VISCONDE CANANÉIA e a Ligação com a família Souza Queiroz do Barão de Limeira, São Paulo.



Decreto Registrado no Livro VI, Pag. 7, Seção Histórica do Arquivo Nacional.


Anibal de Almeida Fernandes: 4º neto de Manoel de Avellar e Almeida, sobrinho trineto do Barão do Ribeirão Julho, 2012, atualizado Agosto 2017    


A filiação deste trabalho segue os dados levantados por Francisco Klors Werneck em paróquias de Vassouras e informados no seu trabalho:


1ºs Povoadores de Vassouras e seus descendentes pgs: 11 a 18.



Nota: O scholar de Princeton, Stanley J. Stein, em seu livro Vassouras, a Brazilian Coffee County, 1850-1900, editado pela Harvard Historical Studies, nas pgs. 16 e 121, informa que os grandes clãs familiares de Vassouras eram: Correa e Castro, Werneck, Ribeiro de Avellar, Paes Leme, Teixeira Leite e Avellar e Almeida.




BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA


Este Brasão foi concedido por Carta de Brasão em 1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11, ao Barão de Avellar e Almeida, Decreto de 7/1/1881, cujo título está registrado no Livro X pág. 70 Seção Histórica do Arquivo Nacional. É um título concedido ad personam sul cognome, isto é, dado a uma pessoa específica e apoiado sobre o nome da família do titulado. Esta forma de título só é usada quando o Imperador deseja prestar homenagem também à família, dignificando-lhe o nome. O Brasão tem uma abelha como arma heráldica e pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, que são exclusivos do Barão e não são hereditários, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico: Fonte Documental: Mário de Méroe, Estudos sobre o Direito Nobiliário, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 25/26.


Fazenda Visconde Cananéia, localizada na Rodovia Lúcio Meira (BR-393) a 12,5km de Vassouras sobre o topo de um morro.






Bernardino Rodrigues de Avellar, Visconde de Cananéia, a 18/9/1886, é filho de José de Avellar e Almeida, Barão do Ribeirão (1867), tio trisavô de Aníbal, e de Ana Barbosa de Sá, que é irmã do 1º Barão de Santa Justa (1866), e tia do 2º e 3º Barão de Santa Justa, da Baronesa de Meneses, da Viscondessa de Ibituruna e da Baronesa de Santa Fé.


O Visconde de Cananéia é neto paterno de Manoel de Avellar e Almeida, Patriarca da Família Avellar e Almeida de Vassouras, RJ, (4º avô de Anibal), é bisneto paterno do Alferes Manoel Coelho de Avellar.


O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, 4ºs avós de Anibal,era dono da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. O casal tem o inventário nº 435 da Caixa nº 90 do Centro de Documentação Histórica da Universidade Severino Sombra, de Vassouras, informado nas pgs 280, 281, 282 e 305 do livro E o Vale era o escravo, do autor Ricardo Salles.




Em 1875 o Visconde de Cananéia foi feito Oficial da Imperial Ordem da Rosa e, posteriormente, elevado a Comendador da mesma Ordem.


O Visconde de Cananéia foi um dos grandes beneméritos vassourenses, onde foi Vereador (1857-1865) e Presidente da Câmara Municipal (1865-1877). Contribuiu para as obras do cemitério municipal, doou 300 mil réis para a compra de um prédio para servir de escola pública; colaborou com 200 mil réis para a melhoria da Estrada de Massambará, deu 200 mil réis para a publicação dos escritos deixados pelo Visconde de Araxá (1872). Ele ajudou na construção das estações de Oriente e da Serra, da Estrada de Ferro Pedro II, abertas ao tráfego em 1878. Unindo-se aos seus irmãos, os Barões de Massambará (1867) e de Avelar e Almeida (1881) construiu a Estação Concórdia, também da E.F. Pedro II e próxima da fazenda Cachoeira do Mato Dentro que era de seu pai, o Barão do Ribeirão, tio trisavô de Anibal.


 Stanley J. Stein, em seu livro Vassouras, a Brazilian Coffee County, 1850-1900, editado pela Harvard Historical Studies, 1957





O ainda Barão de Cananéia foi fundador e membro da primeira diretoria da Cia. Ferro Carril Vassourasse, onde foi grande acionista. Membro da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vassouras, chegando a ser seu Provedor em 1875.


Palacete Ribeirão/Cananéia na Praça da Matriz, Vassouras



Situado à rua Barão de Vassouras, Vassouras, RJ: Sua elegante arquitetura neoclássica resulta de várias reformas e acréscimos, feitas no local onde estava a casa do início do séc. XIX, de Manoel de Avellar e Almeida, 4º avô de Anibal, Patriarca da Família Avellar e Almeida, 4ºavô de Anibal, proprietário da fazenda Boa Vista do Mato Dentro, pai do Barão do Ribeirão, e avô do Barão de Avellar e Almeida, do Barão de Massambará, do Visconde de Cananéia, da 1ª Baronesa do Rio das Flores, da 1ª mulher do Barão de Werneck e bisavô do 2º Barão do Rio das Flores. O inventário de Manoel de Avellar e Almeida, (Centro de Documentação Histórica Severino Sombra, inventário nº 435, caixa 90), mostra que a casa original era simples e não tinha nada do aspecto neoclássico do Palacete reformado. Com a morte de Manoel de Avellar e Almeida, a 27/4/1848, a propriedade passou para o seu filho, o Barão do Ribeirão, (Decr. 22/6/1867), tio-trisavô de Anibal, que foi quem deu o aspecto atual ao Palacete, considerado o mais requintado exemplo de arquitetura neoclássica de Vassouras. Depois da morte do Barão do Ribeirão, o palacete passou para seu filho, o Visconde de Cananéia, (Decr. 18/9/1886), vulto de prestígio em Vassouras e na Corte Imperial. Em 1876, a Princesa Isabel e o Conde d’Eu vieram especialmente a Vassouras, a convite do então Barão de Cananéia  hospedando-se no belíssimo palacete neoclássico. A cama onde dormiu o casal imperial tem a inscrição do fato na madeira da trave do leito, com a respectiva data, e hoje pertence a Alberto Avellar de Mello Affonso (+2010), ultimo neto vivo do Barão de Avellar e Almeida e sobrinho-neto do Visconde de Cananéia. O Palacete foi transformado em Fórum, a 11/12/1895, quando já deixara de ser do Visconde de Cananéia. Em 1958, o palacete foi tombado pelo Patrimônio Cultural. No séc. XXI pertence à Prefeitura de Vassouras e é o Paço Municipal. Quando Aníbal esteve em Vassouras, (foto 1999), o palacete ameaçava ruir por conta de chuvas e cupins. A porcelana de festa na casa de meus avós Joaquim e Bernardina em Araraquara, SP, era Limòges = francesa. Nota: eu tenho um dos aparelhos de chá, que a tradição oral familiar diz que foi usado pela Princesa Izabel, na sua estada com o Conde d’Eu, no palacete do nosso primo o Visconde Cananéia, em 1876, para confirmar essa tradição, e evitar bazofia irreal, analisei as 37 marcas Limòges, desde o sec. XVIII, e encontrei a marca J. Pouyat, a partir de 1842, que é a única, entre as 37 marcas com o L na cor verde da marca, como está na minha louça, o que corrobora a tradição oral familiar) 




Por ocasião da epidemia de cólera, que atingiu Vassouras em 1880, o Visconde de Cananéia foi um dos mais destacados combatentes da doença em todo o território do município de Vassouras. Tanto que despendeu verdadeira fortuna para socorrer as vítimas e os necessitados, utilizando 120 contos de réis para a aquisição de medicamentos, roupas e gêneros alimentícios; e mais 22 contos para diversos fins, o que o abalou financeiramente, pois a produção do café vassourense começava a decadência. Este tipo de colaboração, também não faltou aos vassourenses em 1882, quando a febre amarela atingiu a cidade. A população, em tributo de agradecimento ao, ainda Barão de Cananéia, ofereceu-lhe seu retrato pintado a óleo por Rocha Fragoso. A 3/6/1882 Vassouras assistiu a uma festa feita pelos pobres em homenagem ao Barão de Cananéia que ficou conhecida como a Festa da Pobreza.




O Visconde de Cananéia herdou, em 1874, com a morte do seu pai o Barão do Ribeirão, a fazenda Ribeirão Alegre que ainda em vida hipotecou para o irmão, o Barão de Massambará que morreu antes do Visconde. Quando o Visconde de Cananéia morreu em 1896 sua cunhada, a Baronesa de Massambará, executou a hipoteca e a fazenda passa para suas mãos até 1912 quando é vendida para Guilherme Leme de Castro, que fica com ela até 1920, quando a vende para o Cel. Manoel Gonçalves de Almeida, que muda a denominação da fazenda para Cananéia.


O Visconde de Cananéia casou-se com sua prima-irmã, Carlota Elisa de Avelar, nascida em 1833, em Vassouras e aí falecida, (filha do Capitão Marcelino José de Avelar e de Francisca de Paula Corrêa e Castro que é filha de Laureano Correa e Castro, Barão de Campo Belo (1854) e tia de Eufrásia Teixeira Leite, dona da Chácara da Hera de Vassouras).


O Visconde de Cananéia e Carlota tiveram 4 filhos que são bisnetos de Manoel de Avellar e Almeida, 4ºavô de Anibal, Patriarca da Família Avellar e Almeida:


1º) Alfredo Carlos casado com Constança Furquim Werneck de Almeida (que é neta de Francisco Peixoto de Lacerda Werneck, 2º Barão de Paty do Alferes, em 1852) pais de 4 filhos:


José Carlos, c.c. Elza Marques de Souza, pais de


José Carlos c.c. Taylor Maria Braga pais de 3 filhos:


Maria Angélica,


Maria de Fátima


Cel. José Carlos c.c. Beatriz Ferreira, sem geração.


2º) Orminda,


3º) Virgílio


4º) Carlos.


O Visconde de Cananéia casou-se pela 2ª vez, tendo uma filha:


5º) Maria Virgília, que se casou com Vicente Carlos de França Carvalho, filho de Carlos Antonio de França Carvalho, c.c. Maria Olézia (filha de Vicente de Souza Queiroz, Barão de Limeira a 1/2/1867). Vicente Carlos e Maria Virgília, pais de 4 filhos:


Vicente Carlos de França Carvalho Filho c.c. Maria Júlia de Oliveira


José Carlos c.c. Noêmia Machado


Maria Eugenia (França Machado) Azevedo Castro


Antonieta (França Machado) Ferreira de Castro


Nota: Vicente Carlos é neto de Vicente de Sousa Queiros, Barão de Limeira em 1867, com brasão concedido pelo Imperador (o Barão de Limeira é irmão do Barão de Souza Queiros, que passa a usar o seu brasão após a morte dele). O Brasão usado pelos 2 Barões, foi concedido a 5/1/1818 por D. João VI (vide na relação de Fontes pesquisadas a explicação da concessão deste brasão), 1º foi usado pelo Limeira com coroa de Barão após concessão do Imperador Pedro II e, depois de sua morte, pelo Souza Queiroz com coroa de Visconde por ter obtido Grandeza no título de Barão a 14/10/1874, por concessão do Imperador Pedro II. Os brasões de armas concedidos aos brasileiros que requeriam, e tinham condições de pagar essas honrarias, como foi o caso do brigadeiro Luiz Antonio de Souza pai do Barão Limeira.


Adendo fornecido por Tiffany, contra prima de Anibal, trineta Barão de Tatuí = Testamento Paulina Souza Queiroz:




2º que, o testamento foi apresentado  em data de onze do corrente mez  de Novembro, pelo Dr. Vicente Carlos França Carvalho, que declarou que a testadora Dona Paulina de Souza Queiroz, falleceu nesta capital, onde era domiciliada, no dia nove do corrente mez de Novembro.


 ..... Deixo a meus sobrinhos Vicente Carlos de França Carvalho e Maria Virgilia de França Carvalho – o prédio da rua da Assembléa (antiga rua Livre) numero dous. Deixo à minha sobrinha Maria Olesia de França Carvalho Azevedo Castro neta de minha irmã Maria Olesia de França Carvalho, (nota por Tiffany: no 4° dos filhos do barão de Limeira supra) já fallecida – as duas casas da rua João Passalacqua (antiga Monte d’Ouro) numero trinta e oito e numero cincoenta. Deixo a minha sobrinha Maria Eugenia de França Carvalho Azevedo Castro, neta de minha irmã Maria Olesia de França Carvalho, já fallecida – as duas casas da rua João Passalacqua (antiga Monte d’Ouro).



Fontes pesquisadas para estruturar este trabalho:


#Informações de José Carlos Braga de Avellar, 3º neto do Visconde, fonte primária, primo de 4º grau de Anibal.


#Anuário Genealógico Brasileiro (IGB), Ano: I, II, III, IV, VI, VII e IX,


#Primeiros Povoadores de Vassouras, Francisco Klörs Werneck, trabalho não publicado.


#Galeria Vassourense, Rudy Mattos da Silva, 1999.


#Informações de Alberto Avellar de Mello Affonso, sobrinho neto do Visconde, fonte primária.


#O Vale do Paraíba e a arquitetura do Café, Augusto C. da Silva Telles, Capivara, 2006.


#E o Vale era o escravo, Ricardo Salles, Civilização Brasileira, 2008 > Manoel de Avellar e Almeida, pgs: 280/281/282 e Centro de Documentação Histórica Severino Sombra (CDH), > inventário nº 435, caixa 90, pg. 305.


#Filhos do casal Vicente Carlos França Carvalho c.c. Maria Virgília


http://quedasdoiguacunossahistorianossagente.blogspot.it/2011/07/quinao-n-1-de-genebra-de-aguiar-de.html


#O Vale do Paraíba e a arquitetura do Café, Augusto C. da Silva Telles, Capivara, 2006.


Instituto Estadual de Patrimônio Cultural, RJ, Inventário de Fazendas, Adriano Novais, 2008.


#Anuário Genealógico Latino, Vol. IX, 1957, pg. 167.


#Estudos sobre o Direito Nobiliário, Mário de Méroe, Centauro Editora, São Paulo, 2000, pgs: 24/25, uso do Brasão.


#Para, desesperadamente, conseguir renda para manter a Corte, entre 1808 e 1821, D. João VI concedeu títulos a 28 marqueses, 8 condes, 16 viscondes e 21 barões, ou seja, 73 títulos de nobreza numa média aproximada de 6 títulos por ano. Destes 73 títulos, apenas quatro, (ou seja 5%), são brasileiros natos: Baronesa de São Salvador de Campos (17/12/1812), Barão de Sto. Amaro (6/2/1818), Barão de São João Marcos, (6/2/1818) e Barão de Goiânia (26/3/1821). Alem disso, concedeu insígnias a 4.048 cavaleiros, comendadores e grã-cruzes da Ordem de Cristo, 1.422 comendas da Ordem de São Bento de Aviz e 590 comendas da Ordem de São Tiago, aos brasileiros que requeriam e tinham condições de pagar essas honrarias que os distinguiam entre a elite da terra.


#Inventário das Fazendas do Vale do Paraíba Fluminense, INEPAC, RJ: Fotos da Fazenda Visconde Cananéia, 2008.


#Dona Paulina de Souza Queiroz, fonte: Tiffany, 3ªneta do Barão Tatuí

She has been married to Julio Benedicto Ottoni, but the marriage was annulated por "decreto papal". Julio Benedicto Ottoni was the brother of Ermelinda Ottoni married to Luiz Vicente de Souza Queiroz, the founder of ESALQ in Piracicaba and brother of Dona Paulina. Both were son and daugther of the Barao of Limeira.
 



Jorge Benedicto Ottoni é pai de Cristiano Benedicto Ottoni, e é avô de Julio Benedicto Ottoni que é casado a 15/7/1879, com Paulina de Souza Queiroz,  nascida em São Paulo a 19/7/1859 e falecida em São Paulo a 9/11/1936 que é sobrinha do Barão de Tatui, Francisco Xavier Paes de Barros, trisavô de Tiffany.

Julio Benedicto Ottoni é irmão de: Ermelinda (que foi casada com Luiz Vicente de Souza Queiroz, irmão de Paulina de Souza Queiroz, que foi fundador do ESALQ em Piracicaba) e de Christiano Benedicto Ottoni Junior, filhos do conselheiro Christiano Benedicto Ottoni, homem público, bastante conhecido no Rio de Janeiro e Barbara Balbina de Araujo Maya.

Paulina de Souza Queiroz (filha de Vicente de Souza Queiroz e Francisca de Paula Sousa), neta paterna do brigadeiro Luiz Antonio de Souza e Genebra de Barros Leite, neta materna do Conselheiro Francisco de Paula Sousa e Mello e Maria de Barros Leite. (Genebra e Maria de Barros Leite são irmãs, ambas filhas de Antonio de Barros Penteado e Maria Paula Machado, 5°s avós de Tiffany).

 


....2º que, o testamento foi apresentado  em data de onze do corrente mez  de Novembro , pelo Dr. Vicente Carlos França Carvalho, que declarou que a testadora Dona Paulina de Souza Queiroz, falleceu nesta capital, onde era domiciliada, no dia nove do corrente mez de Novembro.

..... Deixo a meus sobrinhos Vicente Carlos de França Carvalho e Maria Virgilia de França Carvalho – o prédio da rua da Assembléa (antiga rua Livre) numero dous. Deixo à minha sobrinha Maria Clesia de França Carvalho Azevedo Castro neta de minha irmã Maria Olesia de França Carvalho, já fallecida – as duas casas da rua João Passalacqua (antiga Monte d’Ouro) numero trinta e oito e numero cincoenta. Deixo a minha sobrinha Maria Eugenia de França Carvalho Azevedo Castro, neta de minha irmã Maria Olesia de França Carvalho, já fallecida – as duas casas da rua João Passalacqua (antiga Monte d’Ouro.


# The Bee: Symbol of immortality and resurrection, the bee was chosen so as to link the new dynasty to the very origins of France. Golden bees (in fact, cicadas) were discovered in 1653 in Tournai in the tomb of Childeric I, founder in 457 of the Merovingian dynasty and father of Clovis. They were considered as the oldest emblem of the sovereigns of France.





 # Marcas Limòges pesquisadas para confirmar a veracidade da tradição oral sobre o aparelho de chá herdado por Anibal.

 


 

 
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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes