Baronesa do RIBEIRÃO: Ana Barbosa de Sá, casou-se com José de Avellar e Almeida, Barão do RIBEIRÃO, a 22/6/1867, é FILHA de Francisco Rodrigues Alves e IRMÃ de Francisco Rodrigues Barbosa.


Anibal de Almeida Fernandes, Fevereiro, 2019


Ana Barbosa de Sá não tem o sangue de Anibal, pois une-se à Família Avellar e Almeida apenas pelo seu casamento com José de Avellar e Almeida Barão do RIBEIRÃO, que é tio 3ºavô de Anibal, é pai do Barão Massambará, Barão Avellar Almeida, Visconde Cananéia e tio 2ºavô do 2ºBarão Rio das Flores. O Barão do RIBEIRÃO é filho de Manoel de Avellar e Almeida, 4º avô de Anibal, Patriarca da Familia Avellar e Almeida de Vassouras, RJ].


Ana Barbosa de Sá, Baronesa do RIBEIRÃO, pertence à Família Alves Barbosa: de origem açoriana, foram os primeiros povoadores de Vassouras, Francisco Rodrigues Alves (nascido em 1739 e falecido em 23/7/1846, com mais de 100 anos) e Antonia Barbosa de Sá, natural de Sepetiba-RJ, casal que deu início à família Alves Barbosa na região de Vassouras-RJ.


Ana Barbosa de Sá, Baronesa do RIBEIRÃO, é FILHA de Francisco Rodrigues Alves e IRMÃ de Francisco Rodrigues Barbosa.


Ana Barbosa de Sá, Baronesa do RIBEIRÃO, e suas ligações com a Família Avellar e Almeida:


*Eleutério, irmão de Ana, casou-se com Maria Rosa, 8ª filha de Manoel de Avellar e Almeida.


*Francisco, sobrinho de Ana, casou-se com Francisca Maria, a última filha de Manoel de Avellar e Almeida.


*Bernardino, sobrinho de Ana, casou-se com Deolinda, neta de Manoel de Avellar e Almeida.


*Jacinto Alves Barbosa, irmão de Ana Barbosa de Sá, é Barão de Santa Justa com Grandeza, nasceu em 1790 em Sacra Família, (Paulo de Frontin), RJ e faleceu a 20/2/1872 na Fazenda Santa Justa, Rio da Flores-RJ, seu Inventário de 1873 registra 4 fazendas São Fidelis, Serra, Santana e Sta. Justa e 546 escravos.


[De fato, estamos tratando de homens com grande fortuna e com escravarias consideráveis. Tomemos como exemplo desta nata afortunada pelo destino o Barão de Santa Justa, digno representante da mais fausta elite do Vale do Paraíba. Francisco Rodrigues Alves Barbosa, patriarca de uma das primeiras famílias a ocupar a região, além de possuir quatro fazendas na região de Paraíba do Sul, tinha moradia assentada no Rio de Janeiro, à rua Municipal, número 15. Após a morte do Barão, em 1872, sua mulher podia ser vista com “trajes masculinos” cavalgando “qual amazona bárbara” pelas suas fazendas. Vejamos o que é possível apreender sobre o vasto plantel do barão. (Carlos Engelmann)]


O 1º Barão de Santa Justa era fazendeiro no município de Paraíba do Sul, RJ, e na província de Minas Gerais. Deixou uma prole de 13 filhos, do seu casamento em 1820 com Tomásia Maria, falecida também na Fazenda Santa Justa, em 28/1/1871, que foi 1ª Baronesa com honras de grandeza de Santa Justa, filha de Antonio da Silveira Dutra, o casal tem os 6 seguintes descendentes titulares entre filhos, neto e nora:


*Leopoldina, (filha) casada com seu primo irmão, José Rodrigues Alves Barbosa, Barão de Santa Fé. Sua filha Mariana foi a 2ª mulher de Inácio de Avellar e Almeida, neto do patriarca Manoel de Avellar e Almeida, 4ºavô de Anibal.


*Maria, (filha), casada com Balduino de Meneses, Barão de Meneses.


*Clara, (filha), casada com João Batista dos Santos, Barão e Visconde de Ibituruna.


*Francisco Alves Barbosa (filho), 2º Barão de Santa Justa a 28/6/1876.


*José Silveira Alves Barbosa, (neto), 3º Barão de Santa Justa a 10/4/1886.


*Bernardina (nora), viúva do 2º Barão de Santa Justa e mãe do 3º Barão, é feita *Viscondessa de Santa Justa a 9/2/1889.


Nota: A NOBREZA BRASILEIRA NÃO É HEREDITÁRIA


Temos essa importante característica básica na nobreza brasileira os 1.211 títulos são concedidos ad personam (de caráter pessoal isto é, apenas vale para o agraciado), que era um título outorgado apenas por uma vida, o que torna este título intransmissível podendo ser usado apenas pelo agraciado enquanto for vivo o que invalida, de maneira definitiva, a pretensão à hereditariedade dos títulos da Nobreza Brasileira. Nas cartas nobilitantes ad personam, a relação jurídica limita-se à concessão e ao recebimento da honraria pelo agraciado e, com sua morte, o título reverte à Coroa passando a integrar o patrimônio heráldico do Império onde permanecerá in potentia até que seja reabilitado por nova concessão do Imperador.


Todos os 1.211 títulos concedidos nos 67 anos de Império foram ad personam, isto é, valiam apenas para a pessoa agraciada em vida, pois a nobreza brasileira não é hereditária. Apenas 5 sequências houve, em uma mesma família, com 3 títulos seguidos com o mesmo nome como o 1º, 2º, 3º Barão e apenas 1 família houve, com 4 títulos seguidos configurando uma hereditariedade, como é o caso dos Santa Justa nome com o 1º, 2º, 3º Barão e a Viscondessa, todos de Santa Justa uma vez que, o Imperador podia conceder o mesmo título às famílias sem nenhum parentesco entre si, como por exemplo: 1º Barão de Campinas: Bento Manoel de Barros a 21/9/1870, 2ª Baronesa de Campinas a 9/1/1875 (depois Viscondessa de Campinas a 19/7/1879): Maria Luiza de Souza Aranha e o 3º Barão de Campinas: Joaquim Pinto de Araújo Cintra a 13/8/1889 (no apagar das luzes do Império).


ATENÇÃO: Após a morte de Francisco Klors Werneck a 10/3/1986, um casal fluminense resolveu publicar uma nova versão da filiação de Ana Barbosa sobre a qual Klors Werneck TINHA CONHECIMENTO E SOBRE A QUAL se pronunciou contrário taxando-a de fraude conforme os detalhes que dou abaixo:


#Progênie de Ana Barbosa de Sá: há uma divergência sobre a filiação de Ana Barbosa de Sá conforme uma versão de filiação feita por um casal da região fluminense, do conhecimento de KLORS que a refutava pelas pesquisas que ELE havia feito in situ nas paróquias fluminenses: por isso eu mantenho no meu texto, em respeito à competência e rigor de pesquisador de Klors Werneck, a progênie descrita por ele que  resultou nos trabalhos 1ºs Povoadores de Vassouras e seus Descendentes e outros trabalhos, onde o autor registra especificamente Ana Barbosa de Sá como irmã de Francisco Rodrigues Barbosa e ambos como filhos de Francisco Rodrigues Alves, a quem a 6/10/1782, foi concedida a sesmaria de Vassouras e Rio Bonito. Alerto que KLORS mesmo conhecendo, não aceitou a tal versão alternativa da progênie da Baronesa como correta: tudo conforme carta a mim endereçada, 15/1/86, pouco antes de morte a 10/3/1986, e 2 documentos que afirmam que ANA BARBOSA de SÁ é FILHA de Francisco Rodrigues Alves e IRMÃ de Francisco Rodrigues Barbosa.


Francisco Klors Werneck é Cidadão Honorário de Vassouras, (29/9/1984), Membro do Instituto Genealógico do Rio de Janeiro e de São Paulo. Instituto Histórico de Niterói e Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais é autor do livro História e Genealogia Fluminense (1947), obra clássica considerada como referência para a genealogia fluminense, além disso tem vários artigos publicados sobre suas pesquisas genealógicas pelo Instituto Genealógico Brasileiro (IGB): Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1952, Klors é uma referência excelsa para a genealogia fluminense.


Documentos e Provas da filiação da Baronesa do Ribeirão, fornecidos por KLORS-WERNECK, abaixo identificado


#    Werneck, Francisco Klörs, Primeiros Povoadores de Vassouras.


#)    Werneck, Francisco Klörs, publicações do IGB/SP resultantes de sua pesquisa in situ da genealogia fluminense nas paróquias da região.


#)    Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1952: pgs 415 a 469.


#)    Revista genealógica Brasileira, Ano VII, 1946: pgs 59 a 78.


#)    Werneck, Francisco Klörs, História e Genealogia Fluminense RJ,


KLORS presenteia ANIBAL com seu VALIOSO TRABALHO GENEALÓGICO:


Os primeiros povoadores de Vassouras e seus descendentes


Francisco Klors Werneck é Cidadão Honorário de Vassouras, (29/9/1984), Membro do Instituto Genealógico do Rio de Janeiro e de São Paulo. Instituto Histórico de Niterói e Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais é autor do livro História e Genealogia Fluminense (1947), obra clássica considerada como referência para a genealogia fluminense, além disso tem vários artigos publicados sobre suas pesquisas genealógicas pelo Instituto Genealógico Brasileiro (IGB): Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1952, Klors é uma referência excelsa para a genealogia fluminense.


KLORS informa que recebeu em 29/9/1984 o título CIDADÃO HONORÁRIO de VASSOURAS pelos serviços de pesquisa genealógicas em VASSOURAS


Provas da filiação da KLORS, fornecidas por KLORS-WERNECK, abaixo identificado


1ª PROVA: carta a ANIBAL, a 15/1/1986, informando que não aceita a versão do tal casal fluminense, KLORS morreu dia 10/3/1986, e adiciona à carta os 2 documentos de PROVA abaixo, de próprio punho que põe por terra a pretensa fraude da filiação:



2ª PROVA: KLORS afirma pela 1ª VEZ: a Baronesa Ribeirão é filha de FRANCISCO RODRIGUES ALVES e irmã de FRANCISCO RODRIGUES BARBOSA, por documento anexo à carta de 15/1/1986.



3ª PROVA: KLORS afirma pela 2ª VEZ: a Baronesa Ribeirão é filha de FRANCISCO RODRIGUES ALVES e irmã de FRANCISCO RODRIGUES BARBOSA



KLORS presenteia ANIBAL com seu VALIOSO TRABALHO GENEALÓGICO


Os primeiros povoadores de Vassouras e seus descendentes



KLORS informa que recebeu em 29/9/1984 o título CIDADÃO HONORÁRIO de VASSOURAS pelos serviços de pesquisa genealógicas em VASSOURAS


 
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Genealogia e Historia = Autor Anibal de Almeida Fernandes