BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA


O Brasão concedido a 22/11/1881, que está registrado no Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil pode ser usado pela Família Avellar e Almeida, por ser um título concedido pelo Imperador Pedro II, na modalidade ad personam sul-cognome, querendo com isso, honrar toda a família do Barão). O Brasão poderá ser usado pelos descendentes, (Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 25/26)


 Enrico Arantes de Almeida Alonso até o Patriarca da Família Avellar e Almeida, Manoel de Avellar e Almeida seu 6º avô, fazendeiro de Café em Vassouras.


Aníbal de Almeida Fernandes, avô de Enrico, Novembro, 2016.


O nome próprio Enrico, deriva de Henrik, a raíz é antiga e teve origem nas brumas do tempo da velha Germânia ainda do tempo do Império Romano e significa: príncipe e poderoso. De Henrik passou a Henricus, em latim e, desta, às variações italiana, inglesa, francesa, portuguesa e outras mais.


Manoel de Avellar e Almeida, o Patriarca da Família Avellar e Almeida, é 6º avô de Enrico, nasc. cerca de 1767 e fal. 27/4/1848, filho do Alferes Manoel Coelho de Avellar e de Maria Rosa de Almeida 5ºs avós de Aníbal. Manoel casou-se cerca de 1792, com sua prima Susana Maria de Jesus, nasc. cerca de 1769 e fal. 23/6/1839.


O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, veio para o Brasil, no século XVIII, a chamado de Francisco Rodrigues Alves, fal. 31/7/1846, filho de Antonio Rodrigues Alves e de Maria Coelho (que provavelmente deve ser parente de Manoel Coelho de Avellar), que eram da mesma Freguesia de São Pedro da Ponta Delgada que Manoel. Francisco Rodrigues Alves era casado com Antonia Barbosa de Sá e já radicado no Brasil, era dono da sesmaria denominada de Vassouras e Rio Bonito, que recebera por concessão real a 6/10/1782, junto com Luís Homem de Azevedo. Eles foram, com certeza, os primeiros povoadores de Vassouras como informa o “Dicionário Geográfico“ de A. Moreira Pinto.


O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 4ºs avós de Anibal, era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. O casal era proprietário de 152 escravos conforme o Inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras, informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, onde o autor Ricardo Salles também informa, à pg. 155, que eram considerados mega proprietários os fazendeiros com mais de 100 escravos.




Conforme o Inventário feito em Vassouras a 7/6/1848, tendo por Inventariante o Barão do Ribeirão e cuja cópia autenticada foi obtida no Tabelião José Maria da Costa de Vassouras, em Vassouras em 1977, o casal teve 10 filhos:


2 filhos: José e Marcelino


8 filhas: Ana Maria, Inácia Maria, Mariana Rosa, Luisa Maria, Rita Maria, Maria Rosa, Isabel Maria, Francisca Maria.


 Nota: O scholar de Princeton, Stanley J. Stein, em seu livro Vassouras, a Brazilian Coffee County, 1850-1900, editado pela Harvard Historical Studies, 1957, nas pgs. 16 e 121, informa que os grandes clãs familiares de Vassouras eram: Correa e Castro, Werneck, Ribeiro de Avellar, Paes Leme, Teixeira Leite e Avellar e Almeida.




Casaróes de Vassouras 1859: Barão Avellar Almeida e Visconde Cananéia



Ascendência de Enrico (Sec. XXI) até Manoel de Avellar e Almeida (Sec. XVIII)


Orientação numérica: 1 é o Patriarca, 2 é filho, 3 é neto, 4 é 2º neto, 5 é 3º neto, 6 é 4º neto, 7 é 5º neto, 8 é 6º neto.


1) Manoel de Avellar e Almeida, é o Patriarca da família Avellar e Almeida (6º avô de Enrico) c.c. sua prima Susana Maria de Jesus, pais de:


2) Luisa Maria de Jesus, 1º c.c. Antonio José da Silva, (5ºs avós de Enrico).


Antonio José é fazendeiro e membro da Câmara Municipal de Valença pela Freguesia de N. Sra. da Glória, logo após a Criação da Vila de Valença a 10/11/1826 (História de Valença, Luís Damasceno Ferreira, 1925, pg. 79), falecido cerca de 1836.


Luisa Maria e Antonio José tiveram 2 filhos: Maria Salomé (1ª Baronesa do Rio das Flores) e João Antonio (4º avô de Enrico, que segue):


3) João Antonio, c.c. Ana Margarida de Arantes, (são 4ºs avós de Enrico),


Ana Margarida é neta paterna de Manoel Rufino de Arantes, bisneta do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques, Patriarca da Familia Arantes-Aiuruoca, e sua mulher Ana da Cunha Carvalho que é 5ª neta de Balthazar de Moraes de Antas, 14º avô de Enrico, que veio para o Brasil em 1556, Juiz em São Paulo de Piratininga em 1579, fidalgo português com Confirmação de Nobreza e pureza de sangue reconhecida oficialmente a 23/11/1580 pelo Ouvidor Geral da Bahia, Cosme Rangel de Macedo, (registrado em Títulos 1530-1805 do Arquivo Heráldico e Genealógico do Visconde Sanches de Baena; Alfredo Ellis Jr informa que Balthasar, foi o único morador do Brasil a ter comprovação de nobreza de 1ª linha no séc. XVI). Ana Margarida é 10ª neta de João de Arantes (n. cerca de 1460) 15º avô de Enrico, Fidalgo Cavaleiro, Morador da Casa Real, Senhor da Quinta de Romay, que é o 1º Arantes registrado na história de Portugal ao ser nomeado, a 2/1/1488, Condestável d’El Rei D. João II, 13º Rei português.


Nota: Condestável substituiu na hierarquia militar o alferes-mor, e as suas funções aproximavam-se das que modernamente tem o chefe de estado-maior e, mais ainda, das dos mestres-de-campo-generais dos séc. XVI e XVII (Verbo, Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, vol. IV, pg. 1279). E os soberanos que governavam mais de um reino ou senhorio tinham, em regra, um Condestável para cada um desses estados, como acontecia em Inglaterra.


Ana Margarida é neta materna de João Gualberto de Carvalho e Ana Inácia Ribeiro do Valle, 1ºs Barões de Cajurú a 30/6/1860, 6ºs avós de Enrico,


Ana Margarida é sobrinha do 2º Barão de Cajurú, do Barão de São João d’El Rei e do Visconde de Arantes, é sobrinha neta do 1º Barão de Cabo Verde, é prima irmã do 2º Barão do Rio das Flores.


João Antonio e Ana Margarida, pais de:


4) Bernardina (1869-1936), a 30/1/1889 c.c. Joaquim Rodrigues d’Almeida (1866-1937), 3ºs avós de Enrico


Joaquim é filho de Albino Rodrigues d’Almeida c.c. Antonia Maria da Conceição, neto de José Rodrigues d’Almeida c.c. Maria do Carmo, de Viseu, Portugal. Joaquim é primo 2o de Joaquim d’Almeida Barão de Almeida Ramos. Foram para Araraquara, SP, em 1890, onde formaram a fazenda de café Baguary. Pais de 12 filhos: 5.1) Luisa (nome em homenagem à bisavó materna Luisa Maria); 5.2) Mário; fez Engenharia em Liège, Bélgica, (diploma 24/10/1913), por causa da 1ª Guerra Mundial voltou para o Brasil e se formou em advocacia em São Paulo pelo Largo de São Francisco, (diploma a 7/12/1923). Vereador (a partir de 3/4/1936) e Prefeito de Araraquara, SP, foi correligionário político de seu primo Altino de Arantes Marques (governador de São Paulo = 1916-1920), Armando de Salles Oliveira e Honório Monteiro, seu falecimento foi registrado na Câmara de São Paulo pelo Requerimento de nº 486 de 20/7/1958 do vereador Scalamandré Sobrinho, é nome de rua em Araraquara; 5.3) Maria; 5.4) Alzira; 5.5) Isaura; 5.6) Joaquim; 5.7) Luis, médico pela Praia Vermelha (diploma a 17/10/1935), é nome de rua em Araraquara; 5.8) Ana (que segue); 5.9) Esther; 5.10) José: médico pela Praia Vermelha RJ; 5.11) Bernardino: advogado pelo Largo de São Francisco, SP, é nome de rua em Araraquara; 5.12) Orlando, bacharel pelo Largo de São Francisco, SP.


5) Ana (1907-1987) em 1927 c.c. Anibal de Barros Fernandes (1904-1973), 2ºs avós de Enrico


Aníbal de Barros Fernandes, filho de João Antonio Fernandes c.c. Ana Joaquina de Barros, Campinas/Agudos, SP, neto por parte de pai de Antonio José Fernandes e Ana Joaquina Adão, Vila Real, Portugal; neto por parte de mãe de André Gonçalves e Maria Francisca de Barros, Campinas SP, que é irmã de Adriano Júlio de Barros, n. em 1868, médico e presidente da Câmara Municipal de Campinas no séc. XIX, c.c. Altimira Alves Couto, pais de: Adriano, Argemiro, Antonio Carlos, Maria Amélia, Julieta e Lilia que é c.c. um filho de José Vicente de Azevedo, Conde Romano de Vicente de Azevedo (título da Santa Sé no século XX). Maria Francisca (4ª avó de Enrico) e Adriano Júlio são filhos do Comendador José Júlio de Barros e de Emerenciana Ferreira Zimbres de Queirós, 5ºs avós de Enrico, portugueses da freguesia de Gouvães do Ouro, Concelho de Sabrosa, Vila Real, que vieram para o Brasil na segunda metade do séc. XIX; neto paterno de Bernardo Rodrigues Salgado e de Justina de Barros, 6ºs avós de Enrico, neto materno de Zeferino de Queirós e de Maria Ferreira Zimbres, 6ºs avós de Enrico.


6) Anibal, arquiteto (Mackenzie 1964-1968), c.c. Maria José Giordano Del Grande,


Maria José é filha de José Del Grande, c.c. Thereza Spina Giordano,


Maria José é neta, por parte de pai, de Seraphim Del Grande e Judite Del Carlo, Lucca, Itália, neta por parte de mãe de Domingos Giordano (fundador da 1a Casa Bancária de São Paulo em 1900), c.c. Carmela Spina,


Maria José é bisneta de Vicente Giordano c.c. Ângela Maria Barra Falchi,


Maria José é 3ªneta do Cavagliere da Ordem de São Maurício e São Lázaro da Casa Real de Sabóia, Francesco Antonio Barra, 5ºavô de Enrico, (também pai de Nicolino Barra, Barão Barra, título do Governo Italiano) de Torraca, Salerno, Itália, radicado em São Paulo no final do séc. XIX em um imponente palacete que existe até hoje, no começo da Av. Liberdade, nº 340 a 360, tendo no frontão a inscrição BCFA).


Aníbal e Maria José pais de:


7) Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, n. em 1977, a 24/8/2007, c.c. Felipe Augusto Alonso, filho de Geraldo Alonso Filho e Ana Regina Alonso. Passa a assinar Ana Tereza Arantes de Almeida Alonso.


Nota: Eu quis retomar o sobrenome Arantes e registrei minha filha única, ao nascer, com o sobrenome que é nosso desde o século XV, ou seja, é um sobrenome anterior ao descobrimento do Brasil.


8) Enrico Arantes de Almeida Alonso, n. 15/10/2010, 6º neto, de Manoel de Avellar e Almeida, seu 6º avô, numa linhagem contínua de 8 gerações em 243 anos com 30,37 anos, em média por geração, do Século XVIII (1767) até o Século XXI (2010).


7 Titulares descendentes de Manoel de AVELLAR E ALMEIDA


1º) Barão do Ribeirão a 22/6/1867: José de Avellar e Almeida. O Barão foi tenente-coronel da Guarda Nacional e Cavaleiro da Ordem da Rosa e era dono das fazendas: Cachoeira (350 alqueires), Mato Dentro, Ribeirão Alegre, Retiro. Faleceu em Vassouras a 26/3/1874. Tem Brasão registrado no Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil.




2º) Barão de Massambará a 4/9/1867: Marcelino de Avellar e Almeida era comissário de café no Rio de Janeiro e foi Comendador da Ordem da Rosa e Cavaleiro da Ordem de Cristo. Foi, também, Presidente do Conselho de Intendência, (nome da Câmara Municipal no início da República). O Barão é nome de rua em Vassouras e seu palacete pertence, hoje em dia, à Fundação Severino Sombra.


3º) Barão (1868) e Visconde de Cananéia a 18/9/1886: Bernardino Rodrigues de Avellar foi um dos mais destacados membros da nobreza vassourense, onde era vulto de prestígio em Vassouras e na Corte Imperial tanto que, em 1876, a Princesa Isabel e o Conde d’Eu vieram especialmente a Vassouras, a convite do Visconde, hospedando-se no belíssimo palacete Cananéia que o Visconde herdara do pai, o Barão do Ribeirão.



A cama onde dormiu o casal imperial tem a inscrição do fato na madeira da trave do leito, com a respectiva data, e pertence a Alberto Avellar de Mello Affonso, sobrinho-neto do Visconde. O Visconde era um benemérito, gastou para auxiliar a cidade, mais de 22 contos de réis em dinheiro e 120 contos em gêneros alimentícios, roupas e remédios, na época da epidemia de febre amarela, em 1880. Tal gasto, numa época que o café já entrara em decadência, arruinou o Visconde. A 3/6/1882, a cidade assistiu uma festa em homenagem ao Visconde, feita pelos pobres, que passou à história do município como a Festa da Pobreza. Foi tenente-coronel da Guarda Nacional e Comendador da Ordem da Rosa. Faleceu em Vassouras a 12/4/1896.


4º) Barão de Avellar e Almeida a 7/1/1881: Laurindo de Avellar e Almeida, Comendador da Ordem de Cristo. Faleceu no Rio de Janeiro a 25/11/1902. Tem Brasão concedido a 22/11/1881 e registrado no Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, que pode ser usado pela Família Avellar e Almeida por ser um título concedido pelo Imperador Pedro II ad personam sul-cognome:



Brasão Barão Avellar e Almeida


A “Banda” diagonal vermelha com 3 estrelas de prata, postas em pala, representa trabalho árduo. A “Abelha”, à direita, simboliza a operosidade, confirmando o trabalho árduo. O “Cafeeiro”, à esquerda, mostra a atividade do Barão de Avellar e Almeida que era fazendeiro de café. A divisa em latim Virtute et Honore significa Virtude e Honra, que é uma confirmação dos valores éticos e sociais da família Avellar e Almeida.


5º) Maria, Baronesa de Werneck, por seu marido, José Quirino da Rocha Werneck, Barão de Werneck a 24/8/1882.


6º) Maria Salomé de Avellar e Almeida e Silva, 1ª Baronesa do Rio das Flores, (é irmã do meu bisavô materno), por seu marido, José Vieira Machado da Cunha, 1º Barão do Rio das Flores a 3/4/1867, são tios bisavós de Anibal, eles estão enterrados no cemitério de Rio das Flores em túmulo restaurado por Marcos Vieira da Cunha, também sobrinho-bisneto dos 1ºs Barões do Rio das Flores que foi proprietário e restaurador das fazendas, Guaritá, Campos Elíseos, Santo Antonio, todas de sua família e, hoje em dia, estão nas mãos de terceiros. Maria Salomé teve 12 filhos, entre eles o 2º Barão do Rio das Flores. Maria Salomé morreu na Fazenda Monte Alverne e o 1º Barão do Rio das Flores não mais se casou.


7º) 2º Barão do Rio das Flores a 14/8/1886: Mizael Vieira Machado da Cunha (filho do 1º Barão do Rio das Flores) casado com Aurora Esteves Ottoni n. 1858, f. 1922, filha de Manuel Esteves Ottoni c.c. Ana Amália de Araújo Maia, np de Honório Esteves Ottoni c.c. Mariana Pereira Guedes, bisneta paterna de José Eloy Ottoni, (n. 1/12/1764, f. 2/10/1851) c.c. Maria do Nascimento Esteves. O 2º Barão do Rio das Flores e Aurora Esteves Ottoni, estão enterrados em Rio das Flores.


As fazendas do clã Avellar e Almeida se localizaram em Vassouras, Cananéia, Massambará, entre elas: Ribeirão Alegre, Mato Dentro, Retiro, São Luiz de Massambará, que foi do Barão de Massambará, retro citado, São Luiz da Boa Esperança e a fazenda Cachoeira, do Barão do Ribeirão, retro citado, com 350 alqueires, se destacava pelo tamanho, pois as propriedades da época tinham, em média, 120 alqueires (sendo de 48.400 m2 o alqueire fluminense), com 40 a 50 escravos em média.


Bibliografia e fontes consultadas para estruturar este trabalho:


# Braga, Greenhalg H. Faria, Vassouras de Ontem, Rio de Janeiro, 1975 e De Vassouras, História, Fatos Gente, Rio de Janeiro, 1978.


# Ferreira, Luís Damasceno, História de Valença, Rio de Janeiro, 1925, pg. 79.


# Raposo, Ignácio, História de Vassouras, Niterói, 1978.


# Werneck, Francisco Klörs, História e Genealogia Fluminense, Edição do Autor, 1947, pgs: 97 a 104 > Primeiros Povoadores de Vassouras, trabalho do autor não publicado. A filiação deste trabalho segue os dados levantados por Francisco Klors Werneck em paróquias de Vassouras e informados em seu trabalho: 1ºs Povoadores de Vassouras e seus descendentes, pgs: 11 a 18.


# Revista do IGB, Ano V, pg.463.


# Rheingantz, Carlos G, Titulares do Império, Rio de Janeiro, 1960.


# Silva, Rudy Mattos da, Galeria Vassourense, Vassouras, 1999.


# Machado, Lielza Lemos, Imagens de Vassouras, Vassouras, 1994.


# Inventário de Manoel de Avellar e Almeida, feito a 7/6/1848, cópia autenticada no Tabelião José Maria da Costa, Vassouras, RJ, em 1977.


# Anuário Genealógico Brasileiro (AGB) Ano: I = pgs 318 a 320, tem grave erro ao tornar irmãos o 1º e o 2º Barão do Rio das Flores que são pai e filho, Ano II, Titulares Brasileiros Escudos e Armas, pgs. 21 a 74, Ano III = pg 323, Ano IV = pgs: 227 a 264, em especial pgs 257 e 278, Ano VI, Ano VII e Ano IX = Famílias Reais da Península Ibérica, pgs. 3 a 103.


# Anuário Genealógico Latino, 1952, Fernandes, José de Avellar, Os Morais de São Paulo.


# A Cidade e o Planalto, Gilberto Leite de Barros, Martins, 1967, I Tomo, em especial as pgs: 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16,17, 19, 21, 22, 23, 27, 28, 29, 35, 36, 37, 38, 40, 41, 44, 45, 49, 53, 54, 57, 60, 82, 83, 85, 91, 92, 93, 94, 95, 96, 123, 124, 164, 168, 169, 173, 174, 180, 186, 188, 191, 193, 196.


# Barões e escravos do café Sonia Sant’Anna, 2001, pgs: 35 a 38 e 160.


# Arantes e Oliveira, Eduardo de, Nantes ou Arantes ou D’Anantes que hoje He Arantes, 1994, trabalho de autor Português, não publicado.


# Sant’Ana, Sonia, Barões e Escravos do Café, Jorge Zahar, RJ, 2001.


# Pereira, Américo Arantes, A Família Arantes, Editora Legis Summa, Ribeirão Preto, 1993.


# Marcos Vieira da Cunha, fonte primária, informou as datas de nascimento e morte dos 1ºs Barões do Rio das Flores e dos filhos Manoel, Lindolpho, Mizael, e de Emiliana Garcia, tiradas dos túmulos, restaurados por ele, no cemitério de Rio das Flores, a 18 kms de Valença, 1980.


# Maria do Rosário (Rosarinho) Azevedo Vieira da Cunha, fonte primária, o marido é meu primo.


# Admário Rocha de Azevedo, Livro 5 de Batismo 1867-1871, Vassouras, nasc: Luisa, Misael, Manoel, Antonio, 1982.


# Nancy Meireles Junqueira, fonte primária, 2002.


# José Carlos Braga de Avellar, 3º neto do Visconde de Cananéia, fonte primária, 2004.


# Cid Pacheco, genro de Lea Mattos Lodi, 4ª neta de Manoel de Avellar e Almeida, fonte primária, 2007 e 2008.


# Alberto Avellar de Mello Affonso, 3º neto de Manoel de Avellar e Almeida, fonte primária, 2008.


# Irene Pessoa de Lima Câmara, 5ª neta de Manoel de Avellar e Almeida, fonte primária, 2010.


# Adriano Novaes: Fontes: Testamento do Barão do Rio das Flores – 1879. Processo Nº 3719/caixa 361. Museu da Justiça – Rio de Janeiro. Embargo de Obra – Tenente Coronel Jose Vieira Machado da Cunha (embargante) e Jose Luis Garcia e sua mulher (embargados) – 1866. Processo Nº 2870/caixa 293. Museu da Justiça - Rio de Janeiro. Correspondências, escrituras, atas da Câmara Municipal e outros documentos que compõem o Arquivo Histórico do Museu de Historia Regional de Rio das Flores.


# Carlos Eduardo de Almeida Barata, fonte primária, 2008. Dados sobre a 2ª Baronesa de Rio das Flores.


# E o Vale era o escravo, Ricardo Salles, Civilização Brasileira, 2008 > Manoel de Avellar e Almeida, pgs: 155/280/281/282 e Centro de Documentação Histórica Severino Sombra (CDH), > inventário nº 435, caixa 90, pg. 305.


# O Vale do Paraíba e a arquitetura do Café, Augusto C. da Silva Telles, Capivara, 2006.


# Estudos sobre o Direito Nobiliário, Mário de Méroe, Centauro Editora, São Paulo, 2000.


# VASSOURAS a Brazilian Coffee County, 1850-1900 StanleyStein, Harvard University, 1957: retrata de maneira clara e objetiva o começo, formação e início da decadência de Vassouras, quando terminam as matas virgens para derrubar e plantar e a rotina míope dos vassourenses que não adubam ou cuidam de proteger a terra onde plantam; e eu nunca tinha lido sobre a confusão e decadência que causou a implantação da estrada de ferro (D. Pedro II) para as vendas e comércio da estrada de terra (Estrada da Polícia). Também me impressionou a mudança das tropas de mulas (cada uma com 9 arroubas) que custavam 33%!!!!!!!!! do que valia o café para transportá-lo até o Rio e quando chega o trem que facilita tudo e fica rei o carro de boi que carregava 100 arroubas até as estações e derruba o custo do transporte e a perda de café e mulas nos constantes acidentes anteriores e Vassouras fica riquíssima e muito sofisticada no seu modo de vida.


Pg 226 os escravos entre 1857-58 valem 73% do valor da fazenda.


Pg 246 em 1882 o escravo é o que vale nas fazendas, pois tem liquidez e as terras estão exauridas.


Pg 247 as propriedades em 1888 desvalorizam 10 vezes em relação a 1860 e o escravo tem valor zero na composição do valor das fazendas, após a Lei Áurea.


Pg 251 estima m 500.000 escravos libertos em maio/1888.


pg 260 estima em 500 mil contos de réis a necessidade de dinheiro.


Pg 293 > em 1825 > 1US$ dolar = 1 conto de reis e passa a equivaler em:


1850 > 0,58US$ dólar = 0,58 conto de reis


1900 > 0,19US$ dólar = 0,19 conto de reis


Pg 294 estima em 17.319.556 hab. a população do Brasil em 1900


Pg 295 estima > a existência de 637.602 escravos em 1887


# The Bee: Symbol of immortality and resurrection, the bee was chosen so as to link the new dynasty to the very origins of France. Golden bees (in fact, cicadas) were discovered in 1653 in Tournai in the tomb of Childeric I, founder in 457 of the Merovingian dynasty and father of Clovis. They were considered as the oldest emblem of the sovereigns of France.


# Jean-Jacques Chifflet: On May 27, 1653 a mason, Adrien Quinquin, working on the reconstruction of the church of Saint-Brice in Tournai, discovered a Merovingian tomb containing various articles, including a leather purse containing gold coins, a gold bracelet, some pieces of iron, and numerous pieces of gold cloisonnéed with garnets, among these the 300 bees. One of the pieces was a ring with the inscription CHILDERIC REGIS, identifying the tomb as that of Childeric I, father of Clovis. The discovery excited great interest in Tournai and Brussels. Archduke Leopold William, Spanish governor of the Netherlands, put his personal physician, Jean-Jacques Chifflet, in charge of studying and publishing the finds. In 1655 he published his work, Anastasis Childerici I Francorum regis, sive thesaurus sepulchralis Tornaci Neviorum effossus et commentario illustratus. Leopold William took the treasure to Vienna when he left the Netherlands in 1656. On his death, the treasure became the property of the Emperor of Austria, Leopold I. In 1665 Leopold gave the treasure to Louis XIV as a gift in recognition of the help of the French against the Turks and against a revolt of Austrian subjects in Hungary.


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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes