Ascendência de Aníbal (séc. XX) até o Patriarca André do Valle Ribeiro (séc. XVII), 8º avô de Aníbal.


Aníbal de Almeida Fernandes, atualizado  Dezembro, 2016.

Dele descendem 12 Titulares: 1ª Baronesa Cajurú (4ª avó de Aníbal), 2º Barão Cajurú (tio 3ºavô de Anibal), 1ª Baronesa Cabo Verde (tia 4ªavó de Anibal), Visconde de Arantes (tio 3ºavô de Anibal), Baronesa São João d’El Rey (tia 3ªavó de Anibal), Barão de Lavras, Barão Dores de Guaxupé, Conde Romano de Ribeiro do Valle (Santa Sé), 1ª Baronesa de Alfenas, Barão de Ponte Nova, Baronesa do Ribeirão Vermelho e Baronesa de Ingaí.

Brasão do Conde Ribeiro do Valle


André do Valle Ribeiro, o Patriarca da Família Ribeiro do Valle, 8º avô do Anibal, nasceu a 24/5/1675, na Freguesia de Valongo, Bispado do Porto, Portugal, filho de filho de Domingos Francisco e de sua mulher Maria do Valle.

Livro de batismos de Valongo 1651/1686 fls. 70v. Igreja Matriz de São Mamede:

Andre Filho de D.os Fr.co E de sua m.er Mª do Vale nasceo aos 24 de majo era 1675. E foi baptizado aos 27 do ditto mes forão Padrinhos D.os Frz. o novo de Suzão E Mª solrª fª de Andre Ribrº. Eu João Marques o baptizei dia E era ut s. João Marques. Fornecido por Geraldo Dutra de Andrade Neto, 2013.


André do Valle Ribeiro a 9/5/1707, em São João d’El Rey, c.c. Teresa de Morais, n. em São Paulo, fal. 20/8/1727, em São João d’El Rey. Foram proprietários de terras no Caminho Velho, junto ao Rio das Mortes Pequeno, com casas de vivenda e senzalas. Tinham também um sitio menor em São Miguel do Cajurú, em cuja capela batizaram os filhos.

André do Valle Ribeiro fez parte da Câmara de São João d’El Rei em 1719, onde faleceu em 1721.

Ascendência de Aníbal (séc. XX) até o Patriarca André do Valle Ribeiro (séc. XVII), 8º avô de Aníbal.

Estrutura numérica: 1 é o Patriarca, 2 é filho, 3 é neto, 4 é bisneto, 5 é trineto, 6 é 4º neto, 7 é 5º neto, 8 é 6º neto, 9 é 7º neto, 10 é 8º neto, 11 é 9º neto, 12 é 10º neto etc.

1) André do Valle Ribeiro o Patriarca da Família Ribeiro do Valle, 8º avô do Anibal c.c. Teresa de Morais, são paisde:

2) Antonio Ribeiro do Valle (ou do Valle Ribeiro), 7º avô do Aníbal, n. 1713, f. 12/6/1763, São João d’El Rei, a 13/6/1739, c.c. Rosa Maria de Jesus, na Capela de São Miguel de Cajurú, n. 1717, Ilha Terceira, Açores, f. 20/9/1782, Aiuruoca, pais de:

3) Felisberto Ribeiro do Valle, 6º avô de Anibal, n. 1753, f. 23/11/1793, em Madre de Deus, Andrelândia, MG, c.c. Ana Custódia de Paula, (filha de Domingos da Costa Guimarães), pais de:

4) Capitão Inácio Ribeiro do Valle, 5º avô de Anibal bat. 28/12/1782, f. 15/3/1853, Andrelândia, MG. Casado 2 vezes, com 10 filhos no 1º casamento e 5 filhos no 2º casamento. No 1º casamento com Ana Custódia da Conceição, 5ª avó de Anibal, n. 1788, f. 13/12/1839, (filha do Capitão José Alves Lima e Ana Maria da Conceição), pais de:

5) Ana Inácia, 1ª Baronesa de Cajurú, 4ª avó de Anibal, c.c. João Gualberto de Carvalho, 1º Barão de Cajurú, a 30/6/1860, n. e bat. 1797, f. 21/2/1869, Comendador da Ordem da Rosa em 1849 e da Ordem de Cristo, Foi dono da Fazenda das Bicas.

1º Barão de Cajurú, Decreto Registrado no Livro VIII, Pag. 54, Seção Histórica do Arquivo Nacional, com petição feita a 9/6/1860, pelo Visconde do Bonfim e pelo Visconde de Ipanema a Pedro II. Nasc. e bat. em 1797, São João d’El Rei, fal. 21/2/1869, S. Miguel do Cajurú, Ten-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem da Rosa em 1849 e da Ordem de Cristo.

Pais de:

6) Ana Elisa (tem o mesmo nome Ana, que a mãe Ana Ribeiro do Valle, a avó paterna Ana Maria Joaquina, a tia paterna Ana do Angaí, a avó materna Ana Custódia da Conceição, e as bisavós maternas Ana Custódia de Paula e Ana Maria da Conceição) c.c. Joaquim Carvalho de Arantes,


Joaquim, 6º filho de Manoel Rufino de Arantes, bat. 25/11/1874, c.c. Ana Joaquina de Carvalho, neto paterno do Capitão-Mor de Aiuruoca Antonio de Arantes Marques, Tronco Arantes de Aiuruoca,


Antonio é 7º neto de João de Arantes, sec. XV, Portugal, o 1º Arantes registrado na história de Portugal pela Carta de Nomeação, a 2/1/1488, como Condestável de João II, 13º Rei de Portugal (1481-1497), de quem foi Cavaleiro Fidalgo, Morador da Casa Real, Senhor da Quinta de Romay; 


Antonio c.c. Ana, filha do Coronel Antonio da Cunha Carvalho c.c. Bernarda Dutra da Silveira, n. em Barbacena, que descende de Balthasar de Moraes de Antas, (12º avô de Aníbal), que veio para o Brasil em 1556, tinha Comprovação de Nobreza e pureza de sangue reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia a 23/11/1580, (registrado em Títulos 1530-1805 do Arquivo Heráldico e Genealógico do Visconde Sanches de Baena e Registrado na Câmara Municipal de São Paulo em 1670);  Alfredo Ellis Jr informa que Balthasar foi o único morador do Brasil a ter comprovação de nobreza de 1ª linha no séc. XVI). Foi Juiz em São Paulo a partir de 1579, c.c. Brites Rodrigues Annes, tiveram 4 filhos: Pedro, Balthasar, Ana e Isabel.


7) Ana Margarida, c.c. João Antonio de Avellar e Almeida e Silva, 2º avô de Aníbal,

João Antonio, neto materno de Manoel de Avellar e Almeida, 4ºavô de Anibal, Patriarca do Tronco Avellar e Almeida de Vassouras, RJ, que tem entre seus descendentes 7 titulares: 6 Barões: Ribeirão, Massambará, Avellar e Almeida, 2º Barão do Rio das Flores, Baronesa de Werneck, 1ª Baronesa do Rio das Flores e o Visconde de Cananéia.



O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 4ºs avós de Anibal, era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. O casal era proprietário de 152 escravos conforme o Inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, onde o autor Ricardo Salles também informa, à pg. 155, que eram considerados mega proprietários os fazendeiros com mais de 100 escravos.







BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA


Este Brasão foi concedido por Carta de Brasão em 1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11, ao Barão de Avellar e Almeida, Decreto de 7/1/1881, cujo título está registrado no Livro X pág. 70 Seção Histórica do Arquivo Nacional. É um título concedido ad personam sul cognome, isto é, dado a uma pessoa específica e apoiado sobre o nome da família do titulado. Esta forma de título só é usada quando o Imperador deseja prestar homenagem também à família, dignificando-lhe o nome. O Brasão tem um pé de café e uma abelha como arma heráldica e pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, que são exclusivos do Barão e não são hereditários, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico: Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 25/26.



8) Bernardina, n. 25/8/1869, f.18/7/1936, a 30/11/1889, Valença, c.c. Joaquim Rodrigues d’Almeida, n. 23/6/1866, f. 25/2/1937,

Joaquim, filho de Albino Rodrigues d’Almeida, c.c. Antonia neto de José Rodrigues d’Almeida, c.c. Maria do Carmo, Viseu, Portugal sec. XVIII, ele é primo de Joaquim d’Almeida, Barão de Almeida Ramos.

9) Anna, n. a 31/12/1907, f. a 24/4/1987, em 1927, c.c. Anibal de Barros Fernandes, n. 1/3/1904, f. 1973,

Aníbal de Barros Fernandes, filho de João Antonio Fernandes c.c. Ana Joaquina de Barros, Campinas/Agudos, SP, neto por parte de pai de Antonio José Fernandes e Ana Joaquina Adão, Vila Real, Portugal; neto por parte de mãe de André Gonçalves e Maria Francisca de Barros, Campinas SP, que é irmã de Adriano Júlio de Barros, n. em 1868, médico e presidente da Câmara Municipal de Campinas no séc. XIX, c.c. Altimira Alves Couto, pais de: Adriano, Argemiro, Antonio Carlos, Maria Amélia, Julieta e Lilia que é c.c. um filho de José Vicente de Azevedo, Conde Romano de Vicente de Azevedo (título da Santa Sé no século XX). Maria Francisca e Adriano Júlio são filhos do Comendador José Júlio de Barros e de Emerenciana Ferreira Zimbres de Queirós, 3ºs avós de Anibal, portugueses da freguesia de Gouvães do Ouro, Concelho de Sabrosa, Vila Real, que vieram para o Brasil na segunda metade do séc. XIX; neto paterno de Bernardo Rodrigues Salgado e de Justina de Barros, 4ºs avós de Aníbal, neto materno de Zeferino de Queirós e de Maria Ferreira Zimbres, 4ºs avós de Anibal.

10) Anibal, n. a 3/3/1944, arquiteto pela Universidade Mackenzie (1964-68), c.c.Maria José,

Maria José, filha de José Del Grande c.c. Thereza Giordano, neta paterna de Seraphim Del Grande c.c. Judite Del Carlo, Lucca, Itália, neta materna de Domingos Giordano, fundador em 1900 da 1ª Casa Bancária de São Paulo, c.c. Carmela Spina, bisneta materna de Vicente Giordano c.c. Angela Maria Barra Falchi, trineta materna do Cavagliere da Ordem de São Maurício e São Lázaro da Casa Real de Sabóia, Francesco Antonio Barra, sobrinha bisneta de Nicolino, Barão Barra, título do Governo Italiano. Radicados em São Paulo em palacete até o presente, existente no início da Av. Liberdade, do nº 340 a 360, eles vieram de Torraca, Salerno, Itália, em meados do sec. XIX.

11) Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, psicanalista, n. em 1977, a 24/8/2007, c.c. Felipe Augusto Alonso, filho de Geraldo Alonso Filho e Ana Regina Alonso.

12) Enrico Arantes de Almeida Alonso, n. 15/10/2010, 10º neto de André do Valle Ribeiro, o Patriarca, numa linhagem contínua de 335 anos por 12 gerações com 27,91 anos por geração do século XVII (1675) até o século XXI (2010).

Fontes documentais consultadas para estruturar este trabalho:


1] José Guimarães relaciona identifica na Genealogia Paulistana, de Luiz Gonzaga da Silva Leme, (*1852 - †1919):

Título Moraes: Volume VII

Pág. 03, Pg. 25 e Pg. 56: Título Moraes > Accenço de Moraes, 10º avô de Aníbal.


Volume VII pg 3 > Moraes: Esta família teve princípio em Balthazar de Moraes de Antas, 11º avô de Anibal, que de Portugal passou a S. Paulo onde casou com Brites Rodrigues Annes f.ª de Joanne Annes Sobrinho, que de Portugal tinha vindo a esta capitania trazendo solteiras três filhas, que todas casaram com pessoas de conhecida nobreza.


Pedro Taques, de quem copiamos esta notícia sobre os Antas Moraes e que por sua vez copiou-a do título dos Braganções na livraria de José Freire Monte Arroio Mascarenhas em 1757.

2] Francisco Klors Werneck é Cidadão Vassourense, (1984), Membro do Instituto Genealógico do Rio de Janeiro e de São Paulo. Instituto Histórico de Niterói e Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais é autor do livro História e Genealogia Fluminense (1947), tem vários artigos publicados sobre suas pesquisas genealógicas pelo Instituto Genealógico Brasileiro (IGB): Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1952: pgs 415 a 469, Revista Genealógica Brasileira, Ano VII, 1946: pgs 59 a 78.

3] José de Avellar Fernandes (n. 1892, f. 1981) conceituado genealogista (com biografia publicada na Revista Genealógica Brasileira, nº 14), que, num artigo publicado no Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1952, página 76, item 47, informa que o pai de Manoel, o Alferes Manoel Coelho de Avellar, 5º avô de Aníbal, descende de Diogo Gonçalves, c.c. Urraca Mendes de Bragança, irmã de Fernando Mendes de Bragança, o Bravo, ambos filhos de Mendo Fernandes de Bragança, Rico Homem e Alferes Mor de seu primo-irmão Afonso Henriques, (1109-1185), 1º Rei de Portugal, (Dinastia de Borgonha, 1139 a 1383) ambos netos de Afonso VI, 14º Rei de Leão e 3º Rei de Castela

 

Dicionário das Famílias Brasileiras, Antonio Carlos da Cunha Bueno/Carlos Barata, Brasília, 2000.

A Família Arantes, Américo Arantes Pereira, Legis Summa, 2ª Edição, 1993.

Dados fornecidos por Flávio Mário de Carvalho Jr., 3º neto do 1º Barão de Cajurú, obtidos em pesquisas in situ e registros de família, fonte primária, 2005.

Revista Genealógica Latina, José Guimarães, As Ilhoas, pgs. 65 a 83, Vol. XII, 1960.

Anuário Genealógico Latino pg 72, Vol. 4.

A Cidade e o Planalto, Gilberto Leite de Barros, Martins, 1967, I Tomo, em especial as pgs: 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16,17, 19, 21, 22, 23, 27, 28, 29, 35, 36, 37, 38, 40, 41, 44, 45, 49, 53, 54, 57, 60, 82, 83, 85, 91, 92, 93, 94, 95, 96, 123, 124, 164, 168, 169, 173, 174, 180, 186, 188, 191, 193, 196.

Anuário Genealógico Brasileiro: Ano III, pg. 397 e Ano VIII, pg. 73 e Ano: I; II; IV; VI; VII.

Testamento de Ana Inácia, 1a Baronesa de Cajurú, Cartório do 1o Ofício, Livro 2, fls. 42v a 45, de Andrelândia.

Os Ribeiro do Valle, José Ribeiro do Valle, pgs: 9, 10, 12, 57.

José Guimarães, Ouro Fino, MG, cartas e artigos publicados.

Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de Braga, a 19/11/1946, carta do Diretor Francisco Lopes Teixeira, informa que os Arantes, são oriundos das Freguesias do Salvador do Couto do Souto e São Mateus da Ribeira, hoje pertencentes ao Concelho de Terras do Bouro, Distrito de Braga.

Mario Arantes de Almeida, Araraquara, SP, 7º neto de André do Valle Ribeiro, anotações da família Arantes-Araraquara, fonte primária.

Titulares do Império, Carlos Rheingantz, 1960.

#Efemérides de São João d'El Rey, Sebastião de Oliveira Cintra, Vol. II, pág. 426 = André do Valle Ribeiro fazia parte do Senado da Câmara de São João d'El Rey, em 1719; 2a Edição; informa a morte do 1o Barão de Cajurú em São Miguel de Cajurú, (Arcângelo), São João d’El Rei, MG.

#20 gerações de João Ramalho e Bartyra seus descendentes mineiros de Andrelândia e outras Grandes Famílias, Laerte M. Magno Ribeiro, S. Paulo, 1989, = André do Valle Ribeiro e Tereza de Moraes, só deixaram dois filhos conhecidos que são: Antonio do Valle Ribeiro e Maria de Moraes Ribeiro. (Arquivo do Dr. Cid Guimarães, São Paulo).

#Nantes ou Arantes ou D’anantes, que hoje He Arantes, 1994, trabalho do Padre Marcelino Pereira, Séc. XVIII, encontrado no Arquivo de Braga, manuscrito 876.

#Dario Zagotta, fonte primária é 8º neto de André do Valle Ribeiro é 3º neto do barão de Ponte Nova, sobrinho trineto do Barão de Ingaí e do Barão do Ribeirão Vermelho, forneceu os dados sobre a descendência de Maria c.c. Antonio de Brito Peixoto, 2008, 2010.

#Dados sobre o Barão de Lavras que foram retirados de um trabalho genealógico manuscrito e assinado por Ary Florenzano, Curitiba, 1966, e fornecidos pela dona do Manuscrito original: Yvone Vilhena de Andrade Reis, bisneta do Barão de Lavras, 2010.



Ana Custódia da Conceição, casada com Inácio Ribeiro do Valle, filho de Felisberto Ribeiro do Valle e Ana Custodia de Paula. Geração no estudo “Domingos da Costa Guimarães”.

http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoDomingosdaCostaGuimaraes.htm neste site há um erro de registro, pois informa que Inácio Ribeiro do Valle, foi batizado aos 28-12-1792????, porém o correto é: bat. 28/12/1782, e fal. 15/3/1853.





Capitão José Alves Lima(atualizado em 11-Novembro-2007

http://br.geocities.com/projetocompartilhar: Silvia Rita do Prado Mendes Buttros, Fonte: Arquivo Distrital do Porto, Concelho de Valongo, Freguesia de Valongo, Igreja Matriz de São Mamede: Ascendência André do Valle Ribeiro.


A Família Junqueira José Américo Junqueira de Mattos, RJ, 2004, pgs: 1311 a 1442.

Atenção: A Família Junqueira, de Frederico de Barros Brotero, na pg. 257, informa sobre a Família Ribeiro do Valle como tendo origem em Francisco Ribeiro Salgado,(?) c.c. Maria Angélica do Valle (?), de quem descendem (??) o Barão das Dores de Guaxupé, a 3/8/1889 e seu filho, o Conde Ribeiro do Valle, pela Santa Sé, sec. XX, esta filiação está totalmente errada e para esclarecimento definitivo ver o item.

Projeto Compartilhar, Coordenação Regina Moraes Junqueira: André do Valle Ribeiro


http://br.geocities.com/projetocompartilhar/ensaioasorigensdafamiliaRibeiroSalgado.htm.

Adenda: Conde Romano de Ribeiro do Valle, título Papal: AGB VIII, pg. 73. Obs: Filho do Barão de Dores de Guaxupé (título brasileiro); uma filha casou-se com um neto materno do 2º Barão de Taubaté (título brasileiro); uma neta casou-se com um bisneto do 2° Barão de Arari e do Barão de Sousa Queirós (títulos brasileiros).

Abreviações: nasc. ou n. = nascido; b. ou bat. = batizado; c.c. = casado/casamento com; fal. ou f. = falecido.

 

Os textos desse site podem ser reproduzidos, desde que se informe o autor e o endereço do site.
 
Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes