ORIGEM da FAMILIA ARANTES


 Aníbal de Almeida Fernandes. 13º neto de João de Arantes, o 1º Arantes, no Século XV, Portugal e 5º neto de Antonio de Arantes Marques, Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca, MG, atualizado Julho, 2016.


A descoberta do trabalho Nantes ou Anantes ou Danantes (que hoje he Arantes), de autoria do Padre Marcelino Pereira que viveu em Portugal no século XVIII, que identifica o primeiro Arantes no Nobiliário Coleção de Memórias Genealógicas, (2º volume), manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga cujo resumo também está registrado na pg. 1.024 do Livro da Família Arantes de Américo Arantes Pereira, essa pesquisa (mandada fazer pelo engenheiro lisboeta, Eduardo de Arantes e Oliveira), serve de base para este resumo da origem dos Arantes, que identificou o primeiro Arantes: João de Arantes que, no século XV, era João de Nantes, cujo sobrenome ficou assim até D. João IV, o Restaurador (1604-1656), 21º Rei de Portugal. Depois o sobrenome mudou para D’Anantes.

Na segunda metade do século XVII o sobrenome passa a d'Arantes, ou de Arantes, forma moderna sob a qual passará a ser escrito e o é, até hoje. O sobrenome acompanha a evolução do nome desse lugarejo do Conselho de Chaves, Vila que pertencia à Casa dos Duques de Bragança.


João de Arantes, que é o 1º Arantes nasceu, cerca de 1460, sob o reinado de *Afonso V, 12º Rei de Portugal:

Nota: *Afonso V, 12º Rei (1438-1481), pai de João II, 13º Rei (1481-1495 fal. sem sucessor). D. Manuel, o Venturoso, 14º Rei, (1469-1521) é irmão de Afonso V e pai de João III (1502-1557), 15º Rei.

Crê-se que a origem de João de Arantes seja no Couto de Arantei (Arantes) do Concelho de Salvaterra do Minho do Reino da Galiza e que, provavelmente ele tenha acompanhado, em viagem para Portugal, Pedro Alvarez de Sotomayor, Conde de Caminha, Visconde de Tuy e Senhor de Salvaterra um dos principais aliados de D. Afonso V (12º Rei de Portugal 1438-1481) pai de D. João II.

João de Arantes 13º avô de Anibal, foi nomeado a 2/1/1488 Condestável dos Espingardeiros do Reino (o que equivalia a Chefe do Estado Maior), no turbulento reinado de D. João II (filho de Afonso V) de quem foi Cavaleiro da Casa Real. D. João II, (13º Rei de Portugal entre 1481-1495, ele é o Príncipe Perfeito).

Documentos existentes no Arquivo Distrital de Braga:

1º) escritura feita a 9/3/1508: João de Arantes e sua mulher Genebra de São Payo aparecem nessa escritura relativa à compra de uma herdade vizinha à Quinta de Romay, tendo por testemunhas Francisco Machado, (que foi um dos mais poderosos fidalgos da época, Senhor da Casa de Castro, da Terra de Entre-Homem e Cávado, Senhor da Vila de Lousã, Comendador de Souzel na Ordem de Cristo e sogro do poeta Francisco de Sá de Miranda) e Diogo de Arantes (filho de João e Genebra).

2º) escritura feita a 16/2/1509: João de Arantes e sua mulher Genebra de São Payo entram como partes no aprazamento ao Cabido de Braga do Casal de Remonte situado na Freguesia de Arentim.

3º) carta de Ofício da Chancelaria de D. João II, de 2/1/1488, que nomeia o escudeiro da Casa Real, João de Arantes, Condestável dos Espingardeiros do Reino (o que equivalia a Ministro da Guerra), no turbulento reinado de D. João II (filho de Afonso V) de quem foi Escudeiro da Casa Real.



Carta fornecida por Gilberto Furriel 21/7/2016

D. João II foi 13º Rei de Portugal, entre 1481-1495, o Príncipe Perfeito, ele assinou o Tratado de Tordesilhas a 7/6/1494,foi o maior incentivador da 1ª ação mundial de viagens da humanidade, o Ciclo das Descobertas Marítimas que se concretiza graças ao seu firme e completo posicionamento como único Senhor de Portugal, ele é considerado o Grande Rei de Portugal, pois quando sobe ao trono trata de fortalecer o poder real aliando-se à burguesia mercantil de Lisboa e irritando a alta nobreza portuguesa que procura aliança com a Espanha. Como foi o caso de seu primo D. Fernando II, 3º Duque de Bragança, o maior e mais rico Senhor de terras de Portugal, Castela, Navarra e Aragão que, por essa atitude é degolado em Évora, em 1483, a mando de D. João II, que confisca para a Coroa os riquíssimos bens da Casa de Bragança, a mais opulenta de Portugal. Os Bragança fogem para Castela, procurando o abrigo da rainha Isabel (aquela rainha que financiou Cristóvão Colombo na descoberta da América), e só voltam em 1497, quando D. Manoel I, que era tio de D. João II e irmão de D. Afonso V, assume o trono e restitui os bens da Casa de Bragança a D. Jaime, filho de D. Fernando II, que se torna o 4º Duque de Bragança.

Condestável substituiu na hierarquia militar o alferes-mor e as suas funções aproximavam-se das que, modernamente, tem o chefe de Estado-Maior e, mais ainda, dos mestres-de-campo-generais dos séc. XVI e XVII (Verbo, Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, vol. IV, pg. 1279).

Nota: D. João I, o Mestre d’Aviz, criou para seus 2 filhos legítimos os primeiros Ducados de Portugal após a vitória de Ceuta em 1415: o 1º Ducado foi o de Coimbra para D. Pedro, o 2º Ducado foi o de Viseu para D. Henrique. Depois D. Pedro, 1º Duque de Coimbra, regente de Portugal entre 1439. e 1446, criao 3º Ducado em 1442, o de Bragança, para seu irmão bastardo Afonso, Conde de Barcelos, nasc. em 1370, legitimado em 1401.

 

João de Arantes, o 1º Arantes, foi o Senhor da Quinta de Romay comprada em 1495 de Pedro Nogueira, tabelião e escudeiro de João Teixeira Chanceler-Mor do reino, (o Padre Marcelino Pereira, séc. XVIII cita o Livro do pão que se pagava ao Cabido de Braga para provar que os Anantes/Arantes eram senhores da Quinta de Romay).

Nota: Esta Quinta de Romay na freguesia de Carrazedo no Concelho de Amares, pertencera à Casa de Castro que, como diz o Marquês de Montebello, "era o solar de que todos os reis da Europa descendem". O nome Romay vem do Conde D. Romão, filho ilegítimo d’El Rey D. Fruella e neto d´El Rey D. Afonso, o Católico, Reis das Astúrias no século VIII. Nós ficamos sabendo pelas Notas do Marquês de Montebello ao Nobiliário do Conde D. Pedro, que a Quinta de Romay veio para a Casa dos Machados, pela mãe de Vasco Machado, Dona Mayor Mendes de Vasconcelos e que o aforamento do senhorio da Quinta de Romay a João de Arantes pode significar uma compensação pela transferência da Quinta de Nantes ao ramo primogênito e, nesse caso, os Arantes poderiam estar ligados aos Machados, que tem origem no Cavaleiro D. Mem Moniz de Gandarei conquistador de Santarém, (onde está enterrado Pedro Álvares Cabral) que tomou essa vila aos mouros rompendo com um machado as portas da cidade vindo, desse jeito, aos descendentes o apelido de Machado.


A Cidade Colonial: Nelson Omegna, pg. 277



João de Arantes por ser Senhor da Quinta de Romay e por esse cargo de Condestável d’El Rei, torna possível concluir com certeza que João de Arantes era, ele próprio, um nobre por ser um Escudeiro Fidalgo de sangue e espada, Senhor da Quinta de Romay e Morador da Casa Real.

Nota: Felgueiras Gayo, informa que o foro de cavaleiro e escudeiro era sinal de nobreza; principalmente quando o título já era usado antes da reforma feita por D. Sebastião, em 1572, que abrandou as exigências para a concessão dos títulos.

Atenção primos Arantes: em relação a todas as famílias brasileiras que eu pesquisei nos registros do Pedro Taques e do Silva Leme, nenhuma outra família descrita começa com um Condestável, Morador da Casa Real, e todas essas qualificações são sinais inequívocos de nobreza e tudo isto com significativa antiguidade já que aconteceu em pleno século XV, ou seja, antes da descoberta do Brasil. Faço um enquadramento histórico para facilitar a compreensão da posição social de João de Arantes, Morador da Casa Real e Senhor da Quinta de Romay, o que lhe dá nobreza, numa monarquia absoluta regida pela lei estamental onde o Rei é dono de tudo e de todos e dele depende toda a vida social do reino que é Sua Casa e onde ele faz o que quer. Eu comparo esta importante origem de João de Arantes, o 1º Arantes no séc. XV, com a origem da família Real da Suécia no séc. XIX, uma vez que o atual Rei Sueco descende de um General de Napoleão Bonaparte chamado Bernadotte (que era casado com Desirée Clary, filha de um comerciante de Marselha, que fora noiva de Napoleão e era irmã de da mulher de José Napoleão que foi o rei imposto à Espanha por Napoleão, irmão de José), que foi chamado pelos suecos para ser Rei da Suécia para agradar Napoleão. Tudo isto aconteceu no início de 1800, ou seja, mais de 300 anos após o nosso avô João de Arantes já ser Condestável, Fidalgo de sangue e espada, Morador da Casa Real e Senhor de Romay. Mais um detalhe, os pais e avós deste Bernadotte eram camponeses.


3 Troncos no Brasil que descendem de João de Arantes, através de seu 6º neto Domingos de Arantes:

Domingos de Arantes, b. 30/7/1693, 6º neto de João de Arantes. Casado a 6/8/1719 na freguesia do Souto, com Josefa Marques b. 18/3/1699, pais de 10 filhos:

Maria (1720), Helena (1722), João (1724), Domingos (1726), Domingas (1729), José (1730), Manuel (1732), Francisco (1734), Antonio (1738), Jerônimo (1741).

Destacaremos apenas: Maria, João e Antonio (Capitão-Mor).

Tronco Arantes-Cunha, SP, descende de Maria, nascida a 11/8/1720, 1º filho de Domingos, ela não veio para o Brasil. O seu neto João Manoel de Souza Arantes, o Patriarca do Tronco Arantes-Cunha, 9º neto de João de Arantes, que é filho de Francisco de Souza e de Elena Martins Arantes que é filha de Maria. João Manoel, neto de Maria, veio para o Brasil com D. João VI, recebeu a 1/9/1809 carta para exercer a Arte da Cirurgia no Reino, radicou-se em Cunha e mudou-se para Queluz em 1820. Casou-se com Lauriânia Constância de Oliveira.

Tronco Arantes-Formiga, MG, descende de João, o Patriarca do Tronco Arantes-Formiga, nascido a 25/4/1724, 3º filho de Domingos e 7º neto de João de Arantes. Ele veio para o Brasil, não se sabe a época, e foi dono da sesmaria Serra de Piumhy (Códice 156-160 do Arquivo Público Mineiro) próximo a Formiga. Casou-se com Margarida Maurícia do Sacramento, nascida na Vila de São José, e falecida em 1748.

Tronco Arantes-Aiuruoca, MG, descende do Capitão-Mor de Aiuruoca, Antonio de Arantes Marques, o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca, 5º avô de Aníbal,


batizado a 17/7/1738, em Portugal, falecido a 17/5/1801 em Aiuruoca e sepultado na antiga Matriz da cidade, (conforme consta dos autos do Inventário pg. 84, maço, Maio=1814).





Detalhe da Certidão de Batismo do Cap-Mor: 1738


"...e de sua mulher Josefa Marques moradores no lugar da porta que é desta freguesia do (_) do Couto de Souto nasceu em dezessete dias do mês de julho de mil setecentos e trinta e oito anos, foi batizado hoje em vinte dias do dito mês de julho da era acima pelo vigário desta Igreja e lhe pus o nome Antônio e lhe pus os santos óleos..."



É 9º filho de Domingos de Arantes, casado a 6/8/1719 na freguesia do Souto pertencente ao Concelho de Terras do Bouro, Distrito de Braga, Portugal, com Josefa Marques b. 18/03/1699. Antonio veio para o Brasil fundou a fazenda Conquista, em 1768, no século XVIII, em Aiuruoca, MG. Casou-se com Ana da Cunha de Carvalho, bat. em Serranos, freguesia de Aiuruoca, a 24/4/1747 e falecida em 5/5/1824, que é filha do Coronel Antonio da Cunha Carvalho e de Bernarda Dutra da Silveira, esta natural de Barbacena, filha de Francisco Furtado Dutra, açoriano da Ilha do Fayal, nascido cerca de 1700, e de Florência Francisca das Neves, que é 4ªneta de Balthazar de Moraes de Antas, 12º avô de Anibal, que veio para o Brasil em 1556, tinha Comprovação de nobreza e de pureza de sangue passada perante o Juiz de Mogadouro a 11/9/1579 e fez essa carta ser reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia, Cosme Rangel de Macedo a 23/11/1580,


(registrado em, Títulos 1530-1805 do Arquivo Heráldico e Genealógico do Visconde Sanches de Baena e também na Câmara Municipal de São Paulo em 1670); Alfredo Ellis Jr informa que Balthasar, foi o único morador do Brasil a ter comprovação de nobreza de 1ª linha no séc. XVI). Balthazar foi Juiz em São Paulo de Piratininga, em 1579, foi casado com Brites Rodrigues Annes, e tiveram 4 filhos: Pedro, Balthazar, o Moço, (11ºavô de Anibal), Ana, Isabel.

Capitão Antonio e Ana foram proprietários da Fazenda Conquista na Freguesia de Aiuruoca, então termo da vila de Campanha da Princesa, com casa assobradada, ermida própria sob orago de S. Antonio do Amparo, paiol, várias senzalas, engenho de cana etc.

Ruínas da Capela (1801) da Fazenda Conquista (Iracema Arantes)


Ana faleceu aos 05-05-1824. Em seu testamento, ditado aos 06-07-1822 e registrado na Matriz de Aiuruoca aos 06-05-1824, declarou os filhos: Francisco; Thomas; Padre Antonio já falecido; Manoel; Jerônimo; Maria casada com José Correa; Theodosio; Veríssimo; Raymundo.

B7: Igreja N. Sra. da Conceição - Aiuruoca: obitos - matriz - 05 maio 1824 faleceu , octogenaria, c/test. D. Anna da Cunha de Carvalho, viúva do cap. Antonio de Arantes Marques.

F. leg. do cel. Antonio da Cunha de Carvalho e Dona Bernardina Dutra da Silveira, falecidos, bat. e moradora nesta freguesia de Aiuruoca.

Testamenteiros: 1- m/filho ten. Jeronimo d'Arantes Marques; 2- m/ filho cap. Francisco de Arantes; 3- m/genro Jose Correa.

Fui cc. cap. Antonio de Arantes Marques, filhos: Francisco; Thomas, o padre Antonio, já falecido; Manoel; Jeronimo; Maria cc. Jose Correa; Theodosio; Verissimo; Raymundo qie est/aotodos inteirados de suas legitimas paterna e materna e só me resta a minha terça que consta dos escravos (...)

Legados: aos pobres; a matriz; a minha neta Leonarda filha do Capitão Francisco de Arantes cincoenta ----is.

Declaro que por falecimento de meu filho Padre Antonio [--danificado--] fui sua herdeira, porem finando aquele endividado, meu filho Tenente Jeronimo de Arantes satisfes as dividas todas do mesmo, e portanto lhe fis pagamento com os proprios bens do dito, que apenas chegaram para saldar o débito.

Declaro e instituo por herdeiros do remanescente da terça, em igual parte, a meus filhos Raymundo e Theodosio

Aiuruoca 06 julho 1822. Registrado 06 maio 1824.

Testamento Capitão-Mor Antônio Arantes Marques(Gilberto Furriel)


Fontes pesquisadas para a estrutura desse trabalho:

Nantes ou Arantes ou D’anantes, que hoje He Arantes, trabalho do Padre Marcelino Pereira, Séc. XVIII, encontrado no Arquivo de Braga, manuscrito 876.

BIBLIOGRAFIA consultada para estruturar este trabalho:

. Provas Documentais:

. Nantes ou Anantes ou Danantes (que hoje he Arantes), de autoria do Padre Marcelino Pereira que viveu em Portugal no século XVIII, que identifica o primeiro Arantes no Nobiliário Coleção de Memórias Genealógicas, (2º volume), manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga

. Testamento e Inventário do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques: 19/10/1816, Caixa 5, Museu Regional de São João d’El Rei, pesquisado por Gilberto Alves Furriel da Silva, pesquisador in situ, Aiuruoca, MG, 2003.

. Provas Documentais: Matriz de Aiuruoca: autos do Inventário, pg. 84, maço 5, Maio=1814 e Testamento, de 30/12/1800 de Antonio de Arantes Marques, (fal. 17/5/1801), Fazenda da Conquista, que consta de livro de Óbitos nº 7, pg. 179 verso, Aiuruoca, certificado a 29/8/1814 pelo presbítero: Cassiano Accioli d´Albuquerque. Museu Regional de São João del Rei, Tipo de Documento: Inventário, Ano: 1816, Caixa: 05.

. 2ª edição do livro da Família Arantes, Américo Arantes Pereira, Ribeirão Preto, Legis Summa, 1993.

. E o Vale era o escravo, Ricardo Salles, Civilização Brasileira, 2008 > Manoel de Avellar e Almeida, pgs: 280/281/282 e Centro de Documentação Histórica Severino Sombra (CDH), > inventário nº 435, caixa 90, pg. 305.


. Pereira, Américo Arantes - A Família Arantes, estudo genealógico, Editora Legis Summa Ltda., Ribeirão Preto, 1993, editado por Flávia Meirelles Pereira Ferriani, filha do autor.

. Arantes, Arnaldo - A Família Arantes, Saraiva S.A., SP, 1953.

. Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de Braga, a 19/11/1946, carta do Diretor Francisco Lopes Teixeira informa que os Arantes são oriundos das Freguesias do Salvador do Couto do Souto e de São Mateus da Ribeira, hoje pertencentes ao Concelho de Terras do Bouro, Distrito de Braga.

. Rheingantz, Carlos G. - Titulares do Império, Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, RJ, 1960.

. Guimarães, José - As Ilhoas, pg. 65, Revista Genealógica Latina, Vol.XII, IGB, SP, 1960.

. Stulzer, Frei Aurélio - Notas para a História da Vila de Pati do Alferes, Lito-Tipo Guanabara Ltda., RJ, 1944.

. Fernandes, José de Avellar - Os Morais de São Paulo, Anuário Genealógico Latino,Vol.4 IGB, pgs: 65, 66, 67, 68, 69, 70, 71, 72, 76, 77, SP, 1952.

. A Cidade e o Planalto, Gilberto Leite de Barros, Martins, 1967, I Tomo, em especial as pgs: 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16,17, 19, 21, 22, 23, 27, 28, 29, 35, 36, 37, 38, 40, 41, 44, 45, 49, 53, 54, 57, 60, 82, 83, 85, 91, 92, 93, 94, 95, 96, 123, 124, 164, 168, 169, 173, 174, 180, 186, 188, 191, 193, 196.

. Anuário Genealógico Brasileiro (AGB) do IGB: Anos: I, II, III (fl. 397), IV, VI, VII e IX.

. José Guimarães, dados fornecidos pelo insígne Genealogista de Ouro Fino, MG, sobre a ascendência de Ana da Cunha de Carvalho/Baltazar de Moraes de Antas.

. Genealogia Paulistana de Silva Leme, Vol. VII, Título Moraes, pgs: 3, 25 - Cap. 2 e 56.

. Testamento da 1ª Baronesa de Cajurú: Cartório do 1º Ofício, Livro 2, fls. 42v-45, Andrelândia, MG.

. Dicionário das Famílias Brasileiras, Antonio Carlos Cunha Bueno/Carlos Barata, Brasília, 2ª Edição.

. História da Casa de Bragança, http~ip200650/braganca.html.

. Terra de André do autor Marcos Paulo Souza Miranda.

. Brasil: Terra à Vista, Eduardo Bueno, L&PM, 2003.

. Cláudio Fortes, autor do Estudo Genealógico ”A Grande Família”, dados fornecidos.

. Mário Arantes de Almeida, fonte primária: anotações sobre A Família Arantes Ramo de Araraquara.

. Família Junqueira, José Américo Junqueira de Mattos, 2004, pg 1311 a 1442.

. Testamento e Inventário do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques: 19/10/1816, Caixa 5, Museu Regional de São João d’El Rei, pesquisado por Gilberto Alves Furriel da Silva, pesquisador in situ, Aiuruoca, MG, 2003.

. Gilberto Leite de Barros, A cidade e o Planalto, Tomo I, pgs: 93 e 94.


Os Carvalho Duarte no Sul de Minas (atualizado em 06-Abril-2008)






1831 - Aiuruoca, MG, CENSO

 

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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes