Casal Antonio da Cunha Carvalho e Bernarda Dutra da Silveira são avós de: José, 1º Barão do Rio das Flores (2º neto), Mizael, 2º Barão do Rio das Flores (3º neto), Manoel Barão d’Alança (3º neto), João 2º Barão de Guandu (2º neto), Baronesa de Aymorés (3ª neta), Marcos Vieira da Cunha (5º neto), Aníbal de Almeida Fernandes (6º neto), e Vinicius da Mata Oliveira (8ºneto)


Aníbal de Almeida Fernandes, 6º neto do casal Antonio-Bernarda,


Texto inicial: Fevereiro 1998, última atualização: Dezembro, 2016.


José Guimarães probo genealogista de Ouro Fino, MG, informa por carta, a 15/1/1987, para Aníbal, que Bernarda Dutra da Silveira, nascida em Barbacena, (antiga Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo), é filha legítima de Francisco Furtado Dutra, nascido por volta de 1700, na Ilha do Fayal, Açores e de sua mulher Florência Francisca das Neves, 7ªavó de Anibal, e que a outra filha deste casal chamava-se Isabel de Moraes de Antas que leva, conforme a prova documental abaixo, a Manoel de Moraes de Antas, 8ºavô de Anibal, Isabel de Moraes, 9ªavó de Anibal, a Accenço de Moraes de Antas, 10ºavô de Anibal, a Balthazar de Moraes de Antas, o moço, 11ºavô de Anibal, filho de Balthazar de Moraes (de Antas), 12ºavô de Anibal, que veio para o Brasil em 1556, foi Juiz em São Paulo de Piratininga em 1579. José Guimarães declara e confirma, em uma 2ª carta, enviada pouco antes de sua morte a 1/7/1987, a ascendência de Aníbal até Balthazar de Moraes (de Antas), depois confirmada por prova documental, fornecida por Marcos Camargo, San Diego, USA, em Out/2013. (Silva Leme: Título MORAES: Volume VII – Pág. 03, Pag. 25, Cap. 2 e Pg. 56 e 57).


Processo de casamento de Ana Teresa de Moraes e Joao Duarte Franca viuvo que ficou de Rita Maria da Conceicao (filha de Florencia) Pg. 1. (https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-14925-86?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254.



Prova Documental da Filiação: Florência Francisca das Neves, 7ªavó de Anibal é filha de Manoel de Moraes de Antas, 8ºavô de Anibal. Pg: 2 abaixo, (e ampliada).




https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-15499-25?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254


(Silva Leme: Título MORAES: Volume VII – Pág. 25 Cap. 2 e Pg. 56)


"Brasil, São Paulo, Registros da Igreja Católica, 1640-2012," images, FamilySearch (https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-14925-86?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254 e https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-15499-25?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254: accessed 14 Oct 2013), Brazil, São Paulo, Catholic Church Records, 1640-2012 > Brazil, São Paulo, Catholic Church Records, 1640-2012 > São Paulo > Arquidiocese de São Paulo, Parte B > Dispensas matrimoniais 1774 vol 1030 > image 2 of 63.


A parte mais importante diz que: de Manoel de Moraes procede Florencia Francisca das Neves e desta Rita Maria da Conceição que foi casada com Joao Duarte Franca (c com cedilha).



Como cita Gilberto Leite de Barros, em seu livro A Cidade e o Planalto, Alfredo Ellis Jr. registra que Balthasar de Moraes, 12ºavô de Anibal, foi o único brasileiro identificado no Brasil Colônia a ter comprovação de nobreza de 1ª linha no séc. XVI, pois tinha Carta de Comprovação de Nobreza e Pureza de Sangue oficialmente reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia, Cosme Rangel de Macedo, a 23/11/1580, estando esta carta registrada em Títulos 1530-1805, do Arquivo Heráldico e Genealógico de Sanches de Baena e registarda na Câmara Municipal de São Paulo em 1670,



o que desacredita toda a nobreza fictícia nomeada por Pedro Taques (Revista Genealógica Brasileira, ano VI) no alvorecer da colônia, cujos documentos comprobatórios, se é que existiram, se perderam no tempo, mas, mesmo assim, foi considerada creditável por Silva Leme (Revista Genealógica Latina, n° 6), até ser desmistificada, de maneira definitiva, por Alcântara Machado no livro Vida e Morte de Bandeirante e Vianna Moog no livro Bandeirantes e Pioneiros, como bem esclarece Sérgio Milliet.


Balthasar casou-se com Brites Rodrigues Annes, tendo 4 filhos conhecidos: Pedro, Baltazar, Ana e Isabel que nos remete à 5ªneta Bernarda Dutra da Silveira, 6ª avó de Anibal.


# Bernarda Dutra da Silveira (bat. 1724), c.c. (1743) Antonio da Cunha de Carvalho (*1728): 


Gabriel da costa Resende, Vigário encomendado nesta freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Ayuruoca, certifico que vendo os livros que servem dos assentos de casamentos nesta freguesia da Ayuruoca, no livro terceiro a folha 162, achei um assento do teor seguinte = Aos quatorze dias do mês de setembro de mil setecentos e sessenta e [outo] anos, (14/9/1768), na capela dos Serranos desta freguesia com provisão do Reverendo Doutor vigário da vara Encomendado nesta freguesia da Ayuruoca Boa Ventura Lopes e logo dei as bênçãos a Antônio de Arantes Marques, filho legítimo de Domingos de Arantes e Josefa Francisca Marques, batizado na freguesia de São Salvador de [Souto/Soreto], comarca de Viana, Arcebispado de Braga, com Ana da Cunha, filha legítima de Antônio da Cunha de Carvalho e de Bernarda Dutra da Silveira, batizada nesta freguesia da Ajuruoca, tendo testemunhas Henrique Dias de Vasconcelos, o Licenciado Francisco Antônio Lopes Guimarães, Manoel da Silva Torres, Joseph Garcia, e outros, e para constar fiz este assento (....) 18 de abril de 1795.


Inquirição de Genere do padre: Antônio Joaquim Arantes, 1796, São João Del Rei, Armário 01/Pasta 178: pesquisa de Renata Diório, fornecida por Vinicius da Mata Oliveira, Maio-2015


Antonio era irmão do Tenente Coronel Francisco da Cunha de Carvalho (ASBRAP 9º pesquisa de Aguinaldo Ribeiro da Cunha Filho) e de Domingos Carvalho da Cunha, todos os três filhos de Antonio da Cunha e Teodósia Álvares (estudo “Os irmãos Cunha de Carvalho - Carvalho da Cunha” e inventário de José Pereira de Carvalho, 1814  site projetocompartilhar).


Testamento de Antonio da Cunha de Carvalho: conforme o site projetocompartilhar: Coronel Antonio faleceu em sua fazenda dos Pilões aos 13/8/1803:


Declarou ele Inventariante Testamenteiro haver falecido o dito Testador Coronel Antonio da Cunha de Carvalho no dia treze de Agosto deste presente ano de mil oitocentos e tres com seu Solene Testamento (...).


Declarou mais que falecendo a Testadora Dona Bernarda Dutra da Silveira no dia treze de Fevereiro do ano de mil setecentos e noventa e cinco com seu Solene Testamento aprovado (...).


Testamento de Bernarda Dutra da Silveira: conforme o site projetocompartilhar: Bernarda ditou seu testamento a 17/4/1792 e aberto a 13/2/1795.


e falecendo a Testadora Dona Bernarda Dutra da Silveira no dia 13/2/1795, Aiuruoca, MG, declara que Bernarda é natural e batizada na Freguesia de Nossa Sra. da Piedade da Borda do Campo, hoje Barbacena, e que é filha legítima de Francisco Furtado Dutra e de Floriana Francisca das Neves, (Florência, certamente a grafia diferente decorre da dificuldade de leitura do texto original) já defuntos. Bernarda declara que teve 16 filhos dos quais acham-se vivos 13 filhos: 1)Bento, 2)Antonio, 3)Francisco, 4)Cristóvão, 5)José, 6)Manoel, 7)João, 8)Anna (5a avó de Anibal), 9)Thereza, 10)Theodósia, 11)Isabel, 12)Margarida e 13)Maria.


Eu Bernarda Dutra natural e batizada na Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo, hoje vila de Barbacena filha legitima de Francisco Furtado Dutra e Florencia Francisca das Neves já defuntos e de presente assistente nesta Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Aiuruoca,


O Testamento de 29/12/1802 e o Inventário de 5/11/1803, de Antonio da Cunha Carvalho (fal. a 13/8/1803 e que declara que Bernarda faleceu a 13/2/1795) feito na fazenda dos Piloens, Aiuruoca, MG, declaram que Antonio é natural de Santo ... (?.) de Molares, Arcebispado de Braga, Conselho de Solariei, Portugal, e que é filho legítimo de Antonio da Cunha e de sua mulher Theodósia Alves, já defuntos. Antonio declara que teve 13 filhos:


1)Bento, 2)Antonio, 3)Anna (viúva de Antonio de Arantes Marques, f. a 17/5/1801, 5º avô de Anibal), 4)Cristóvão, 5)José, 6)Thereza (viúva de João Ferreira Villarinho), 7)Theodósia (avó do 1º Barão do Rio das Flores e 2º Barão de Guandu), 8)Margarida (casada com Custódio José Vieira que aparece no testamento de seu cunhado Antonio de Arantes Marques como arrendatário (?), por 12 anos, da fazenda Conquista em Aiuruoca, que é o berço do ramo Arantes-Aiuruoca e até hoje pertence à família Arantes), 9)Maria, 10)João, 11)Francisco (falecido), 12)Isabel (falecida) e 13)Manoel (falecido).


O numero de filhos do casal e seus nomes são iguais, porém a ordem em que estão relacionados esses 13 filhos é diferente nos testamentos de Bernarda (1799/1792) e de Antonio (1802).


Antonio nomeia como seu testamenteiro o genro Custódio e em 2º lugar ao seu neto, o padre Antonio Joaquim de Arantes tio 4ºavô de Anibal, que é 3º filho de sua filha Anna (viúva do Capitão-Mor de Aiuruoca, Antonio de Arantes Marques, 5º avô de Anibal).


O estudo comparativo entre, o livro A Família Arantes, e os 2 testamentos e esse inventário, que foram analisados em Aiuruoca, MG, por Gilberto Alves Furriel da Silva, pesquisador da família Arantes (a que pertence), ressalta a grande dificuldade que é fazer genealogia no Brasil, pois dependendo da Fonte, as informações se contradizem e erros/contradições, muitas vezes, aparecem:


1) o livro declara como sendo filhos do casal Antonio/Bernarda > Joana e Carolina, que não existem nos 2 testamentos e omite os filhos João e Manoel que são declarados nos 2 testamentos e no inventário.


2) a ordem de nascimento dos filhos aparece em 4 seqüências diferentes entre si conforme o documento escolhido, o que impede a certeza da seqüência de nascimentos correta.


Temos também, o recorrente problema das datas que muitas vezes confundem e complicam o entendimento dos fatos, como no caso do Pedro Taques que faz viver 100 anos ao João Ramalho, numa época em que um europeu nos trópicos chegar aos 40 anos já era uma incrível proeza,


Fonte documental: Anais da Biblioteca Nacional, vol. 73, pgs: 238 a 241:



 





Caramuru morreu a 5/10/1557 com 70 e poucos anos o que JÁ é um Recorde para um europeu, por conta das febres, malária, bouba, opilação, tétano e disenterias e dele e da mulher Paraguaçu há documentação precisa, pois viajaram para a França e lá foram batizados.


Documentos Históricos I

 
Certidão de Batismo de

Katherine du Brézil

  Esta é a reprodução do registro de batismo da índia que ficou conhecida

como
Paraguaçú, mulher do português Diogo Álvares, o Caramuru.

É considerado o primeiro registro de um brasileiro nato.

O batismo foi celebrado em Saint Malo, França, no dia 30 de julho de 1528.





Temos, ainda, o caso de um dos netos de Balthasar de Moraes de Antas, Francisco Velho de Morais, nascido em 1599, pois bem, esse tal Francisco teve uma filha, Ana, nascida em 1665, quando ele tinha 66 anos!? Essa filha Ana de Moraes casa em 1679 com Matias Lobo, tem uma filha chamada Ana Pires, que casa em 1720, com Antonio Vieira de Morais, e esse casal Ana/Antonio tem uma filha Maria que nasce em 1721. Vejamos: Francisco (*1599 +1674) c.c. Francisca da Costa Albernaz (+1679) tem aos 66 anos (qual seria a idade da mãe???) a 1ª Ana (*1665), que tem a 2ª Ana (*???, cas. em 1720 e moradora em S. Miguel do Cajurú, MG), que tem Maria (*1721), ou seja, em 122 anos (1599>1721) há 4 gerações com a média de 30,50 anos, o que está dentro dos parâmetros.


Fonte: Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1952, pgs: 72, 73, 74.


Neste nosso caso, temos o testamento de Bernarda ditado por ela a 17/4/1799, conforme o testamento transcrito em 2/4/2000 por Gilberto Alves Furriel em Aiuruoca, MG e no site, Bernarda ditou seu testamento a 17/4/1792. Nota: é muito fácil confundir os números 2 e 9 na grafia da época.


Atenção: mais uma vez, se identifica o rotineiro costume no Brasil d’antanho de se dar aos filhos os nomes próprios dos avós o que, em genealogia brasileira, é um forte indício de ascendência familiar, ajudando a fixar parentescos e orientar as pesquisas, quase sempre comprometidas pela inexistência de documentação ou, então, o péssimo estado do documento que inviabiliza sua leitura com exatidão o que impede a precisão da informação.


# Nota: José Fernando De Steffani informa que: o Capitão Manoel Vieira Machado (irmão de Bernardo) é c.c. Escolástica Agueda de Souza, que é filha de Theodósia Bernarda da Cunha e do Tenente Lourenço de Souza Barbosa, natural da freguesia de S. Thiago de Mesquinhata, Bispado do Porto, filho natural de Gualter de Souza da Fonseca e de Maria Josefa. Lourenço faleceu com testamento aos 6/4/1817 e Theodosia a 1/9/1831, sendo Theodósia, filha de Antonio da Cunha de Carvalho e Bernarda Dutra da Silveira, que são pais de 13 filhos entre eles: Anna da Cunha Carvalho que é c.c. o Capitão-Mor de Aiuruoca, MG, Antonio de Arantes Marques Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca, 5ºs avós de Aníbal.


Portanto Theodósia e Anna são irmãs.


De Steffani informa que: o Cunha vem da mulher do Lourenço, pois Escolástica é filha de Theodósia Bernarda da Cunha c.c Lourenço de Souza Barbosa.


Escolástica é neta materna de Antonio da Cunha Carvalho c.c. Bernarda Dutra da Silveira, que são 6ºs avós de Aníbal, pois são os pais de Ana da Cunha de Carvalho c.c. o Capitão-Mor de Aiuruoca, MG, Antonio de Arantes Marques que é o Patriarca do tronco Arantes-Aiuruoca, MG, 5º avô de Aníbal.


#De Steffani a 7/8/2012, informou que a Baronesa de Aimorés é filha de um irmão do 1º Barão do Rio das Flores.


Baronesa de Aimorés, a 24/8/1889: Theodósia Vieira Machado da Cunha, é trineta de Antonio da Cunha Carvalho 6º avô de níbal. É Baronesa pelo marido, Antonio Rodrigues da Cunha, Barão de Aimorés. Decreto Registrado no Livro XII, Pag. 145, Seção Histórica do Arquivo Nacional.


#De Steffani a 27/7/2014, informou que: Lourenço Bernardes de Souza, é pai de João Bernardes de Souza, 2º Barão de Guandu, a 25/9/1889, Decreto Registrado no Livro XII, Pag. 58, Seção Histórica do Arquivo Nacional. O 2º Barão de Guandu é primo irmão do 1º Barão Rio das Flores.


Resumo dos 8 primos: os 5 Barões: 1º e 2º Rio das Flores, Aliança, 2º Guandu e Baronesa de Aymorés, com Marcos, com Aníbal e com Vinícius:


Antonio da Cunha Carvalho c.c. Bernarda Dutra da Silveira pais de 13 filhos. Segue a descendência da 3ª filha ANNA (c.c. o Capitão-Mor de Aiuruoca, MG, Antonio de Arantes Marques, 5ºavô de Aníbal) e da 7ª filha THEODÓSIA, que demonstra como são primos esses 8 netos:


José, 1º Barão do Rio das Flores (2º neto); Mizael, 2º Barão do Rio das Flores (3º neto); Manoel Barão d’Aliança, (3º neto); João, 2º Barão de Guandu (2º neto); Theodósia Baronesa de Aymorés (3ª neta); Marcos Vieira da Cunha (5º neto), Aníbal de Almeida Fernandes (6º neto), e Vinicius da Mata Oliveira (8º neto):


#Barão d’Aliança: é 3º neto:


2) Theodósia (7ª filha) c.c. Lourenço de Souza Barbosa, moravam na fazenda do Rosário Velho, em Ibituruna/MG, pais de:


3) Escolástica c.c. Manoel Vieira Machado


4) João Vieira Machado da Cunha c.c. Maria Izabel de Jesus Vieira, filha de João Pinheiro de Souza e Izabel Maria da Visitação.


5) Manoel Vieira Machado da Cunha (Barão d’Aliança a 29/8/1882)


#Barões do Rio das Flores: o 1º Barão é 2º neto e o 2º Barão é 3º neto:


2) Theodósia (7ª filha) c.c. Lourenço de Souza Barbosa, moravam na fazenda do Rosário Velho, em Ibituruna/MG, pais de:


3) Escolástica c.c. Manoel Vieira Machado


4) José Vieira Machado da Cunha (1º Barão do Rio das Flores) c.c. Maria Salomé Avellar e Almeida e Silva (irmã de João Antonio de Avellar e Almeida, bisavô de Anibal) neta de Manoel de Avellar e Almeida, RJ, 4ºavô de Anibal.




5) Mizael (2º Barão do Rio das Flores) c.c Aurora Esteves Ottoni, n. 1858, f. 1922, filha de Manuel Esteves Ottoni c.c. Ana Amália de Araújo Maia, np. de Honório Esteves Ottoni Aurora Ottoni, pais de: Mizael, Manoel, Virginia e mais outros filhos.




#Barão de Guandu é 2º neto:


2) Theodósia (7ª filha) c.c. Lourenço de Souza Barbosa, moravam na fazenda do Rosário Velho, em Ibituruna/MG, pais de:


3) Lourenço Bernardes de Souza


4) João Bernardes de Souza, 2º Barão de Guandu.




#Baronesa de Aymorés: 3ª neta:


2) Theodósia (7ª filha) c.c. Lourenço de Souza Barbosa, moravam na fazenda do Rosário Velho, em Ibituruna/MG, pais de:


3) Escolástica c.c. Manoel Vieira Machado


4) Lina Laudegária c.c. José Vieira Machado de Freitas, filho de Bernardo Vieira Machado, (irmão de Manoel Vieira Machado).


5) Theodósia, Baronesa de Aymorés, a 24/8/1889. É Baronesa pelo marido, Antonio Rodrigues da Cunha, Barão de Aymorés.


#Marcos Vieira da Cunha: é 5º neto:


2) Theodósia (7ª filha) c.c. Lourenço de Souza Barbosa, moravam na fazenda do Rosário Velho, em Ibituruna/MG, pais de:


3) Escolástica c.c. Manoel Vieira Machado


4) João Vieira Machado da Cunha c.c. Maria Izabel de Jesus Vieira, filha de João Pinheiro de Souza e Izabel Maria da Visitação.


5) João Vieira da Cunha, (1842-1903) em 1867, c.c. Rita Peregrina Werneck (1846-1896), filha do Visconde de Ipiabas.


6) Peregrino Vieira da Cunha c.c. Cecília Barroso.


7) Marcos c.c. Clara de Moraes Niemeyer (afilhada de batismo de Luisa Arantes de Almeida, tia de Anibal, em Araraquara, SP), pais de:


Myriam, Christina e Peregrino.


#Aníbal de Almeida Fernandes: é 6º neto:


2) Anna (3ª filha), c.c. Capitão-Mor de Aiuruoca, Antonio de Arantes Marques, Aiuruoca, Mg, pais de:


3) Manoel Rufino c.c. Ana Joaquina Carvalho, pais de:


4) Joaquim c.c. Ana Elisa da Conceição Ribeiro do Valle Carvalho filha do 1º Barão de Cajurú 4ºavô de AnibalDecreto Registrado no Livro VIII, Pag. 54, Seção Histórica do Arquivo Nacional, com petição feita a 9/6/1860, pelo Visconde do Bonfim e pelo Visconde de Ipanema a Pedro II. Nasc. e bat. em 1797, São João d’El Rei, fal. 21/2/1869, S. Miguel do Cajurú, Ten-Coronel da Guarda Nacional, Comendador da Ordem da Rosa em 1849 e da Ordem de Cristo.



 pais de:


5) Ana Margarida c.c. João Antonio Avellar e Almeida Silva, neto de Manoel de Avellar e Almeida, 4ºavô de Anibal



O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 4ºs avós de Anibal, era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. O casal era proprietário de 152 escravos conforme o Inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, onde o autor Ricardo Salles também informa, à pg. 155, que eram considerados mega proprietários os fazendeiros com mais de 100 escravos.




pais de:


6) Bernardina c.c. Joaquim Rodrigues d’Almeida, pais de:


7) Anna c.c. Aníbal de Barros Fernandes, pais de:


8) Aníbal de Almeida Fernandes c.c. Maria José Giordano Del Grande pais de:


9) Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes c.c. Felipe Augusto Alonso. Pais de:


10) Enrico Arantes de Almeida Alonso, nasc. 15/10/2010.


   #Vinicius da Mata Oliveira: é 8º neto:


2) Theodósia (7ª filha) c.c. Lourenço de Souza Barbosa, moravam na fazenda do Rosário Velho, em Ibituruna/MG, pais de:


3) Ana Maria de Souza, foi casada com Custódio José Vieira, pais de:


4) Balbina Lina Veira, casada com Joaquim Bernardes de Souza, pais de:


5) Lina Maria Vieira, casada com Joaquim Viana de Souza, pais de:


6) Balbina Lina Viana, foi casada com José Pedro da Mata, pais de:


7) Joaquim José da Mata Sobrinho, casado com Carmelita Ferreira Viana, pais de:


8) Íris Ferreira da Mata, foi casada com Walter de Souza Oliveirapais de:


9) Ana Cristina da Mata Oliveira, casada com Marcos César de Oliveira, pais de:


10) Vinícius da Mata Oliveira          


Fontes para estruturar esse trabalho:


#Francisco Klors Werneck: fonte primária


#Marcos Vieira da Cunha: fonte primária


#Jose Fernando De Steffany: fonte primária, importantes informações que viabilizaram esse trabalho, que explica dúvidas de meus primos: Klors Werneck (+1987) e Marcos Vieira da Cunha (+1985) e informou sobre o 2º Barão de Guandu e a baronesa de Aymorés.



#Vinicius da Mata Oliveira: fonte primária


#AGB: Ano I pg 59, e Ano VIII pg 21


#Titulares do Império, Carlos Rheingantz, 1960.


#Anuário Genealógico Latino (IGB), Vol. 4, 1952, pgs: 72, 73, 74.


#José Guimarães insigne genealogista de Ouro Fino, MG: informação sobre Isabel de Moraes de Antas.


#Genealogia Paulistana, de Luiz Gonzaga da Silva Leme, (*1852 - †1919)


Título Moraes: Volume VII: Pág. 03, Pg. 25 e 56


Volume VII pg 3 > Moraes: Esta família teve princípio em Balthazar de Moraes de Antas, 12º avô de Anibal, que de Portugal passou a S. Paulo onde casou com Brites Rodrigues Annes f.ª de Joanne Annes Sobrinho, que de Portugal tinha vindo a esta capitania trazendo solteiras três filhas, que todas casaram com pessoas de conhecida nobreza.


Pedro Taques, de quem copiamos esta notícia sobre os Antas Moraes e que por sua vez copiou-a do título dos Braganções na livraria de José Freire Monte Arroio Mascarenhas em 1757.



#A Coroa, a Cruz e a Espada Eduardo Bueno, RJ, Objetiva, 2006.


#O feudo, Luiz Alberto Moniz Bandeira, RJ, Civilização Brasileira, 2ª edição, 2007.


#Prova Documental da Filiação: Florencia Francisca das Neves filha de Manoel de Moraes de Antas, fornecida por Marcos Camargo, Out. 2013.


#Transcriçoes de dados fornecidos por Vinícius da Mata Oliveira



Pesquisa, in situ, dos testamentos e inventário feitas por Gilberto Alves Furriel da Silva em Aiuruoca MG:


1) Testamento de Bernarda Dutra da Silveira, feito a 17/04/1799, Aiuruoca, MG.


2] Inventário de 05/11/1803 e o Testamento de 29/12/1802 (Fazenda dos Piloens), de Antonio da Cunha Carvalho, onde ele declara que a mulher Bernarda faleceu a 13/2/1795.


http://www.projetocompartilhar.org/Familia/cap09TheodosiaBernardadaCunha.htm


http://www.projetocompartilhar.org/Familia/JoseVieiraMachado.htm


http://www.projetocompartilhar.org/Familia/CunhadeCarvalhoCarvalhodaCunha.htm


http://www.projetocompartilhar.org/DocsMgGL/josevieiramachado1807anamariadejesus1794.htm


http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudooscarvalhoduartenosuldeminas.htm


http://br.geocities.com/projetocompartilhar3/bernardadutradasilveira1795antoniodacunhadecarvalho1803.htm


http://br.geocities.com/projetocompartilhar/bernardadspais.htm


http://br.geocities.com/projetocompartilhar/bernardadsdesc.htm


ANTONIO DA CUNHA DE CARVALHO, coronel


e


BERNARDA DUTRA DA SILVEIRA


Inventário


Arquivo: Museu Regional de São João del Rei


Tipo de Documento : Inventário


Ano: 1803


Maço 20 - nº21


Livro nº 1 de Tutelas, fls. 21 (11)


Inventariados: D. Bernarda Dutra da Silveira e Coronel Antonio da Cunha de Carvalho, (6ºs avós de Aníbal).


Inventariante: Capitão Custódio José Vieira


Local: Fazenda dos Pilões, Campanha da Princesa, Comarca do Rio das Mortes.


Data: 05-11-1803


Nº de Fls: 12


Cópia, do manuscrito original, disponibilizada por Aguinaldo Ribeiro da Cunha Filho. Resumido por Bartyra Sette


Declarou ele Inventariante Testamenteiro haver falecido o dito Testador Coronel Antonio da Cunha de Carvalho no dia treze de Agosto deste presente ano de mil oitocentos e tres com seu Solene Testamento (...).


Declarou mais que falecendo a Testadora Dona Bernarda Dutra da Silveira no dia treze de Fevereiro do ano de mil setecentos e noventa e cinco com seu Solene Testamento aprovado (...).


Título de Herdeiros:


01- Sargento Mor Bento da Cunha de Carvalho.


02- Capitão Antonio da Cunha de Carvalho


03- Dona Anna da Cunha de Carvalho, viúva do Capitão Antonio de Arantes Marques, 5ºs avós de Anibal.


04- Tenente Crystovão da Cunha de Carvalho


05- Alferes José da Cunha de Carvalho


06- Dona Theresa da Cunha de Carvalho, viúva do Tenente João Ferreira Villarinho.


07- Dona Theodosia da Cunha de Carvalho, casada com o Tenente Lourenço de Souza Barbosa


08- Dona Margarida da Cunha de Carvalho, casada com o Capitão Custódio José Vieira.


09- Dona Maria da Cunha de Carvalho [------- final da pagina cortado-------------]


10- João da Cunha de Carvalho, de idade de trinta e oito anos, demente.


11- Capitão Francisco da Cunha de Carvalho, já falecido, casado com Dona Francisca de Vasconcellos.


         Herdeiros destes:


         01- Dona Bernarda, de idade de quinze anos


         02- Antonio de Vasconcellos, de idade de quatorze anos.


         03- Dona Ana, de idade de treze anos.


         04- Dona Margarida, de idade de doze anos.


         05- Dona Escolástica, de idade de onze anos.


         06- Dona Theresa, de idade de dez anos.


12- Dona Isabel da Cunha de Carvalho, já falecida, casada com o Tenente João Rodrigues Correia de Barros


         Herdeiros destes:


01- João, de idade de dezesseis anos


         02- Antonio, de idade de quinze anos


         03- Venancia, de idade de doze anos.


         04- Angelica, de idade de dez anos


         05- Escolástica, de idade de oito anos.


         06- Felisberto, de idade de seis anos


         07- Theraluz Isabel, de quatro anos.


13- Manoel da Cunha de Carvalho, defunto e sem herdeiros.


fls. 02 e ss -


Avaliação de Bens Móveis, Metais, Louças e Vidros, Roupas e móveis da casa, animais, escravos, Bens de Raiz =  10:380$815


(entre os bens de raiz)


- esta Fazenda denominada dos Pilões, com casas de vivenda coberta de telha, cozinha, paiol, moinho tudo coberto de telha com seus quintais e arvoredos de espinhos e mais pertences, campos, capoeiras e seus logradouros, que parte pela parte do Nascente com terras do Capitão João Luiz Gonçalves, pelo Poente com a fazenda do falecido Capitão Antonio de Arantes Marques, pelo Sul com a fazenda das Palmeiras, e pelo Norte com Pedro Rodrigues de Souza, e com Francisco Vilella (...).


BERNARDA DUTRA DA SILVEIRA


Testamento


Museu Regional de São João del Rei


Tipo de Documento : Testamento


Ano: 1808


Caixa 131


Testadora: Bernarda Dutra da Silveira, (6ª avó de Anibal).


Testamenteiro: Capitão Custódio José Vieira


Local: Campanha da Princesa


Nº de Paginas: 44


Transcrito por: Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Moraes Junqueira


fl. 02


Diz o Capitão Custódio José Vieira morador na freguesia da Aiuruoca deste termo, na qualidade de Testamenteiro e herdeiro de Dona Bernarda Dutra da Silveira (---) e porque todas as mesmas disposições deixou a seu sogro o Coronel Antonio da Cunha de Carvalho de quem é hoje o suplicante também testamenteiro em uma carta fechada cujas disposições se acham cumpridas (---).


fl. 03 - TESTAMENTO


Em nome da Santíssima Trindade Padre, Filho Espírito Santo três pessoas distintas e um só Deus verdadeiro em que creio e nesta fé protesto viver e morrer.


Eu Bernarda Dutra natural e batizada na Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo, hoje vila de Barbacena, filha legitima de Francisco Furtado Dutra e Florencia Francisca das Neves já defuntos e de presente assistente nesta Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Aiuruoca, estando doente de cama, mas em meu perfeito juízo que Deus me deu, temendo-me da morte que a todos é certa mas incerta a hora e como não sei o que Deus disporá de mim ordeno esta minha disposição da maneira seguinte:


(----------)


Nomeio para meus testamenteiros em primeiro lugar a meu marido o Coronel Antonio da Cunha de Carvalho, em segundo lugar a meu filho o Capitão Francisco da Cunha de Carvalho, em terceiro lugar a meu filho o Tenente Cristóvão da Cunha de Carvalho (---).


Meu corpo será amortalhado em Hábito de Nossa Senhora do Monte do Carmo havendo e não havendo em um lençol ou no que for do agrado de meu testamenteiro, sepultado nesta Freguesia da Aiuruoca sendo aqui o meu falecimento e sendo em outra parte na Igreja em que for mais conveniente (---).


Declaro que sou casada com o dito Coronel Antonio da Cunha de Carvalho e de cujo matrimônio tivemos (fl. 03v.) dezesseis filhos dos quais se acham vivos treze que são: Bento, Antonio, Francisco, Cristóvão, José, Manoel, João, Ana (5ª avó de Aníbal), Theresa, Theodosia, Isabel, Margarida, Maria os quais todos são meus legítimos filhos e como tais os instituo e nomeio por meus legítimos e universais herdeiros das duas partes da minha meação pagas as dividas do casal o que deve sair do Monte e do liquido que fica da minha meação duas partes são de meus filhos e da terça parte que é minha deixo disposto em uma carta fechada que será entregue a meu Testamenteiro para dispor como nela determino da qual não serão obrigados meus testamenteiros darem conta em juízo porque sei que darão cumprimento a tudo pelas suas boas consciências que neles tenho alcançado (---).(---) pedi e roguei ao Reverendo Vigário Gabriel da Costa Resende que este por mim fizesse e assinasse (---).


Pilões da Freguesia da Aiuruoca, 17 de Abril de 1792


Dona Bernarda Dutra.


 


Testamento fornecido por Vinícus da Mata Oliveira – 14º neto de Balthazar de Moraes de Antas


ANTONIO DA CUNHA DE CARVALHO, coronel


             TIPO DE DOCUMENTO – Testamento


TESTADOR – Coronel Antônio da Cunha Machado


TESTAMENTEIRO – Capitão Custódio José Vieira


CAIXA – 20


ANO – 1804


LOCAL – Campanha da Princesa, Comarca do Rio das Mortes


Transcrito por Edriana Aparecida Nolasco a meu pedido.  


Fl 01


O Capitão Custódio José Vieira testamenteiro do Coronel Antônio da Cunha morador na freguesia de Aiuruoca


DATA – 15 de outubro de 1804


LOCAL – vila da Campanha da Princesa Minas e Comarca do Rio das Mortes


Fl 03


TESTAMENTO


Em nome da Santíssima Trindade Padre Filho e Espírito Santo três pessoas distintas e um só Deus verdadeiro.


Saibam quantos este público Instrumento virem que sendo no Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e dois aos vinte e nove de dezembro do dito ano nesta minha Fazenda chamada dos Pilões da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Aiuruoca Minas e Comarca do Rio das Mortes.


Eu Antônio da Cunha de Carvalho morador nesta mesma Freguesia e na minha Fazenda denominada dos Pilões estando em meu perfeito juízo entendimento e saúde que Deus me deu, e somente cego, e por não saber quando Deus Nosso Senhor será servido levar-me para si faço este meu testamento na forma seguinte:


(...)


Declaro que sou filho legítimo de Antônio da Cunha e de sua mulher Theodozia Alves , já defuntos que me tiveram de legítimo matrimônio. Natural e batizado na Freguesia de Santo André de Molares Arcebispado de Braga e do Conselho de Selanico de Basto.


Declaro que fui casado em facie eclésia com Dona Bernarda Dutra da Silveira de cujo matrimônio tivemos treze filhos a saber: Bento, Antônio, Francisco, Cristóvão, José, Manoel e João; Ana, Theresa, Isabel, Margarida, Maria e Theodozia casada com o Tenente Lourenço de Souza Barbosa; Ana com o Capitão Antônio de Arantes Marques; Theresa com o Tenente João Ferreira Vilarinho, já falecido; Isabel já falecida, foi casada com o Tenente João Rodrigues Correa de Barros; Margarida casada com Custódio José Vieira; Maria com João Ferreira Penha.


Peço, rogo e nomeio por meus testamenteiros em primeiro lugar a meu genro Custódio José Vieira, em segundo ao Padre Antônio Joaquim de Arantes, em terceiro a meu filho Cristóvão da Cunha de Carvalho em quarto a Jerônimo de Arantes, todos moradores nesta freguesia de Aiuruoca e a qualquer dos testamenteiros que aceitar este meu testamento os instituo por meus bastante procuradores (...).


Declaro que o meu corpo será amortalhado em o Hábito de Nossa Senhora do Carmo de quem sou indigno terceiro e sepultado nesta Matriz de Aiuruoca e acompanhado pelo meu Reverendo pároco e mais sacerdotes que se acharem nesta região.


Declaro que todas as minhas disposições da minha terça e o mais que deixo declarado em uma carta fechada seguirão os ditos meus testamenteiros e a qualquer dos nomeados que aceitar este meu testamento lhes peço e rogo e determino que sigam tudo disposto na dita carta fechada por assim ser a minha última vontade.


(...)


E nesta forma tenho concluído este meu testamento que a meu rogo escreveu e assinou o Padre Joaquim Gomes Duarte.


APROVAÇÃO


DATA – 29 de dezembro de 1802


LOCAL – Fazenda e Sítio denominado os Pilões da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Aiuruoca termo da vila da Campanha da Princesa Minas e Comarca do Rio das Mortes em casas de morada do Coronel Antônio da Cunha de Carvalho


Fl 05


ABERTURA


Certifico que este testamento foi aberto pelo Reverendo Joaquim Gomes Duarte (...) com o qual faleceu em o dia treze de agosto de mil oitocentos e três e no dia seguinte se deu a sepultura o Coronel Antônio da Cunha de Carvalho (...). 


 


  


 


 

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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes