Franco de Miranda (descendente da irmã caçula de Tiradentes), pais de 5 filhos:

1: Antonio José de Miranda Carvalho c.c. Eugenia Blackall de Medeiros, pais de 2 filhos:

1: Saint-Clair Antonio de Medeiros Carvalho.

2: Maria Luisa c.c. Dilermando da Cruz Filho, pais de Candido Tostes de Carvalho Cruz.

2: Magdalena de Miranda Carvalho 1º c.c. Domingos José Monteiro. Tiveram entre outros filhos:

Marilia Carvalho Monteiro c.c. seu primo João Monteiro de Carvalho, que era filho de Joaquim Ribeiro e Urbana de Carvalho.

3: Damaso José de Miranda Carvalho.

4: Francisco de Miranda Carvalho.

5: Carolina de Miranda Carvalho 1º c.c. seu primo José Antonio Werneck de Carvalho.

5: Carolina de Miranda Carvalho 2º c.c. Sinfronio Fortunato Della-Cella.

10º) Ana Maria, ou Ana do Angaí, (+8/3/1817) também conhecida por Ana de Carvalho, a 6/5/1762, c.c. José Garcia Duarte (+13/8/1810), pais de 4 filhos: 1) Manoel sem descendência, 2) Antonio c.c. Maria Tereza (filha de Antonio Martins Borralho) pais de 1 filho; 3) Mariana Antonia c.c. João de Souza Meirelles pais de 4 filhos, 4) Tereza Maria c.c. Thomas Joaquim de Arantes (filho do Capitão-Mor de Aiuruoca, Antonio de Arantes Marques Patriarca da Família Arantes-Aiuruoca, MG, 5º avô de Anibal),pais de 2 filhos: José sem descendência e João Thomaz cujo filho João Eustáquio c.c. sua prima Mathilde, filha de Antonio Belfort de Arantes, 1º barão de Cabo Verde, que é pai do visconde de Arantes e da 2º baronesa de Cajurú.

Aos dezessete dias do mês de Agosto de mil setecentos e quarenta anos batizou de minha licença o Reverendo Bento Gomes da Silva na capela de São Miguel do Cajuru filial desta Matriz de Nossa Senhora do Pilar da Vila de São João del Rei a JOSÉ filho legitimo de João Garcia e sua mulher Antonia Maria e lhe poz os Santos Óleos e foram padrinhos José de Araújo Martins e sua mulher Joaquina Maria da Fonseca todos moradores desta freguesia.

O Vigário Doutor Manoel da Rosa Coutinho

B7: Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas; [danificado] de 1760, Jose Gracia Duarte, n. desta freguesia, f.l. João Gracia Duarte e Ana(sic) Maria; = cc. Ana Maria, n. freg. N. Sra. da Conceição dos Prados desta comarca, f.l. Caetano Carvalho e Catarina de S. Jose.

inserida no inventário de Antonia Maria da Boa Nova:

Francisco Xavier da Costa Fialho, sacerdote do hábito de São Pedro e capelão da capela de São Miguel do Cajuru certifico em como nesta capela de São Miguel, filial da Matriz de São João del Rei e com licença do Reverendo Pároco assisti ao matrimonio que de palavras de presente celebraram os contraentes José Garcia Duarte e Ana Maria Duarte e lhes dei as bênçãos na forma do ritual romano, estando as testemunhas presentes Diogo Garcia, João Francisco Junqueira, José Rebelo e todas destas freguesia e para constar passei esta e se necessário for a juro in verbo sacerdotis.

Capela de São Miguel do Cajuru aos 9 de Maio de 1762

Ana do Angaí foi madrinha de João Gualberto de Carvalho, 1º Barão de Cajurú, 4º avô de Anibal.

11º) Caetana fal. 26/3/1819, c.c. Antonio Correa de Noronha, sem filhos.

12º) Domingas (+14/7/1836) a 4/10/1779 c.c. Jerônimo Martins (+16/3/1804), pais de 6 filhos.

13º) Ana Maria de Jesus (+3/10/1851), c.c. Pedro Rodrigues de Faria (+9/8/1823), pais de 8 filhos.

Ascendência de Aníbal (séc. XX) até o Patriarca Caetano de Carvalho Duarte-Cajurú (séc. XVIII), 6º avô de Aníbal.

Estrutura numérica: 1 é o Patriarca, 2 é filho, 3 é neto, 4 é bisneto, 5 é trineto, 6 é 4º neto, 7 é 5º neto, 8 é 6º neto, 9 é 7º neto, 10 é 9º neto.

1) Caetano de Carvalho Duarte, bat. 24/12/1702, Patriarca do Tronco Carvalho Duarte-Cajurú, c.c. Catarina de São José, filha de Antonia da Graça, (3 Ilhoas) 7ª avó de Anibal, n. cerca de 1687, c.c. Manuel Gonçalves da Fonseca. Caetano e Catarina são pais de:

2) Caetano de Carvalho Duarte Filho, c.c. Ana Maria Joaquina, (filha de Estácio da Costa e Felícia Tereza de Jesus); pais de:

3) João Gualberto de Carvalho (*1797 +21/2/1869), 1º Barão de Cajurú a 30/6/1860. Foi Juiz de Paz do Distrito e Tenente Coronel da Guarda Nacional do Turvo, com destacada atuação na Revolução Liberal de 1842. Em maio de 1849 recebeu a mercê honorífica da Imperial Ordem da Rosa, prestando solene juramento como Comendador, era Comendador da Real Ordem de Cristo. Cerca de 1819. O 1º Barão de Cajurú, c.c. Ana Inácia Conceição Ribeiro do Valle, (*24/8/1804 +11/1/1889), batizada a 2/9/1804, na Capela de Madre de Deus, filha do Capitão Inácio Ribeiro do Valle (1783-1853) e de Ana Custódia da Conceição (1788-1839), neta de Felisberto Ribeiro do Valle radicado em Andrelândia, bisneta de Antonio Ribeiro do Valle, radicado em Andrelândia, trineta de André do Valle Ribeiro, Patriarca da Família Ribeiro do Valle nasc. em 1688, Braga, Portugal e fal. em São João d’El Rei, em 1720, onde foi membro da Câmara em 1719, ele foi casado com Tereza de Moraes nasc. em São Paulo.

4) Ana Elisa da Conceição c.c. Joaquim Carvalho de Arantes, pais de:


5) Ana Margarida, c.c. João Antonio de Avellar e Almeida e Silva, Vassouras RJ, pais de:

6) Bernardina, c.c. Joaquim Rodrigues d’Almeida, pais de:

7) Anna, n. a 31/12/1907, f. a 24/4/1987, em 1927 c.c. Anibal de Barros Fernandes, n. a 1/3/1904, f. em 1973; filho de João Antonio Fernandes c.c. Ana Joaquina de Barros, Campinas/Agudos, SP, neto por parte de pai de Antonio José Fernandes e Ana Joaquina Adão, Vila Real, Portugal; neto por parte de mãe de André Gonçalves e Maria Francisca de Barros, Campinas SP, que é irmã de Adriano Júlio de Barros, n. em 1868, médico e presidente da Câmara Municipal de Campinas no séc. XIX, c.c. Altimira Alves Couto, pais de: Adriano, Argemiro, Antonio Carlos, Maria Amélia, Julieta e Lilia que é c.c. um filho de José Vicente de Azevedo, Conde Romano de Vicente de Azevedo (título da Santa Sé no século XX). Maria Francisca e Adriano Júlio são filhos do Comendador José Júlio de Barros e de Emerenciana Ferreira Zimbres de Queirós, 3ºs avós de Anibal, portugueses da freguesia de Gouvães do Ouro, Concelho de Sabrosa, Vila Real, que vieram para o Brasil na segunda metade do séc. XIX; neto paterno de Bernardo Rodrigues Salgado e de Justina de Barros, 4ºs avós de Aníbal, neto materno de Zeferino de Queirós e de Maria Ferreira Zimbres, 4ºs avós de Anibal. Anna e Anibal pais de:

8) Anibal de Almeida Fernandes, c.c. Maria José Giordano Del Grande, filha de José Del Grande c.c. Thereza Spina Giordano, neta por parte de pai de Seraphim Del Grande e Judite Del Carlo, todos de Lucca, Itália, neta por parte de mãe de Domingos Giordano e Carmela Spina, bisneta de Vicente Giordano e Angela Maria, filha do Cavagliere da Ordem de São Maurício e São Lázaro da Casa Real de Savóia, Francesco Antonio Barra, (também é pai de Nicolino Barra, Barão Barra, título do Governo Italiano), de Torraca, Salerno, Itália e radicado em São Paulo, no final do séc. XIX, em um belo palacete até hoje existente na Av. da Liberdade, do nº 340 a 360. Pais de:

9) Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, n. em 1977, a 24/8/2007, c.c. Felipe Augusto Alonso, filho de Geraldo Alonso Filho e Ana Regina Alonso. Pais de:

10) Enrico Arantes de Almeida Alonso, n. 15/10/2010, numa linhagem contínua de 10 gerações em 308 anos com 30,80 anos, em média, por geração, do século XVIII (1702) até o século XXI (2010), desde o Patriarca do Tronco Carvalho Duarte-Cajurú, seu 8º avô.

Entre os descendentes de Caetano, Patriarca do tronco Carvalho Duarte-Cajurú, 6º avô de Anibal, destaco esses 12 descendentes:

1) o neto, o Coronel Francisco Antônio de Carvalho (filho de José de Carvalho Duarte e Mariana Antônia), nascido em 1798, em São Miguel de Cajurú, São João d’El Rei, Minas Gerais. Deixou geração do seu casamento, com sua parenta, Delfina Henriqueta Júlia de Rezende, nascida por volta de 1801, filha legitimada em 1819, do marquês de Valença, membro da poderosa família Ribeiro de Rezende, MG;

2) o neto, Silvestre Antônio de Carvalho, nascido em 1807, em São Miguel de Cajurú, São João d’El Rei. Deixou geração de seus dois casamentos: o primeiro, com sua parenta, Josephina Augusta de Rezende, nascida por volta de 1810, filha legitimada em 1819, do marquês de Valença, membro da poderosa família Ribeiro de Rezende, de Minas Gerais; o segundo casamento, com sua parenta, Delfina Henriqueta Júlia de Rezende, (irmã da sua primeira mulher Josephina), viúva de seu irmão, o Coronel Francisco Antônio de Carvalho, citado acima;

3) o bisneto, Francisco Gonçalves da Penha [*c.1801, MG, +1888], que foi agraciado com o título [25/9/1872] de barão de São Tomé, conforme vai descrito no título Gonçalves da Penha, de Minas Gerais;

4) o bisneto, o comendador Militão Honório de Carvalho, filho do 1º barão de Cajurú, que foi agraciado com o título [20/7/1889] de 2º barão de Cajurú. Deixou geração do seu cas. com sua prima-irmã, Maria Belfort de Arantes Marques, 2ª baronesa de Cajurú, filha do 1º barão de Cabo Verde, membro da importante família Arantes, de Minas Gerais;

5) a bisneta, Libânia Jesuína de Carvalho [+14/12/1895, Turvo, MG], que, por seu cas. na importante família Arantes, de Minas Gerais, tornou-se, em 1888, a viscondessa de Arantes;

6) a bisneta, Guilhermina Cândida de Carvalho, que, por seu cas. na importante família Pereira da Silva, de Minas Gerais, tornou-se, em 1871, a baronesa de São João d’El Rei;

7) o bisneto, o Coronel José Rezende de Carvalho, nascido em 1832, em Minas Gerais, e falecido a 13/10/1893, em São João d’El Rei. Coronel da Guarda Nacional. Fazendeiro em Nazareno. Chefe do Partido Conservador. Presidente da Câmara Municipal de São João d’El Rei. Foi agraciado, com o título [11/7/1888] de barão de Conceição da Barra. Deixou geração do seu casamento com sua prima (mista, ou seja, tanto materna como paterna) Maria Barbosa de Resende Carvalho, filha de seu tio Silvestre Antônio de Carvalho (irmão de seu pai) e de sua primeira esposa e prima Josefina Augusta de Resende;

8) a bisneta, Mariana Eleutéria de Carvalho, nascida em 1835 e falecida a 27/7/1929, aos 93 anos de idade, filha de Silvestre Antonio de Carvalho e Delphina Henriqueta Julia de Rezende. Por seu casamento na importante família Andrade Reis, de Minas Gerais, tornou-se a baronesa de Ponte Nova.

9) o 5º neto Flávio Mário de Carvalho Junior.

10) o 6º neto Anibal de Almeida Fernandes com geração de seu casamento com Maria Jose Giordano Del Grande, pais da 7ª neta Ana Tereza Arantes de Almeida Fernandes, avós do 8º neto Enrico Arantes de Almeida Fernandes.

11) o 6º neto Roberto Aparecido Nogueira de Carvalho com geração de seu casamento com Beatriz Helena de Sousa.

12) o 7º neto Pedro Vianna Born1º c.c. Lucila Vasconcelos Diniz com geração e 2º c.c. Nancy Jean Gjörup, sem geração.

Nobreza Titular: 11 titulares descendem do Patriarca Caetano de Carvalho Duarte, 6º avô de Anibal:

1) 1º barão de Cajurú a 30/6/1860 o neto, João Gualberto de Carvalho, 4º avô de Anibal. Um primo 3º neto do 1º Barão de Cajurú, submeteu-se ao exame do cromossomo Y de ancestralidade paterna (Carvalho), no Laboratório de Genética Dr. Sérgio Danilo Junho Pena, MG, tendo como resultado que pertence ao haplogrupo R1b, que são os mais antigos europeus, tendo chegado na Europa há 40.000 anos atrás.

2) 2º barão de Cajurú a 20/7/1889 o bisneto, o comendador Militão Honório de Carvalho, (filho do 1º Barão de Cajurú), tio trisavô de Anibal.

3) a bisneta, Libânia Jesuína de Carvalho (filha do 1º Barão de Cajurú), viscondessa de Arantes pelo marido Antonio Belfort Ribeiro de Arantes, Visconde de Arantes a 18/7/1888, tia trisavó de Anibal.

4) a bisneta, Guilhermina Cândida de Carvalho (filha do 1º Barão de Cajurú), baronesa de São João d’El Rei pelo marido Eduardo Ernesto Pereira da Silva, Barão de São João d’El Rei a 13/9/1871, tia trisavó de Anibal.

5) barão de São Tomé a 25/9/1872 o bisneto, Francisco Gonçalves da Penha.

 Brasão Barão São Tomé

6) barão de Conceição da Barra a 11/7/1888 o bisneto, o Coronel José Rezende de Carvalho (neto do Marquês de Valença).

7) a bisneta, Mariana Eleutéria de Carvalho (neta do Marquês de Valença e irmã do Barão de Conceição da Barra), baronesa de Ponte Nova pelo seu marido José Joaquim de Andrade Reis, Barão de Ponte Nova a 25/9/1889.

8) visconde do Rio Novo a 23/7/1867, o trineto José Antonio Barroso de Carvalho.

9) *2ª condessa do Rio Novo a 16/10/1880, a trineta Mariana Claudina Barroso Pereira de Carvalho, (filha do 1° barão de Entre Rios e irmã do visconde de Entre Rios) recebe o título ao ficar viúva do visconde do Rio Novo.

Brasão 1º Barão Entre Rios


10) barão de Entre Rios a 15/12/1852, o bisneto, Antonio Barroso Pereira.

11) 2º barão de Entre Rios (28/8/1877); visconde de Entre Rios (17/2/1883), o trineto Antônio Barroso Pereira, filho do 1º barão Entre Rios.

Brasão Visconde Entre Rios


Nota: os primos em 2º grau: o 2º Barão de Cajurú (a 20/7/1889) e a baronesa de Ponte Nova (a 25/9/1889) tiveram seus Títulos de Nobreza concedidos por Pedro 2º quase no apagar das luzes do Império, isto demonstra, e comprova, que as famílias mais chegadas ao Imperador ainda prestigiavam o Império e pleiteavam os títulos de nobreza para dignificar socialmente os seus membros sem a intenção de abandonar a fidelidade ao Imperador e ao Império.

Fontes pesquisadas para estruturar este trabalho:

*A Família Junqueira, Frederico de Barros Brotero, pgs: 8, 9, 257, 667.

*A Família Junqueira, José Américo Junqueira de Mattos, 2004, pgs: 1311 a 1442.


*Anuário Genealógico Brasileiro, Vol. III, 1941, pgs. 522 a 528, Marques de Valença e pg. 326.

*Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, pg. 72. Anuário Genealógico Brasileiro: 1o Anno, pgs: 37 a 58; 106, 169 e pg. 188.

*Anuário Genealógico Brasileiro, IX Ano, pg: 142.

*Revista Genealógica Latina: As Ilhoas, José Guimarães, pgs. 65 a 83, Vol., XII, 1960.

*A Família Arantes, Américo Arantes Pereira, Legis Summa, 2ª Edição, 1993.

*Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de Braga, a 19/11/1946, carta do Diretor Francisco Lopes Teixeira, informa que os Arantes, são oriundos das Freguesias do Salvador do Couto do Souto e São Mateus da Ribeira, hoje pertencentes ao Concelho de Terras do Bouro, Distrito de Braga.

*Livro 2, fls. 42v a 45, Cartório do 1º Ofício de Andrelândia, MG, Testamento da 1ª Baronesa de Cajurú.

*Efemérides de São João d'El Rey, Sebastião de Oliveira Cintra, Vol. II, pág. 426 = André do Valle Ribeiro fazia parte do Senado da Câmara de São João d'El Rey, em 1719 e 2ª Edição; informa a morte do 1º Barão de Cajurú em São Miguel de Cajurú, (Arcângelo), São João d’El Rei, MG.

*20 gerações de João Ramalho e Bartyra seus descendentes mineiros de Andrelândia e outras Grandes Famílias, Laerte M. Magno Ribeiro, S. Paulo, 1989, = André do Valle Ribeiro e Tereza de Moraes, só deixaram dois filhos conhecidos que são: Antonio do Valle Ribeiro e Maria de Moraes Ribeiro. (Arquivo do Dr. Cid Guimarães, São Paulo). Editora Brasiliense, 1963.

*Dicionário das Famílias Brasileiras, Antonio Henrique da Cunha Bueno/Carlos Barata, Brasília, 2000.

*Anuário Genealógico Brasileiro IGB: Ano I, Ano II, Ano III, Ano VI, Ano IX.



*Flávio Mário de Carvalho Jr.: trineto do 1º Barão que forneceu importantes dados de pesquisas feitas in situ, inclusive os locais onde estão enterrados os filhos do 1º Barão de Cajurú. 

*Adendos de Flávio Mário de Carvalho Jr., 5º neto de Caetano de Carvalho Duarte, fonte primária, 2005.  Flavio fez o exame genético paterno (Carvalho) em Clinica especializada em Belo Horizonte: com o seguinte resultado: O nosso haplogrupo é R1b, tipicamente europeu ocidental (atlântico) portanto não somos da estirpe de Abraão.  Caso tenhamos ancestrais judeus, estes viriam por linhagem feminina e não apareceriam no exame. Existe o haplogrupo tipicamente semita: haplogrupo J. 

*Flávio Mário de Carvalho Jr. 3º neto do 1º Barão de Cajurú, forneceu dados sobre minha 3ª avó, Ana Elisa da Conceição, obtidos em sua pesquisa in situ no Livro de Batismos de 1855, da Paróquia de Sto. Antonio do Rio Bonito de Conservatória, RJ.

*Adendos de Flávio Mário de Carvalho Jr., 5º neto de Caetano de Carvalho Duarte, fonte primária, 2005.  Exame Genético: Feito em 14/08/2008 no Laboratório de Genética do Dr. Sérgio Danilo Junho Pena, em Belo Horizonte. Foram 3 exames, ancestralidade materna, paterna e genômica. No nosso caso só a ancestralidade paterna nos interessa. Foi determinado por estudo do meu cromossoma Y que pertenço ao haplogrupo R1b. Os nossos Carvalho, (abrange os descendentes do 1º Barão de Cajurú), descendem dos mais antigos europeus, pois chegaram nesse continente há 40.000 anos atrás. Existe o haplogrupo tipicamente semita: haplogrupo J. O nosso é R1b, tipicamente europeu ocidental (atlântico) portanto não somos da estirpe de Abraão. 

*Francisco Tadeu Fernandes, forneceu fotos da Tese de Custodio Ribeiro de Carvalho Jr., 2010.

*Família Carvalho Duarte Dicionário das Famílias Brasileiras, Cunha Bueno/Carlos Barata, Brasília, 2000.

*Mário Arantes de Almeida, Prefeito de Araraquara, SP. tio de Anibal


*Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. 3º neto do 1º Barão de Cajurú, forneceu dados sobre Custodio Ribeiro de Carvalho Jr. 2011.


*Adendos de Roberto Aparecido Nogueira de Carvalho, 6º neto de Caetano de Carvalho Duarte, fonte primária, 2008.

*Adendos de Pedro Vianna Born, 8º neto de Antonia da Graça (3 Ilhôas), 7º neto de Caetano de Carvalho Duarte, sobrinho-4º neto do 1º Barão de Entre Rios, sobrinho-3º neto do Visconde do Rio Novo, primo do Visconde de Entre Rios e da Condessa de Rio Novo, ativo pesquisador de seu ramo familiar; forneceu completas informações sobre os 4 titulares da família e sobre a ascendência e descendentes do casal: Magdalena Maria e Damaso José de Carvalho seus 4ºs avós. Pedro informa que a tradição familiar dá o nome de Claudina Juvencia para a Baronesa de Entre Rios.

*José Roberto de Vasconcellos Nunes, lista Gen=Minas de genealogia: Barão e Visconde Entre Rios.

*Anuário Genealógico Brasileiro, Ano II, pg: 32: Brasão Barão e Visconde Entre Rios.

*Anuário Genealógico Brasileiro, Ano IV, pg: 87: Visconde e Condessa Rio Novo.

*Titulares do Império Carlos Rheingantz, Rio de Janeiro, 1960, pgs: 49, 74.

*José Roberto de Vasconcellos Nunes, lista Gen=Minas de genealogia: Barão e Visconde Entre Rios.

*Anuário Genealógico Brasileiro, Ano IV, pg: 87: Visconde e Condessa Rio Novo.


*Certidão de óbito de Marianna Eleutéria de Rezende, (Baronesa de Ponte Nova), SRCPN de São João d’El Rei, fornecido por Dario Zagotta, 2008.


*Vinicius da Mata Oliveira: pesquisa na freguesia de Silvares, Porto Portugal sobre os pais de Domingas Duarte mulher de João Carvalho 7ºavô de Anibal, (Jan/2015).


* Alfredo Ellis Jr.: A cidade e o planalto, Tomo I, pgs. 93/95, Martins Editora.



* José Guimarães probo genealogista de Ouro Fino, MG, informa por carta, a 15/1/1987, para Aníbal, que Bernarda Dutra da Silveira, nascida em Barbacena, (antiga Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo), é filha legítima de Francisco Furtado Dutra, nascido por volta de 1700, na Ilha do Fayal, Açores e de sua mulher Florência Francisca das Neves, e que a outra filha deste casal chamava-se Isabel de Moraes de Antas, que leva a Isabel de Moraes de Antas, (SILVA LEME: TÍTULO MORAES: Volume VII – Pág. 03 e Cap. 4, Pgs. 25 e 56), que é uma das 2 filhas de Balthazar de Moraes (de Antas) vindo para o Brasil em 1556. Informação de José Guimarães, insígne genealogista de Ouro Fino, MG. Marcos Camargo das as provas documentais abaixo


Informação de Marcos Camargo, de San Diego, Califórnia, por correspondência eletrônica com Anibal em Out/2013. Prova documental: Florencia Francisca das Neves filha de Manoel de Moraes de Antas.


Prova Documental da Filiação: Florencia Francisca das Neves filha de Manoel de Moraes de Antas. Pg: 2 abaixo.



   https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-15499-25?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254



Acima, destaque da citação de Florencia, 7ªavó de Anibal como filha de Manoel de Moraes, 8ºavô de Anibal, ampliada por Laís Gonçalves Faria.


A parte mais importante diz que: de Manoel de Moraes procede Florencia Francisca das Neves e desta Rita Maria da Conceição que foi casada com Joao Duarte Franca.


 "(https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-14925-86?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254


Prova Documental da Filiação de Isabel de Moraes, 9ªavó de Anibal, como filha de Accenço de Moraes, 10ºavô de Anibal, fornecida por Vinicius da Mata Oliveira, 11ºneto de Isabel de Moraes, Jan, 2017.


 https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-14863-98570-53?cc=2177299&wc=M97B-RFZ:990736824



 



 


"Aos doze dias do mês de maio era de mil setecentos e trinta e nove anos nesta vila de Nossa Senhora da Candelária de Itu faleceu Isabel de Moraes com ( ___ ) Sacramentos, viúva que foi de Pedro de Fonte Garcia do qual matrimônio teve filhos e depois foi casada com Manoel Fernandes Preto e também ( ___ ) deste matrimônio vários filhos, e também ( ___ ) deste marido, morreu de idade por dizer teria oitenta anos pouco mais ou menos, filha de Ascenço de Moraes e de sua mulher Maria de Siqueira todos naturais da cidade de São Paulo. Fez testamento do que deixou se lhe rezassem ( ___ ) missas, foi enterrada na Igreja na tumba? pobre ( ___ ) hábito de São Francisco, deixou por testamenteiros a seu filho Marcelino de Moraes e a Hermógenes de Moraes de que tudo fiz este assento. José Pires ?."



*Genealogia Paulistana, de Luiz Gonzaga da Silva Leme, (*1852 - †1919)

Volume VII pgs: 3, 25, 56 > Moraes: Esta família teve princípio em Balthazar de Moraes de Antas, 12º avô de Anibal, que de Portugal passou a S. Paulo onde casou com Brites Rodrigues Annes f.ª de Joanne Annes Sobrinho, que de Portugal tinha vindo a esta capitania trazendo solteiras três filhas, que todas casaram com pessoas de conhecida nobreza.

Pedro Taques, de quem copiamos esta notícia sobre os Antas Moraes e que por sua vez copiou-a do título dos Braganções na livraria de José Freire Monte Arroio Mascarenhas em 1757.

Prova de nobreza de Balthazar registrada na Câmara de São Paulo em 1670


*2ª Condessa do Rio Novo: seu Testamento, fornecido por Pedro Vianna Born, primo da Condessa, 2011: Síntese do testamento da Condessa do Rio Novo, do qual tenho uma cópia, assim como, da obra "Petrópolis Antigamente" de Charles J. Dunlop editada em 1985 pela ERCA, Editora e Gráfica Ltda, RJ.

A condessa ao morrer deixou sua imensa fortuna em testamento. Dentre as destinações de seu patrimônio territorial, ha destaque para as terras das fazendas do "Cantagalo" e "Rua Direita", ambas herdadas de seu finado pai, o 1º barão de Entre Rios. A fazenda do Cantagalo teve as terras aforadas em beneficio da "Ordem de N.S. da Piedade", onde surgiria o "Educandário Condessa do Rio Novo" (em Paraíba do Sul) por desejo do finado marido, o visconde do Rio Novo. As terras da fazenda Rua Direita, foram destinadas à criação da "Colônia Agrícola", onde a condessa beneficiou a todos os seus escravos, que passaram a ter terras para subsistência, sem direito à venda do patrimônio pertencente à colônia. As fazendas "Boa União" e "Piracema", que a condessa herdou do marido visconde e que pertenceram anteriormente à sogra (e também tia Magdalena Maria), tiveram destinações diferentes. A fazenda Boa União também teve todas as terras aforadas em beneficio da "Ordem de N.S. da Piedade", e como a fazenda do Cantagalo, ambas atualmente constituem os bairros com essas respectivas denominações no município de Três Rios. A condessa legou ainda grande soma em dinheiro dividida entre seus escravos serviçais próximos e a suas sobrinhas, filhas de seu irmão o visconde de Entre Rios. Vários imóveis ao redor da estação ferroviária de Entre Rios, assim como, prédios em Petrópolis, Rio de Janeiro e São João del Rey eram patrimônio da condessa ao falecer em Londres. O fabuloso palacete do barão de Entre Rios em Petrópolis, a condessa antes de falecer, já havia destinado ao orfanato que ali surgiu por obra de Monsenhor Bacelar. A obra humanitária a qual foi destinada a residência que fora vendida simbolicamente, recebeu depois da condessa, volumosas contribuições. O fato possibilitou então ali, a criação do famoso colégio Santa Isabel (homenagem à princesa Isabel), para onde convergia as filhas dos abastados fazendeiros do vale do Paraíba. Tal empreendimento transformou Petrópolis no maior centro educacional do país, o que proporcionou a chegada à cidade, do famoso "Colégio  Notre Dame de Sion", que abrigaria as internas netas dos fazendeiros, filhas de diplomatas estrangeiros e empresários expoentes do primeiro quartel do período republicano. Certamente a condessa do Rio Novo ao falecer em 1881, legou uma fortuna maior que aquela legada pelo 1º barão de Entre Rios. Obs. A ala do antigo orfanato, que foi extinta com o advento do Colégio Santa Isabel, passou a funcionar nas dependências da instituição "Escola N.S. do Amparo", que atualmente ainda cumpre o seu destacado papel humanitário na cidade de Petrópolis. O mesmo fica situado à rua Roberto Silveira, ao lado da antiga garagem dos bondes de Petrópolis, e defronte da sede da cervejaria "Bohemia", totalmente reestruturada e renaugurada na cidade durante os festejos da festa do colono alemão em 2011. O Colégio N.S. do Amparo teve entre seus colaboradores materiais principais, o visconde do Rio Novo e o 1º barão de Entre Rios.










Os Carvalho Duarte no Sul de Minas (atualizado em 06-Abril-2008)

As Três Ilhoas, vol 1º, fls. 326, 4-4, com 6 filhos.

Os irmãos Cunha de Carvalho - Carvalho da Cunha (atualizado em 30-Setembro-2007)

Capitão José Alves Lima (atualizado em 11-Novembro-2007


http:// geocities.yahoo.com.br/projetocompartilhar = Caetano de Carvalho Duarte, não relaciona os filhos Ana, Libania e José.

CAETANO DE CARVALHO DUARTE

e

ANA MARIA JOAQUINA

Inventários

Museu Regional de São João del Rei

Tipo de Documento: Inventário

Caixa: 317

Ano: 1825

Nº de Paginas: 72

Inventariados Caetano de Carvalho Duarte e Ana Maria Joaquina:5ºs avós de Aníbal.

Inventariante: Ana Maria Joaquina

Data da Abertura: 09-12-1825

Local: Vila de São José

Transcrição de Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Junqueira, projetocompartilhar.

fls.01

Inventário dos bens do casal do falecido Caetano de Carvalho Duarte de quem é Inventariante Dona Ana Maria Joaquina (viúva)

Data: 09 de Dezembro de 1825

Local: Fazenda denominada o Vão do Jacaré.

fls. 02 - Declaração

(...) seu falecido marido não havia feito testamento (...).

fls. 04 - FILHOS

01- Manoel Joaquim de Carvalho

02- João Gualberto de Carvalho, 4º avô de Aníbal.

03- Dona Maria Vicência, casada com Manoel Francisco de Morais.

04- Dona Ana Joaquina, casada com Manoel Rofino de Arantes, 4ºs avós de Aníbal.

05- Dona Joaquina Carlota, casada com Francisco de Paula e Silva

06- Dona Francisca Bernardina, casada com Joaquim Luís da Silva

07- Dona Felícia Felisbina, casada com Antonio Alves Lima,

08- Dona Felisbina Umbelina do Sacramento, solteira.

fls. 08 - BENS DE RAIZ

- uma fazenda denominada Vão do Jacaré, onde habita a mesma viúva Inventariante, havida por compra feita a Manoel Mendes dos Santos (...) que se compõem de 283 alqueires e meio de terras de cultura em diversos capões,1816 alqueires de campos de criar (...)   9:191$000

- uma morada de casas da mesma fazenda, com moinho, arvoredo, quinta, currais e ranchos anexos: 400$000

- uma parte na morada de casas que existe no Arraial de São João Batista: 15$000

fls. 18 - Procuração

Procuradores Nomeados: Reverendo João Ferreira Leite, Cel. Caetano José de Almeida.

Local: Turvo

Data: 20 de Dezembro de 1825

Que FAZ: o herdeiro João Gualberto de Carvalho (Alferes de Ordenanças), 4º avô de Anibal.

MONTE MOR - 13:707$720, em 1825.


The Bee: Symbol of immortality and resurrection, the bee was chosen so as to link the new dynasty to the very origins of France. Golden bees (in fact, cicadas) were discovered in 1653 in Tournai in the tomb of Childeric I, founder in 457 of the Merovingian dynasty and father of Clovis. They were considered as the oldest emblem of the sovereigns of France.




 

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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes